Hyundai mostra versões hatch e cupê do Elantra
- 8 de fevereiro de 2012 |
- 19h04 |
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Categoria: Hyundai
No primeiro dia de prévia do Salão de Chicago (EUA), nesta quarta-feira, a Hyundai apresentou duas configurações para a linha Elantra: hatch e cupê. Atualmente, o modelo tem a versão sedã, que é vendida no Brasil.
Batizados de Elantra GT (hatch) e Elantra Coupé, os modelos trazem o mesmo motor do sedã, o 1.8 16V com 148 cv (potência divulgada pela própria Hyundai-Motor). Os câmbios, manual e automático, têm seis velocidades.
No caso do Elantra GT, trata-se de uma versão do novo i30 destinada ao mercado norte-americano. O i30, em segunda geração, é vendido na Europa e chega ao mercado brasileiro neste ano.
O Elantra Coupé, por sua vez, brigará com o Kia Cerato Koup e o Honda Civic Si – que a montadora parou de fazer no Brasil nesta nova geração.
Comparativo: Elantra, Civic e Cruze se enfrentam
- 1 de fevereiro de 2012 |
- 8h02 |
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Categoria: Chevrolet, Comparativo, Honda, Hyundai
RAFAELA BORGES
Os sedãs médios vendido no Brasil estão ficando mais asiáticos. O Hyundai Elantra, que chegou em agosto, é sul-coreano. O Chevrolet Cruze, que veio em outubro, é feito aqui, mas foi criado na Coreia do Sul. E a nova geração do Civic produzido em Sumaré (SP), que acaba de chegar às lojas, tem origem japonesa. E foi o Honda que levou a melhor na briga entre as versões de topo (automáticas) desse trio.
O Civic, que já era bom, ganhou o que faltava, a começar pelo porta-malas maior. A tabela da configuração EXS não subiu. São R$ 85.900 com a pintura metálica incluída. Ele é o mais equilibrado e gostoso de guiar.
A apertada batalha pelo segundo lugar terminou em empate. Além da “alma” sul-coreana, Cruze e Elantra têm preços, espaço e desempenho parecidos.
O nacional sai por R$ 79.900, mas chega a R$ 80.890 com pintura metálica, que o rival traz de série. O Hyundai de topo tem tabela de R$ 81.660. Com o teto solar, que o Chevrolet não oferece, o preço sobe para R$ 84.900. Em ambos faltam itens importantes para o segmento. Nesse quesito, o Honda também se sobressai.
Todos têm motores 1.8 16V. O do Elantra, de 160 cv, é o único só a gasolina. Flexíveis, os de Cruze e Civic rendem 144 cv e 140 cv (com etanol), respectivamente.
Apesar de o câmbio automático do Honda ter cinco marchas, ante as seis dos rivais, é o mais versátil e não deixa o sedã ficar para trás em desempenho. Todos são espertos em acelerações e retomadas. O Cruze, com mais torque em rotação menor, se sobressai levemente nesse quesito. O Civic tem pegada mais apimentada com a transmissão na posição “S” (Sport). Ultrapassar os outros veículos fica fácil.
Apesar de as três caixas terem função sequencial, só no Honda dá para trocar marchas por meio de hastes no volante. Nos outros, as mudanças são na alavanca. A posição “D” (Drive) do Civic é para economizar combustível e boa para cidades. Nesse modo o carro fica “amarrado”.
O câmbio do Cruze dá trancos chatos em acelerações fortes. Na mesma condição, o motor do Elantra é muito barulhento.
Honda é melhor em quase tudo – Mais caro do trio, o Civic vale o que cobra: é o melhor em quase tudo. Sua cabine é a que tem materiais de melhor qualidade no acabamento. Só o Honda traz console removível no banco de trás, com porta-copos. O aumento da capacidade do porta-malas, de 275 para 449 litros, não prejudicou o espaço para as pernas de quem viaja atrás.
