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Jornal do Carro

A Dafra começa a vender em setembro a bicicleta elétrica dobrável DB0, modelo de topo da linha, que também possui a DBX (de entrada) e a DBL (intermediária).

A DB0 tem três marchas e motor elétrico auxiliar que dá suporte variável às pedaladas do usuário – são três níveis diferentes de assistência. Feito de alumínio e pesando 27 kg, o quadro forma uma alça quando é dobrado, o que facilita o transporte no porta-malas ou mesmo em meios coletivos como ônibus e metrô. O painel de LCD tem velocímetro, hodômetro e indicação do nível de carga da bateria.

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A bateria de lítio leva entre três e cinco horas para ser recarregada, em uma tomada comum. Um sensor no pedal detecta a força empregada pelo ciclista e otimiza a assistência do motor elétrico, o que ajuda a poupar o consumo de energia. Faróis dianteiro e traseiro, buzina e um bagageiro opcional completam a lista de equipamentos.

Diferentemente dos modelos DBX e DBL, disponíveis nas concessionárias da marca, a DB0 será vendida apenas nas lojas Polishop, por R$ 5.999,88 ou 12 pagamentos de R$ 499,99.

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THIAGO LASCO

Com jeitão simpático e inofensivo, as bicicletas elétricas vão pedindo licença e abrindo caminho como uma solução prática e barata de mobilidade urbana. Capitais como Rio de Janeiro e São Paulo já as incorporaram às suas paisagens e começam a regulamentar seu uso, dentro e fora das ciclovias. O filão, promissor, está chamando a atenção de fabricantes de motos.

Mais recente a engrossar o coro, a Dafra lançou ontem uma linha de bikes elétricas com três modelos. A DBX, de entrada, tem tabela de R$ 1.990, a DBL, intermediária, sai a R$ 2.490 e a DB0, de topo, ainda não teve o preço divulgado.

A DBX e a DBL têm ajuste do nível de atuação do motor, permitindo que o usuário dose o esforço ao pedalar. Ambas alcançam 30 km/h, com autonomia de 42 km (DBX) ou 35 km (DBL), conforme dados da fabricante.

Já a DB0 tem painel de LCD e farol de LEDs. Um sensor detecta a força empregada pelo ciclista no pedal e melhora a atuação do motor. Feita de alumínio, ela é dobrável, pesa 27 quilos e tem alça para transporte.

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A Kasinski também criou a Valle, uma marca específica para atender o segmento. São três modelos: 1000, com quadro de aço, por R$ 2.290, 2000, feita de alumínio, a R$ 2.990, e 3000, de estilo mountain bike, com tabela de R$ 3.590.

A carioca Lev oferece os modelos E-Bike (R$ 2.680) e E-Bike S (R$ 2.890). O motor, de 350W, pode acelerá-las a 30 km/h e a autonomia é de 35 km. Em setembro, a marca lançará a E-Bike D, dobrável, e a E-Bike L, de alumínio. Devem custar em torno de R$ 4 mil cada.

MODO DE USAR

As bikes elétricas têm limitações. Com autonomia em torno dos 35 km, elas não podem ser usadas em deslocamentos longos. Nem íngremes, já que o ângulo máximo de subida não passa de 15 graus.

Para recarregar, basta remover a bateria e plugá-la em tomadas convencionais. Isso leva de três a oito horas.
O motor entra em ação com as pedaladas (pode ser desligado) e para quando se acionam os freios ou se atinge a velocidade limite. Para ir mais rápido, o ciclista tem de pedalar.

Os preços dos modelos de topo são próximos ao de motos simples. Mas, além de não poluírem, não é preciso ter CNH.

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A Kasinski apresentará na 7ª edição da Eletrolar Show, evento que acontece entre os dias 3 e 6 de julho no Transamérica Expo Center, zona sul, a Bicicleta Elétrica 3000, modelo mountain bike. Com bateria de ion de lithium, atinge velocidade máxima de 25 km/h, segundo sua fabricante, e tem autonomia de 50 quilômetros (dependendo da forma como é utilizado).

Ainda de acordo com a Kasinski, modelo possui câmbio de 21 marchas e freio a disco dianteiro e traseiro. O tempo de recarga da bateria é de cerca de 6 horas. O produto pesa em torno de 23 kg e custa R$ 3.590.

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A montadora também irá mostrar o primeiro scooter elétrico fabricado no Brasil, o Prima Electra 2000, que oferece três opções de pilotagem: econômica, conforto e esportiva. O produto tem tabela de R$ 4.190.

Serviço:
7ª Eletrolar Show 2012
De 3 a 6 de julho, das 13h às 21h
Transamérica Expo Center – Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387, zona sul

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