GM mostra 10ª geração do Impala
- 5 de abril de 2012 |
- 16h03 |
- Tweet este Post
Categoria: Chevrolet, GM, INDÚSTRIA, Internacional
A GM mostrou ontem, primeiro dia da prévia à imprensa do Salão de Nova York (EUA), a 10ª geração do Chevrolet Impala, que começará a ser vendida no início do ano que vem. O sedã grande, que utiliza uma versão da plataforma Epsilon II da GM – que também é a base do Cadillac XTS – adianta o que será a nova linguagem visual da Chevrolet. Modelos vendidos aqui, como S10, Captiva e Malibu, são do estilo “atual”, que começará a ser substituído.
Com 5,11 metros de comprimento e bons 2,84 metros de entre-eixos, o Impala oferecerá gama de motores com opções quatro-cilindros e V6, todos com injeção direta de gasolina e combinados a caixas de câmbio automáticas de seis marchas. A tração é dianteira.
Os menores terão 2,5 litros de cilindrada e 195 cv – a versão híbrida terá um 2,4-litros de 182 cv. A versão de topo trará um V6 3,6-litros de 303 cv.
Novo regime automotivo começa em janeiro
- 3 de abril de 2012 |
- 14h06 |
- Tweet este Post
Categoria: INDÚSTRIA
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, anunciou nesta terça-feira 3 as regras do novo regime automotivo que irá vigorar entre 2013 e 2017. O modelo inclui condições diferenciadas de habilitação para as empresas que ainda irão se instalar no Brasil e para aquelas que já estão operando.
(Confira nossa fan page no Facebook: www.facebook.com/JornaldoCarro)
Os objetivos são aumentar conteúdo regional, que será medido pelo volume de aquisições de peças e insumos no País, o investimento em pesquisa e desenvolvimento, os gastos com engenharia e tecnologia industrial básica e aumentar a eficiência veicular.
Pimentel disse que as empresas poderão ter uma redução dos 30 pontos porcentuais que houve de elevação do IPI caso cumpram o acordado com o governo e, ainda, poderão conseguir um extra de dois pontos porcentuais se alcançarem metas de pesquisa e desenvolvimento e de engenharia industrial.
As montadoras ainda não instaladas no Brasil terão que apresentar projetos de novos modelos e receberão um crédito tributário, que poderá ser de até 50% da capacidade de produção prevista no projeto. O modelo também prevê cota de importação pelo setor.
Renata Veríssimo, Eduardo Cucolo, Eduardo Rodrigues, Célia Froufe e Fernando Nakagawa
Volkswagen planeja “mini-Passat CC”
- 18 de março de 2012 |
- 16h58 |
- Tweet este Post
Categoria: INDÚSTRIA, Internacional, Segredo
A Volkswagen tem planos de lançar um novo cupê de quatro portas (como o Passat CC), como parte de sua estratégia para mercados como o chinês e o norte-americano, afirma a revista inglesa Autocar. Com quatro lugares, o modelo fará parte da linha Jetta e será produzido no México, conforme a publicação.
Chamado provisoriamente SC, o novo modelo deverá competir com uma possível versão sedã do Audi A3 – mostrada no Salão de Genebra de 2011 – e com o novo Mercedes-Benz CLC, que deve ser mostrado como carro-conceito no Salão de Pequim deste ano.
Ele será o primeiro da família Jetta a ser construído sobre a nova arquitetura denominada MQB (modular), já utilizada no novo Audi A3 (mostrado no Salão de Genebra deste ano).
Posts Relacionados
Tópicos Relacionados
Brasil quer limite para importação do México
- 10 de março de 2012 |
- 17h37 |
- Tweet este Post
Categoria: INDÚSTRIA, Internacional
Renata Veríssimo
O Brasil quer ampliar para 45% o porcentual de conteúdo nacional usado pelas montadoras instaladas no México e limitar em US$ 1,4 bilhão por ano a entrada de veículos mexicanos no Brasil com isenção de Imposto de Importação. Esta foi a proposta encaminhada ontem à noite pelo governo brasileiro aos representantes do governo mexicano que negociam a revisão do acordo automotivo Mercosul-México.
Segundo uma fonte do governo, o porcentual seria ampliado, gradualmente, inicialmente para 35% até atingir 45% ao longo dos próximos quatro anos. Hoje está em 30%. A cota anual teria validade para os próximos três anos. O valor foi calculado pela média das importações brasileiras de veículos leves do México em 2009, 2010 e 2011. A proposta também prevê o início imediato do livre comércio com veículos pesados (ônibus e caminhões), segmento em que o Brasil é competitivo. Pelo acordo em vigor, só haveria isenção de Imposto de Importação para estes veículos somente em 2020.
Há uma expectativa entre os negociadores brasileiros de que a revisão do acordo seja concluída ainda hoje. As conversas estão ocorrendo por telefone. O Brasil alegou desequilíbrio nas relações comerciais entre os
dois países para iniciar a revisão do acordo que vigora como livre comércio para veículos leves desde 2007.
Por determinação da presidente Dilma Rousseff, os negociadores brasileiros ameaçaram romper (denunciar, no jargão técnico) o acordo caso houvesse recusa do México em negociar. Os negociadores mexicanos estiveram no Brasil no final de fevereiro e, desde então, as conversas estão ocorrendo por telefone. Segundo o Brasil, foi registrado em 2011 um forte ingresso no mercado nacional de modelos fabricados naquele país, o que tem tornado a balança comercial desfavorável para o Brasil.