Apenas um detalhe destoa do interior: o retrovisor tem moldura muito simples. Parece ser de um carro popular. Já seu painel de instrumentos de dois “andares”, com o velocímetro digital acima, é um show à parte. Além de bonito, é fácil de ler.
O controle eletrônico de estabilidade, que o Cruze também tem, pode ser desligado. Com ou sem o recurso o Honda é muito equilibrado em curvas. A direção eletroidráulica comunicativa e rápida, aliada à suspensão com ajuste firme, passam muita sensação de segurança.
O visual mudou mais do que pode parecer. O carro, que impressionou pelas linhas futuristas na geração anterior, ficou “caretão”, com cara de Accord.
Ao contrário de Cruze e Elantra, não faltam itens importantes no Civic. De série há ar-condicionado digital, teto solar e sistema multimídia com a tela mais bem posicionada e fácil de visualizar dos três. Nela, são projetadas imagens do navegador GPS e da câmera de estacionamento.
O estepe de uso temporário, necessário para aumentar o volume do porta-malas, é um dos pontos negativos do Honda.
Cruze traz o que faltava no Vectra – O substituto do Vectra entrou no segmento arrasando. É o segundo sedã médio mais vendido do País, atrás do Toyota Corolla. Qualidades para justificar o sucesso ele tem. Nos pontos em que seu antecessor era eficiente, o novato se sobressai.
Conjunto mecânico e dirigibilidade são seus pontos fortes. O câmbio poderia ser menos incômodo, mas se a ideia é acelerar, a caixa cumpre bem o seu papel, com trocas rápidas e sem limitar as respostas do ótimo motor.
O propulsor, apesar de não ter potência muito superior ao do Vectra, é bem mais silencioso e econômico que o ultrapassado 2.0 que equipava o sedã veterano. As vibrações que aquele motor transmitia à cabine não existem no novo Chevrolet.
A direção rápida interage bem com o motorista e torna divertida a missão de conduzir o sedã em curvas. Ele é bem à mão.
Os controles eletrônicos de estabilidade e tração, equipamentos de série, ajudam bastante. O resultado é um rodar bem mais emocionante que o oferecido pelo sem graça do Vectra.
A versão LTZ sai de fábrica muito bem equipada, mas estranhamente seu ar-condicionado é analógico. O teto solar não está disponível nem como opcional.
O acabamento interno, por sua vez, é o pior desse trio. Há algumas rebarbas e os plásticos trazem qualidade inferior aos das cabines de Civic e Elantra.
Quanto ao conforto, o espaço para pernas e ombros no banco de trás agradam.
Desenho inovador é destaque no Hyundai – O Elantra hoje é o Civic de ontem. Todo o impacto do desenho inovador que a antiga geração do Honda trouxe pode ser visto agora no Hyundai. E o sul- coreano traz itens que nem o vencedor do comparativo tem. Entre eles está o ar-condicionado digital com duas zonas de temperatura e os ajustes elétricos para o banco do motorista.
Desse trio, só o Elantra tem estepe comum. Civic e Cruze trazem o de uso temporário. Com este, recomenda-se rodar 80 km a, no máximo, 80 km/h.
Mas nem tudo é festa. A ausência de GPS é quase inaceitável nesse segmento. Todos os sedãs médios da safra “moderna” trazem o navegador no painel.
Além disso, o controle eletrônico de estabilidade faz mais falta no Hyundai do que faria no Civic e no Cruze. Sua direção, eletroidráulica progressiva como as dos demais, é bem menos precisa. A sensação de segurança é menor no modelo sul-coreano.
A suspensão também é menos eficiente: oscila demais para cima e para baixo. No interior, o desenho do painel, com LEDs, é bonito. E o acabamento é mais cuidadoso que o do Cruze.
Apesar de os seguros terem preços equivalentes, a franquia é mais cara para o Elantra, com média de R$ 5.156, ante R$ 3.647 do Civic e R$ 2.639 do Cruze.
