Clientes da rede de postos Shell encontrarão bombas com etanol aditivado a partir de amanhã. Trata-se do Shell V-Power Etanol, que propõe oferecer limpeza ao motor flex e dispensar a compra de aditivos que podem ser misturados. Motores a álcool, inclusive de motos, também poderão utilizar o combustível aditivado.
Segundo a fabricante, em testes feitos no Instituto Mauá e no laboratório da Inglaterra, os motores de modelos flexíveis utilizados ficaram 46% mais limpos, o que reduziria danos nos componentes de alimentação do veículo.
O etanol aditivado estará disponível em 50 postos da Grande São Paulo até o final do próximo mês. O preço deve ser até 7% superior ao do etanol comercializado, o que pode representar aumento de R$ 0,10.
Nos anos 2000, o etanol aditivado deixou de ser comercializado após o valor do combustível aumentar e tornar-se menos atrativo. Além da drástica diminuição de modelos equipados com motores movidos a etanol.
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Linhas do sedã renovado lembram as do próximo Sonata, que será vendido aqui
A Hyundai apresentou hoje, no Busan Motor Show, na Coreia do Sul, a nova geração do Elantra, sedã batizado de Avante em alguns mercados. O modelo tem motor 1.6 a gasolina de 140 cv.
Suas linhas lembram as do recém-renovado Sonata, que deve chegar ao Brasil ainda este ano. Maior, o sul-coreano está em fase de homologação por aqui.
Voltando ao Elantra/Avante, este também poderá estar entre nós em breve. Há possibilidade de o modelo médio ser produzido na fábrica que a Hyundai construirá em Piracicaba, no interior de São Paulo.


Pelo jeito, nenhuma montadora escapa mais da onda do recall. A mais recente convocação partiu da Porsche, que chamou os donos do sedã cupê Panamera para uma verificação no cinto de segurança. Ao todo, são 11.324 unidades do primeiro modelo de quatro portas (fora o Cayenne) da fabricante.
Embora não tenha registrado qualquer acidente, a marca alemã deseja inspecionar o dispositivo do carro, que pode apresentar falha nos tensores e se deslocar excessivamente no momento de frenagem.
Segundo a Porsche, o inconveniente não trará qualquer custo (ufa) para os proprietários do Panamera, cujo preço no Brasil parte de R$ 549 mil (para a versão com motor V8 de 4,8 litros) e pode chegar a R$ 749 mil (na opção com propulsor turbo).
Recall, esse hit veio para agitar. Qual será a próxima marca e modelo a entrar na dança?
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X-Line, a versão de entrada, deve responder por 15% das vendas
A Peugeot começa a vender, no dia 15 de maio, a Hoggar (pronuncia-se ôgar), sua primeira picape compacta. O modelo chega com três versões de acabamento e duas de motor a partir de R$ 31.400.
A Hoggar foi desenvolvida no Brasil, segundo informações da fabricante, a partir da união da plataforma dianteira do 207 nacional e da traseira do furgovan Partner, alongada em 30 cm. A caçamba acomoda 1.151 litros de carga.
Versões e preços
X-Line, voltada ao trabalho, tem motor 1.4 flexível de até 82 cv e tabela a partir de R$ 31.400;
XR, intermediária, inclui faróis com máscara negra e pneus de uso misto. O motor é 1.4 e o preço parte de R$ 35.350;
Escapade, de topo, tem apelo visual aventureiro, motor 1.6 flexível de até 113 cv e preço sugerido de R$ 43.500

De topo, escapade parte de R$ 43.500
Uma recente viagem a Buenos Aires revelou parte da preferência dos argentinos por motos. Como aqui, a maioria dos modelos tem baixa cilindrada. Naquela capital há muito menos motocicletas do que na cidade de São Paulo, mas a proporção de CUBs (motonetas semiautomáticas) é maior que na capital paulista. Em segundo lugar estão as motos urbanas.
Também deu para notar que eles gostam das customs de baixa cilindrada, especialmente aquelas com mais enfeites cromados. Os scooters são poucos. Outra diferença: lá, os motociclistas andam mais à direita, como as bicicletas, não há os corredores entre os carros. Mas não é difícil ver gente andando sem capacete fora das vias principais e muitas motos circulam sem placa (repare acima e abaixo).
Chama a atenção também a quantidade de Yamaha YBR 125 circulando por lá. Em Buenos Aires, a moto é tão ou mais comum que as Honda equivalentes. Contudo, a YBR que vai para eles é feita na China, não no Brasil, segundo a Yamaha.
Yamaha YBR 125 é muito comum no País vizinho, mas é feita na China
Outra YBR: como aqui, alguns proprietários depenam parte da moto