Para o governo brasileiro não faz sentido ter um regime automotivo nacional e manter uma brecha aberta por meio do México. Empresas instaladas no Brasil produzem partes e peças nos Estados Unidos e exportam para o México. Os produtos são usados na fabricação dos automóveis que entram no Brasil sem o aumento do IPI para carros importados e com isenção de Imposto de Importação. Para os negociadores brasileiros a manutenção do acordo com o México nos termos atuais criaria uma oportunidade de desvio de comércio e de investimento.
Posts Relacionados
Tópicos Relacionados
acordo brasil-méxico, acordo méxico, brasil-méxico, cota, governo, Importados, imposto de importação
Carros pequenos para compradores cautelosos
- 8 de março de 2012 |
- 8h47 |
- Tweet este Post
Categoria: Comportamento, INDÚSTRIA, Internacional, Salões
Colleen Barry e Frank Jordans/Associated Press
GENEBRA – Os carros pequenos apresentados em primeira mão na Feira do Automóvel de Genebra esta semana não são os veículos econômicos de formato de caixote do ano passado. As montadoras europeias reduziram as dimensões dos utilitários-esportivos e colocaram todo o luxo imaginável em subcompactos que serão vendidos a preço elevado, na tentativa de fascinar os consumidores e devolver-lhes a confiança depois de anos de crise.
Peugeot 208: menor que o 207. Foto: Sandro Campardo/AP
O desemprego e as medidas de austeridade tornaram os consumidores europeus um tanto assustadiços, as fábricas estão ociosas e há pouca coisa que as montadoras possam fazer sem deixar os políticos mais nervosos. A resposta que encontraram veio com força com carros pequeno de grande valor, com menor ênfase em formas alternativas de motores, como os automóveis elétricos e híbridos que dominaram as recentes edições do evento suíço.
“Três anos atrás, todo mundo foi apanhado desprevenido e temem que isto volte a acontecer, caso o euro entre em colapso ou a China pare de comprar”, disse Frank Rinderknecht, CEO da Rinspeed, uma empresa suíça de design, especializada em desenvolver novos conceitos para a indústria automotiva.
Até as construtoras de carros mais caros puseram sua ênfase em automóveis menores. A Mercedes procura compradores jovens – ou seja, abaixo dos 50 – para o novo Classe-A. A Audi apresentou a terceira geração da série A3, que há 15 anos foi o primeiro compacto no mercado premium. E a Volvo lançou seu V40, um carro de cinco portas que une um design compacto à linha de sedãs, peruas e utilitários-esportivos.
Entre as fabricantes para o mercado de massa, a Ford lançou o B-Max, um subcompacto para a família, enquanto a Fiat apresentou o seu 500L, uma versão maior de seu pequeno carro de cidade, o 500, que está sendo fabricado na Sérvia. A Toyota pôs uma cara mais ameaçadora na versão híbrida do Yaris, seu carro mais vendido, para dotá-lo de um aspecto mais imponente. Ao mesmo tempo, a Peugeot virou de ponta cabeça a convenção automotiva fabricando o novo 208 menor do que o antecessor.
Estes lançamentos constituem algo totalmente diferente dos carros pequenos do passado, que eram veículos espartanos, feitos para economizar. Embora continuem econômicos em termos de consumo de combustível e com emissões controladas, estes modelos são fabricados com os mais recentes recursos em matéria de segurança, e bastante luxo buscando dotar de um visual aprimorado os segmentos compactos e subcompactos que representam cerca de 80% do mercado europeu.
“Lembra quando os carros menores eram baratos e de aspecto simpático? Agora os consumidores querem a melhor qualidade, a maior eficiência em termos de combustível, segurança e design”, disse o CEO da Ford, Alan Mulally.
O problema das montadoras do mercado de massa europeu é que a demanda dos consumidores encolheu em razão da pressão da crise da dívida soberana: este ano, as vendas deverão cair cerca de 5% para 12,9 milhões de unidades, segundo o Centro de Pesquisa Automotiva.
As montadoras do mercado de massa da Europa anunciam perdas consideráveis: Fiat, Peugeot-Citroen PSA, Adam Opel da General Motors e Renault. Enquanto isso, as empresas associadas e controladoras registram lucros apesar dos prejuízos europeus, graças às vendas nos mercados emergentes ou nos Estados Unidos.
Sergio Marchionne, CEO da Fiat e Chrysler, adverte que, a não ser que as montadoras possam fechar as fábricas improdutivas, uma ou mais montadoras falirão a médio ou longo prazo, Mas segundo ele, o problema não pode ser solucionado no plano nacional, e aconselhou as autoridades europeias a elaborar um “plano conjunto” para a indústria automobilística que permita fechar as fábricas ociosas. Se isto não acontecer, “alguns de nós talvez acabem desaparecendo”, afirmou. “Precisamos tomar muito cuidado. Estamos brincando com o fogo”.
Marchionne disse que a Fiat pode sobreviver graças à sua parceria com a Chrysler. Seu objetivo é produzir carros para recuperar o mercado americano nas fábricas italianas, que, segundo os analistas, estão funcionando com 60% de sua capacidade.
- : Salão de Paris terá McLaren pela primeira vez http://t.co/i9lYutM5 2 hrs ago
- : Fittipaldi doa capacete para leilão http://t.co/HSv1EZ6X 4 hrs ago
- : Toyota terá oito modelos para mercados "emergentes" http://t.co/MCdllOnV 5 hrs ago
- More updates...
Posting tweet...
Powered by Twitter Tools



RSS