Seu motor 1.8 é classificado nos EUA, quanto às emissões, como PZEV, índice geralmente atribuído apenas a carros híbridos.
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Avaliação: Elantra na briga dos médios
- 12 de janeiro de 2012 |
- 8h01 |
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RAFAELA BORGES
Líder no segmento de hatches médios, com o i30, e muito bem representada por Tucson e ix35 entre os utilitários-esportivos, a Hyundai não poderia ficar fora do segmento mais concorrido do País, o de sedãs médios. No fim do ano passado a marca entrou na categoria com o Elantra, que chegou com tabela a partir de R$ 71.850 para brigar com Toyota Corolla e Honda Civic.
O três-volumes sul-coreano parece um irmão simplificado do Sonata. Seu ponto alto, o desenho, causa tanto impacto quanto o do modelo maior. Ele tem estilo mais contemporâneo do que o de todos os outros sedãs médios à venda no Brasil – o Civic, que causou impressão semelhante na geração passada, ficou conservador na atual, que acaba de chegar às lojas.
O Elantra é equipado com motor 1.8 de 16V a gasolina que gera 160 cv. Ele trabalha bem em conjunto com o câmbio automático de seis velocidades, como o da versão avaliada pelo Jornal do Carro. Na configuração de topo, que tem preço sugerido de R$ 84.900, essa transmissão contribui para as boas retomadas e não dá trancos ao fazer as mudanças de marcha. As trocas, aliás, são rápidas.
Em contrapartida às boas respostas do conjunto mecânico está o nível de ruído do propulsor, que “grita” quando é muito exigido. É alto a ponto de incomodar os ocupantes do sedã. Mas basta reduzir a pressão no pedal da direita para tudo voltar ao normal.
O acabamento do Elantra agrada. A configuração topo da linha vem com itens como teto solar (que Corolla, Civic e Cruze não oferecem nem como opcional) bancos de couro e volante multifuncional com boa pegada.
Faz falta um equipamento que a maioria dos rivais traz de série: navegador GPS. Trata-se de uma falha, já que esse item está disponível em vários Hyundai oferecidos no Brasil.
Hyundai apresenta o Genesis Coupé 2013
- 10 de janeiro de 2012 |
- 14h04 |
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A Hyundai irá apresentar no Salão de Detroit, nos Estados Unidos, a versão reestilizada do Genesis Coupé 2013.
Com um design esportivo agressivo, o veículo conta com dois modelos de motor (4 cilindros e V6). O 3.8 V6 agora traz uma sofisticada tecnologia de injeção direta, enquanto o 2.0 turbo ganhou um compressor mais preciso, com parafuso duplo, e maior intercooler. As transmissões automáticas destes dois modelos agora têm oito marchas, com possibilidade de comando manual por palhetas SHIFTRONIC.
A dianteira agressivamente redesenhada conta com novas grades e faróis, luzes diurnas com LEDs, novos faróis de neblina e novo capô, com extratores de calor simulados.
Juntamente com o novo design mais agressivo do Genesis Coupe, novas cores externas foram disponibilizadas, com sete novos tons incorporados à paleta. As novas cores são: Azul Parabolica, Cobre Catalunya, Branco Monaco, Preto Becketts, Prata Circuit, Cinza Gran Premio e Azul Shoreline Drive.
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Hyundai apresenta Hexa Space na Índia
- 6 de janeiro de 2012 |
- 16h15 |
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Categoria: Hyundai
Na capital da Índia, Nova Delhi, durante o Salão do Automóvel local, a Hyundai apresentou o conceito Hexa Space MPV ao público.
A ideia do carro é inovar na utilização do espaço interno ao incorporar oito bancos com desenho em hexágono que são montados como se fossem um quebra cabeças.
Para dar sustentação ao sistema, a porta lateral abre deslizando para trás de modo que não há coluna impedindo a entrada.
O motor é um turbo GDI de 1.2 litros e tem uma transmissão automática de seis marchas.
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