Renault estuda relançar o clássico 5
- 15 de janeiro de 2012 |
- 18h08 |
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Categoria: apresentação, Citroën, Curiosidades, História, INDÚSTRIA, Internacional, MERCADO, Renault
FOTOS: REPRODUÇÃO
A Renault estuda lançar uma releitura do R5, modelo que fez sucesso entre 1972 e 1996 – durante esse período foram vendidas mais de 5 milhões de unidades no mundo. A intenção da marca francesa é brigar com o conterrâneo Citroën DS3, que surgiu em 2009 e também é inspirado em um carro do passado, assim como o Fiat 500, outro possível concorrente.
De acordo com a informações publicadas na imprensa francesa, o Renault 5 está em fase de desenvolvimento. A fabricante ainda avalia se sua produção será viável, mas é quase certo que o carro será fabricado. Especula-se que o compacto poderá ser visto como protótipo no próximo Salão de Paris, em setembro.
O Renault 5 seria feito a partir de 2014 sobre a plataforma da nova geração do Clio, que chega no fim do ano. A Renault informou que o modelo poderá ser uma vitrine para a marca mostrar seu potencial no segmento, tanto em termos de design quanto em qualidade de construção.
História
O Renault 5 foi revelado em 10 de dezembro de 1971 e chegou às lojas em janeiro do ano seguinte. Desenhado por Michel Boué, que morreu antes do lançamento, modelo tinha desenho atraente para a época e ficou em segundo lugar no concurso do Carro do Ano na Europa, atrás do lendário Audi 80.
Os motores tinham entre 850 cm³ e 1,4 litro, o câmbio era montado à frente do propulsor e a alavanca de mudanças ficava no painel. A versão R5 foi lançada nos EUA em 1976 com o nome de Le Car (‘o carro’).
Amanhã tem 500 Milhas em Interlagos
- 14 de janeiro de 2012 |
- 16h59 |
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Categoria: apresentação, Competição, motos, Programe-se, Velocidade
FOTO: DIVULGAÇÃO
O Autódromo de Interlagos recebe a 15ª edição da 500 Milhas de Interlagos. Amanhã as atividades de pista começam às 8h20. Serão três categorias: escola, 250 cm³/300 cm³ e a 500 Milhas.
A prova principal, que terá início às 11h, será a mais longa do dia, com 185 voltas e duração prevista de oito horas. Após o fim da corrida, a equipe de acrobacia Força e Ação vai se apresentar e a pista ficará aberta para passeios de moto.
A primeira edição do evento foi realizada em 1970. Até 2009 não havia frequência definida. Em 2011 a prova passou a fazer parte do calendário oficial da cidade e, desde então, ocorre anualmente.
Onde: Autódromo de Interlagos, Av. Senador Teotônio Vilela, 26, zona sul;
Quando: amanhã, a partir das 8h;
Preços: de R$ 300 (arquibancada) a R$ 400 arquibancada coberta
MPV Concept: sucessora de Meriva e Zafira
- 12 de janeiro de 2012 |
- 11h01 |
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Categoria: apresentação
A Chevrolet mostrou de forma despretensiosa no Salão de Nova Délhi (Índia) o protótipo MPV. Ao que tudo indica, o carro-conceito vai dar origem ao monovolume global que substituirá, entre outros, o Meriva e a Zafira no mercado brasileiro – o chamado projeto PM7.
A própria Chevrolet informou que o carro está sendo desenvolvido para mercados emergentes, o que inclui o Brasil e a Índia. Os testes já estão sendo feitos por aqui. Uma versão do carro foi vista rodando em testes, com vários disfarces, em São Paulo.
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conceito, concept, Índia, Jornal da Tarde, Jornal do Carro, Meriva, MPV, Nova Délhi, PM7, zafira
Entrevista: diretor de desenvolvimento do EcoSport
- 9 de janeiro de 2012 |
- 11h07 |
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Categoria: apresentação, Entrevista, Ford, INDÚSTRIA, Lançamento, MERCADO
TEXTO: DIEGO ORTIZ
FOTO: FORD/DIVULGAÇÃO

Brasília - Lançado em 2003, o Ford EcoSport é um sucesso de vendas, com mais de 750 mil unidades emplacadas. Um dos destaques da nova geração, mostrada no País na quarta-feira passada, é que o jipinho passa a ser um modelo global – trata-se do primeiro carro mundial da marca desenvolvido no Brasil. Durante a apresentação do novo Eco, o diretor de desenvolvimento de produto da Ford na América do Sul, Matt O’Leary, era pura empolgação. Nesta entrevista o engenheiro norte-americano fala sobre os desafios para criar um carro destinado a vários mercados ao redor do mundo.
