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Tradicional celebração do automóvel, o Festival de Velocidade de Goodwood, na Inglaterra, começou na quinta-feira e vai até amanhã. Esta é a primeira das duas “etapas” da mostra, que reúne carros de competição, antigos e lançamentos. A outra, Goodwood Revival, será entre 14 e 16 de setembro.
A Mercedes-Benz comemora os 75 anos de seus “flechas de prata” – os W 125, construídos em 1937. Também mostra um sedã 220 SE de 1964 todo restaurado.
No festival há a divisão de exibição, que virou uma espécie de salão do automóvel britânico, desde que a feira oficial, que era bienal, deixou de existir, em 2008. Várias fabricantes mostram suas novidades no evento.
Entre as estreias, a inglesa Bentley exibe o Continental GT Speed, modelo mais veloz de sua história. Com motor 6.0 W12 de 625 cv, o carro pode alcançar 330 km/h. Das compatriotas, a Jaguar mostra o novo F-Type e a Aston Martin, o Vanquish (que chega no ano que vem). A francesa Peugeot levou o 208 GTi.
Há até um conhecido dos brasileiros. A Dacia, divisão romena da Renault, mostra o Duster, que é feito também no Paraná.
LUÍS FELIPE FIGUEIREDO
FOTOS: SERGIO CASTRO/AE
Com opções de cinco e sete lugares, o Spin chega para substituir de uma só vez o Meriva e a Zafira e disputará compradores com monovolumes e minivans. A estratégia da Chevrolet é parecida com a do Livina, mas o Nissan tem duas opções de carroceria, uma para cada segmento.
Em ambos os casos, são nichos de mercado com poucos lançamentos. Entre os monovolumes, a principal novidade é o Citroën C3 Picasso, que estreou no ano passado.
O carro feito em Porto Real (RJ) acaba de ganhar novos motores. O 1.5 flexível de até 93 cv está nas versões GL, a partir de R$ 45.600, e GLX, cuja tabela começa em R$ 48.500.
O outro, 1.6 16V, batizado de EC5, equipa as configurações GLX (R$ 53.500) e a topo da linha Exclusive (R$ 55.500). Entre os destaques, é 9 cv mais potente que o anterior – gera até 122 cv – e dispensa o uso do tanquinho auxiliar de gasolina para a partida a frio.
De janeiro a maio, o C3 Picasso somou 2.832 unidades vendidas. Os dados são da Fenabrave, federação que reúne as associações de concessionárias.
Da Fiat, a novidade do Idea, que é o líder de emplacamentos entre os monovolumes, é a linha 2013, que traz pequenas mudanças no interior. Tabelado a partir de R$ 42.370 na versão com motor 1.4 de até 81 cv, o modelo teve 8.446 vendas nos cinco primeiros meses do ano.
O Livina, que teve 4.798 vendas no período – somadas as duas opções de carroceria – parte de R$ 44.990. Na linha 2013 ganhou versão 1.8 S com câmbio automático, tabelada a R$ 49.990.
Entre as minivans, a chinesa JAC J6, que chegou ao País no ano passado, acaba de ganhar uma série especial. Batizada de “Movie”, tem preços entre R$ 53,8 mil, para a versão de cinco lugares, e R$ 55,8 mil, para a de sete lugares, traz duas telas de DVD de 7 polegadas na parte de trás dos encostos de cabeça dianteiros e fones de ouvido sem fio.
O J6 vem ainda com bancos revestidos de couro, frisos laterais e película escurecedora nos vidros. A J6 tem motor de quatro cilindros, 2.0 a gasolina, que gera 136 cv. O câmbio é manual de cinco marchas.
O JAC teve 1.109 unidades comercializadas de janeiro a maio no País.
DIEGO ORTIZ
Meriva e Zafira estão se aposentando depois de anos de trabalho duro e de exibirem as rugas indefectíveis causadas pelo tempo. Para o lugar dos dois a Chevrolet escalou um único colaborador multiuso, moderninho e apadrinhado pelo sucesso do Cobalt, com quem divide a plataforma. Trata-se do Spin, que chega com versões de cinco e sete lugares, tem motor 1.8 de até 108 cv, câmbio manual de cinco marchas e automático de seis e tabela a partir de R$ 44.590.
