‘Nova fábrica’ inglesa só prepara Cayenne
- 12 de setembro de 2011 |
- 10h33 |
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Categoria: apresentação, Eterniti, INDÚSTRIA, Internacional, Porsche, Preparação, Salões
A britânica Eterniti Motors, que se entitula como montadora, fará sua estreia nesta semana no Salão de Frankfurt. Mas eis que a empresa, sediada em Londres, apresenta as primeiras imagens que realmente mostram o Hemera, seu primeiro produto. E aí vem a decepção, pois o chamado ”superutilitário-esportivo” é pouco mais do que um Porsche Cayenne anabolizado e maquiado.
Não foram divulgados detalhes além da potência e da velocidade máxima, que passarão de 620 cv e 290 km/h, respectivamente. Números excelentes, mas não tão diferentes dos de um Cayenne Turbo original, que rende 500 cv e chega a 278 km/h. Além disso, há na Europa várias preparadoras que extraem cerca de 600 cv do Porsche. Sem falar da russa TopCar, que envenena o utilitário até 760 cv.
Essas empresas também modificam o visual do Cayenne, como a Eterniti fez com o Hemera, que terá nos recursos da cabine seu único diferencial real. Os dois únicos passageiros de trás vão dispor de mordomias típicas de limusines, como bancos que quase deitam, frigobar e tablets.
Participação dos 1.0 é de menos de 45%
- 9 de setembro de 2011 |
- 19h00 |
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Desde dezembro do ano passado, os modelos com motor 1.0 já vendem menos que os com os demais propulsores. E em agosto, a participação desse tipo de veículo, conhecido como popular, foi a mais baixa do ano; ficou em 44,5%.
Até então, o mês em que os 1.0 tinham obtido menor participação no ano foi o de fevereiro, com 45,8%.
Enquanto isso, a participação dos modelos com motores acima de 1.0 até 2.0 chegou ao recorde de 54% no mês passado. Os dados são da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anafavea).
A chegada de motores 1.4, mais potentes e com pouca diferença de preço em relação às versões 1.0, contribui para a queda dos populares.
Vídeo: como a Porsche trabalha no 918
- 9 de setembro de 2011 |
- 11h14 |
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Categoria: Curiosidades, Híbridos, INDÚSTRIA, Internacional, Porsche, Sustentabilidade, vídeo
A Porsche mostra um pouco do processo criativo de design do 918 RSR. Próximo hipercarro da marca, o modelo terá propulsão híbrida, com um motor V8 a gasolina e dois elétricos. Juntos, eles somarão nada menos que 767 cv.
O vídeo está em inglês, mas mesmo para quem não fala a língua ele vale só pela chance de admirar o revolucionário modelo. A versão de produção será a Spyder, de cabine aberta, ao contrário do cupê conceitual das imagens, conforme ressalta o o gerente de Design da Porsche para carros esportivos, Anthony Hatter.
IPI para carro pode subir
- 6 de setembro de 2011 |
- 16h00 |
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O governo deve desistir de reduzir o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os carros conforme previsto na nova política industrial, o Plano Brasil Maior. O problema é a resistência das montadoras a se comprometerem com contrapartidas efetivas de inovação, agregação de conteúdo local e eficiência energética.
A proposta agora é elevar o IPI de carros que não se enquadrarem nas regras do novo regime automotivo, que está sendo desenhado pelo governo e pelo setor privado. A medida funcionaria como proteção e atingiria em cheio os modelos importados.
Em medida provisória publicada pela Receita Federal sobre o Brasil Maior, o governo previa reduzir o IPI para as montadoras até julho de 2016, desde que fossem obedecidas contrapartidas. O setor já havia sido beneficiado com redução de IPI para estimular a demanda na crise de 2008.
A alíquota de IPI hoje varia conforme o tamanho do motor do carro: 7% para modelos populares, 13% a 15% para propulsores de 1,0 L a 2,0 L, e 25% para veículos acima de 2.0. Ainda não está definida de quanto seria a elevação do imposto.
Segundo uma alta fonte do governo federal, a administração Dilma está desistindo de reduzir o IPI porque as montadoras se recusam a assumir contrapartidas. Estão em discussão: estabelecer um porcentual do faturamento a ser investido em pesquisa e tecnologia; definir um índice de peças nacionais para os modelos de carros; e fixar uma meta de eficiência energética.
Há um racha dentro do setor automotivo. Fiat, General Motors, Volkswagen e Ford preferem um regime restritivo, porque estão há bastante tempo no País e já utilizam mais de 90% de peças locais nos modelos mais vendidos. Já montadoras como Toyota, Citroën, Renault ou Nissan importam mais peças e querem um regime mais brando.
China
Montadoras e governo só estão de acordo sobre o principal alvo da medida: os carros chineses. Mesmo que construam fábricas no País, como anunciaram, as marcas chinesas dificilmente vão agregar peças locais suficientes para se enquadrarem no novo regime automotivo.
Uma fonte do setor de autopeças diz que o governo precisa arbitrar as diferenças e estabelecer uma exigência alta de conteúdo local. O pior cenário para as autopeças é a instalação de fábricas chinesas que disputem o mercado local e reduzam a utilização de peças brasileiras na frota. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Imposto sobre Produtos Industrializados, ipi, Plano Brasil Maior
Chery pode fazer carro ‘socialista’ na Venezuela
- 6 de setembro de 2011 |
- 7h04 |
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Categoria: Chery, Chinesas, INDÚSTRIA, Internacional
A chinesa Chery vai atender o pedido do presidente da Venezuela, Hugo Chavez, e fabricar naquele país um carro “socialista”, nas palavras do governante. A parceria será liderada pelo governo venezuelano e prevê a produção de dois modelos, hatch e sedã, com preços de US$ 20 mil a US$ 28 mil (cerca de R$ 32 mil e R$ 45 mil, respectivamente). As informações são da agência Reuters.
“Vamos vender esses carros pela metade do preço do mercado capitalista”, disse o ministro da Indústria, Ciência e Tecnologia da Venezuela, Ricardo Menendez. No Brasil, o QQ é o Chery mais barato à venda. Sua tabela é de R$ 23.990. O governo venezuelano quer combater o que chama de “especulação de companhias multinacionais”.
Chavez, que inaugurou recentemente a fábrica, afirma ter batizado os carros, cujos nomes não foram divulgados. A produção deve começar no fim do ano. Analistas afirmam que nessa guerra contra as grandes companhias, Chavez deixa de resolver problemas com fabricantes que já operam na Venezuela.
Impostos crescentes fizeram a produção local cair nos últimos anos. Marcas como Ford, Toyota, Chrysler e GM produzem componentes no exterior e apenas montam os carros no país. O mercado local continua aquecido, graças principalmente aos preços da gasolina, os mais baixos do mundo. Subsídios do governo mantêm o litro a US$ 0,50 (cerca de R$ 0,80).
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