Como foi o desenvolvimento do novo EcoSport no Brasil?
A plataforma é a mesma do novo Fiesta (mexicano). Basicamente o carro é o mesmo, mas tivemos de trabalhar forte o design e a engenharia para adequá-lo ao gosto de consumidores de vários mercados. Esse é o maior desafio de um produto global. Trabalhamos no Brasil com um time muito jovem, de engenheiros do mundo todo, como indianos, por exemplo, que têm experiências diferentes, e gastamos muito tempo no treinamento desses profissionais para que eles pudessem trabalhar em nosso sistema global. Havia cerca de 100 engenheiros envolvidos no projeto. Desses 40, são da América Latina, a maioria do Brasil.
Quais países participaram desse projeto?
Brasil, Índia e Argentina, mais diretamente, além de engenheiros de todas as partes do mundo onde temos operações. Como foram os engenheiros brasileiros que criaram esse segmento de veículo, nada mais justo do que dar a eles a chance de trabalhar na segunda geração do EcoSport usando uma plataforma global. Esse projeto tinha de ser feito aqui.
O nível dos brasileiros envolvidos no projeto é satisfatório?
Esse é o primeiro produto global da Ford feito no Brasil, mas não é o primeiro Ford aqui. Tanto os engenheiros quanto os profissionais das outras áreas estavam mais do que gabaritados para dar vida a esse projeto. Prova disso é que o primeiro EcoSport, lançado em 2003, no Brasil, foi um sucesso tão grande que motivou sua entrada nos nossos projetos globais. Os brasileiros que trabalharam diariamente no projeto são entusiastas e têm conhecimento técnico muito grande. Eles estão interessados no consumidor, no produto, na competitividade do mercado, em tudo. É muito gratificante quando isso acontece, pois fica mais fácil dar andamento e concluir as etapas no prazo.
Por que o novo carro foi revelado simultaneamente na Índia?
O EcoSport agora é um produto global, que deverá ter boas vendas em todo o mundo. No entanto, os únicos lugares em que as vendas de veículo estão crescendo são os países emergentes, como o Brasil e a Índia. A Índia é um mercado muito importante para nós. Mostramos o Figo (compacto parecido com o Fiesta feito em Camaçari) lá e o país tem várias semelhanças com o Brasil, como o bom desempenho do segmento B, de carros pequenos.
Viagem feita a convite da Ford
Salão de Detroit mostra recuperação dos EUA
- 9 de janeiro de 2012 |
- 7h52 |
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Categoria: apresentação, INDÚSTRIA, Internacional, MERCADO, Salões
TEXTO: CLEIDE SILVA
FOTO: JOHN F. MARTIN/EFE
Detroit (EUA) - Com aumento das vendas em 2011, algumas montadoras reativando fábricas e trazendo de volta funcionários dispensados nos últimos dois anos, a indústria automobilística dos EUA dá sinais de que a recuperação está a caminho, ainda que lentamente.
No ano passado o setor vendeu 12,8 milhões de veículos, 10% a mais que em 2010, com resultado bem acima do de 2009, o pior dos últimos 27 anos, com 10,4 milhões de unidades. Antes da crise, o mercado chegou a comprar 17 milhões de veículos ao ano.
A perspectiva de continuar crescendo este ano, e adicionar mais 1 milhão de unidades no volume atual, deu novo fôlego ao Salão Internacional do Automóvel de Detroit, um dos maiores eventos do setor no mundo, que será aberto ao público entre os dias 14 e 22 na cidade berço da industria automotiva.
O Cobo Center, gigantesca arena onde é realizado o salão anual, ampliou o espaço para abrigar mais expositores. Companhias que haviam abandonado a feira por questões de economia de custos voltaram, caso da japonesa Nissan, ausente por três anos.
Entre os mais de 500 veículos que serão expostos, 32 são lançamentos, a maioria de modelos globais. As três maiores marcas americanas, GM, Ford e Chrysler, devem retomar o glamour na apresentação de produtos, depois de dois anos mornos por causa da crise que quase levou duas delas à falência.
“O salão deste ano marca a saída da crise”, diz Thomas Wendt, da consultoria Roland Berger nos EUA. “As fabricantes americanas vão mostrar que estão de novo no jogo.”
Um dos sinais da retomada foi a recente reabertura de uma fábrica da Chrysler em Detroit que estava desativada desde julho de 2010. A unidade vai produzir o superesportivo SRT Viper, que será mostrado no salão. A GM também reiniciará as atividades de uma planta no Tennessee, fechada há dois anos. Serão contratados 685 trabalhadores para a produção do Chevrolet Equinox, outro que está na mostra.
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