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A novidade promete fazer girar o segmento, que conta com poucos concorrentes. Para tanto, aposta nos preços competitivos.
A versão avaliada, LTZ com câmbio automático, de topo, é tabelada a R$ 54.690. Entre os destaques, mostrou ter desempenho redondinho quando ganha velocidade, pois 80% do torque fica disponível a partir das 2.500 rpm. Tanto que rodando a 100 km/h, o motor trabalha nessa faixa de rotação de forma bastante silenciosa.
Em contrapartida, o esforço da GM em priorizar o torque e proporcionar economia de combustível por meio de um sistema que gerencia o conversor e o escorregamento da embreagem interna da transmissão causa uma certa demora nas respostas do câmbio. Assim, se a 100 km/h o motor gira a 2.500 rpm, para chegar a 120 km/h vai a 5.800 rpm. Isso gera muito ruído e demora.
A boa notícia é que, após o carro rodar cerca de 200 quilômetros, seu computador de bordo registrava consumo médio de 9,5 km/l. Isso com etanol.
A suspensão com eixo de torção na traseira mostra bom equilíbrio. É claro, há rolagem da carroceria – não existe milagre em monovolumes altos.
Já em curvas fechadas o Spin é praticamente neutro e sai timidamente de frente quando muito exigido. Ao passar por buracos o conjunto absorve bem as irregularidades e, em estrada de piso liso, oferece bom conforto.
Mas é preciso pisar de leve no pedal da direita. Ele é para passear, não para correr.
Espaço é menor que no Cobalt - Por dentro, o Spin é mais moderninho que seus concorrentes Nissan Livina e Fiat Idea. O painel e volante herdados do Cobalt são bonitos e funcionais e o acabamento é do mesmo padrão “nota sete” do segmento.
Quando o assunto é espaço interno, causa estranheza o fato de o monovolume ter menos espaço do que o sedã Cobalt, com quem compartilha a plataforma e o entre-eixos de 2,62 metros. Para ser prática na hora da fabricação, a GM optou por criar uma norma padrão de montagem de bancos e apenas encaixar a terceira fileira de assentos. Isso fez com que a segunda fila ficasse muito adiantada – mesmo na opção para cinco. Resultado: o espaço interno não é tão bom.
Por outro lado, os dois últimos dos sete lugares oferecem mais conforto que os dos rivais. Mas é igualmente difícil a tarefa de alcançá-los e sair deles.
Curioso também é o espaço vago entre as portas e os assentos, principalmente na dianteira. Há um vão de cerca de 15 cm, que faz com que o carona fique mais perto do motorista do que seria esperado em carros desse porte.
Só pessoas com braços iguais aos do Popeye vão agradecer, pois não ficarão presas entre as portas e os ajustes dos bancos. No bagageiro, a capacidade é de 162 litros na versão para sete pessoas e 710 litros na para cinco.
Desde a versão de entrada, LT, há ar-condicionado, direção hidráulica, freios com ABS e EBD, duplo airbag, vidros e travas elétricas, ajuste de altura do banco do motorista e volante, além de rodas de 15 polegadas. A mais, a LTZ tem sensor de estacionamento, computador de bordo e comandos do som no volante.
A Mercedes CLS Shooting Brake só seria mostrada oficialmente no Salão de Paris, em setembro, mas se tem uma coisa que a internet não respeita é segredo. As primeiras imagens do carro surgiram na grande rede hoje, mas ele só começa a ser vendido em novembro, na Europa. Terá dois motores a diesel, de 201 cv e 261 cv, e dois a gasolina, de 302 cv e 402 cv. Na versão 63 AMG, o motor será um 5.5 V8 de 518 cv, com 0 a 100 km/h em 4,5 segundos.
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O Audi A5 Sportback chega ao Brasil com preços que variam de R$ 163.900, na versão Ambiente, a R$ 197.700, na Ambition. O modelo foi reestilizado recentemente e tem motor 2.0 TFSI de 180 cv e 211 cv, com câmbios Multitronic de 8 velocidades no de 180 cv e S tronic de sete no de 211 cv. O porta-malas é de 480 litros.
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