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Minivan JC será lançada nesta quarta-feira, dia 3 de agosto, em São Paulo
A JAC Motors vai anunciar amanhã a construção de uma fábrica no Brasil, de acordo com o site da revista Autoesporte. O representante da marca chinesa no País, Sergio Habib, enviou uma nota aos principais veículos de comunicação informando que fará, juntamente com o vice-presidente mundial da montadora, Dai Maofang, um “importante pronunciamento nesta segunda-feira, dia 1º de agosto.”
Ainda segundo o comunicado, haverá a “divulgação de fato relevante, através de um expressivo investimento no País, que ampliará significativamente a participação da JAC Motors no mercado brasileiro para os próximos anos”. Na quarta-feira, dia 3, a empresa lança no mercado brasileiro a minivan J6.
Com a confirmação da fábrica da JAC, subirá para oito o número de novas plantas de veículos programadas para o Brasil. Há duas semanas, a Cherylançou a pedra fundamental de sua primeira unidade fora da China, em Jacareí. Outras estão em construção, como a da sul-coreana Hyundai (em Piracicaba), e da Toyota, em Sorocaba. Da Fiat, a segunda unidade fabril no Brasil será em Pernambuco.
Estçao confirmadas, mas ainda não saíram do papel, a da chinesa Lifan, a segunda da japoness Nissan e a da alemã BMW. Nenhuma das três teve o local definido. A da japonesa Suzuki será em Itumbiara (GO).
GUILHERME WALTENBERG
FOTO: DIVULGAÇÃO
A Suzuki divulgou detalhes sobre a moto que lançará entre setembro e outubro no segmento street (sem carenagem) de média cilindrada. Trata-se da GSR 150i, evolução da Yes 125.
Além do motor maior, de 149,5 cm³ e 12,1 cv, a novidade tem suspensão traseira com dois amortecedores pressurizados a gás. Outro destaque é a transmissão de seis velocidades, única do segmento. O preço é estimado em R$ 6.500.
A GSR 150i tem injeção eletrônica de combustível e sistema de eixo balanceador, que reduz a vibração e o ruído do motor. O freio dianteiro é a disco ventilado e o traseiro, a tambor. A moto é leve, com 132 kg, e seu tanque comporta 14 litros de gasolina.
TEXTO: TIÃO OLIVEIRA
FOTOS: MARLOS NEY VIDAL/AE

Manhã de 5 de agosto. Uma moradora de Mannheim, na Alemanha, pega o carro e segue para a casa da mãe, em Pforzheim, a mais de 100 km de distância, levando os filhos adolescentes. Seria uma viagem comum se a aventura não tivesse ocorrido em 1888 e Bertha Benz pedisse autorização ao marido, Karl, para sair com o Patent Motor-Wagen, que ficou conhecido como o primeiro automóvel da história.

Após 125 anos da criação desse carro, guiamos um exemplar que pertence ao colecionador Leo Gouvêa. De 2002, não se trata de uma réplica, mas de um modelo feito pela Mercedes seguindo à risca o projeto original. Houve duas edições limitadas destinadas a concessionárias e museus – a outra é de 1980.

Este é o único Patent no Brasil. De número 77, ficará exposto até o dia 22 de agosto no Boulevard Shopping, em Belo Horizonte, onde ocorre a mostra Clássicos sobre Rodas.

Avançado para a época, o Patent teve o motor (de um cilindro, 954 cm³ e 0,9 cv), chassi e transmissão desenvolvidos para trabalhar de forma integrada.
EM MOVIMENTO
Guiar o Patent é uma experiência ímpar. Como o carro é alto, há um estribo do lado direito, como o de carroças, para subir nele. No único banco cabem dois adultos.
Não há instrumentos. Uma pequena manivela faz as vezes de volante. Ligada à única roda dianteira, tem respostas diretas. Os pneus são de borracha maciça.
No primeiro momento causa estranheza a falta de pedais, mas colocar o Patent em movimento é fácil. Freá-lo, idem. Tudo se resume a uma alavanca. Para andar, basta empurrá-la para frente. Se quiser parar, é só puxá-la para trás.

Uma correia de couro ligada à parte de cima do motor transmite a tração, girando um eixo no meio do chassi. Essa engrenagem, por sua vez, é ligada à duas correntes acopladas às rodas.
Para comemorar os 100 anos da descoberta de Machu Pichu, o Salão Duas Rodas está promovendo uma expedição que sairá de São Vicente rumo ao santuário inca.
No dia 31 de julho, o motociclista Guga Dias começa a jornada que vai passar pelo Paraguai, Bolívia e Peru. A expectativa é que a maratona dure 52 dias.
A expedição será patrocinada pelo Salão Duas Rodas, que terá cobertura em tempo real no hotsite diario.salaoduasrodas.com.br. Entre os dias 4 e 9 de outubro, o motociclista vai estar no Pavilhão de Exposições do Anhembi para contar mais detalhes da aventura.
O projeto Diário do Motociclista terá relatos postados em no hotsite todos os dias, mostrando as particularidades das cidades visitadas. Serão percorridos 11 mil quilômetros, passando por Pirapora do Bom Jesus (SP), Itu (SP) e Capão Bonito (SP). Depois, a expedição vai cruzar o Paraná de Leste a Oeste, entrando no Paraguai, seguindo pela Bolívia, até chegar a Cuzco, no Peru.
Guilherme Waltenberg
Chamados popularmente (e de forma errada) de aerofólios, os defletores são itens meramente estéticos. Sua função é dar um ar esportivo ao veículo. As asas dos modelos de competição (e de rua de alto desempenho) servem para reduzir a turbulência gerada pela passagem de ar em altas velocidades e manter a carroceria grudada ao chão.
Para quem não acelera nas pistas mas quer deixar o carro com ar imponente, há boas opções de defletores no mercado. Entre as lojas da região da Av. Duque de Caxias, no centro da capital, há várias opções. Os preços vão de R$ 100 a R$ 140, em média.