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Derivado do Golf II, esse velho Jetta é o atual modelo de entrada da FAW-VW
Como nem mesmo o “milagre econômico” dos últimos anos salvou a China de sentir os efeitos da crise financeira mundial, várias medidas já foram tomadas no início do ano. Algumas chegam a ser curiosas, como as decisões protecionistas de províncias. Muitas delas tratam especificamente das fábricas de automóveis.
Em Anhui, por exemplo, uma província pobre do leste, que é sede da Chery, frotas de táxi e órgãos públicos serão encorajados a comprar veículos da Chery. Além disso, a partir de maio a empresa, bem como a Jianghuai, receberá “ajuda” para aumentar suas vendas locais, seja lá o que isso for.
Em Hainan, algo parecido acontecerá com a Haima. O mesmo se passará em Hubei, onde está a Dongfeng. Até cidades entraram na onda, como em Changchun, sede da FAW – que produz em joint-venture com Toyota e Volkswagen. Por lá, não só o governo tem de “considerar” primeiros os carros dessa montadora como os consumidores em geral devem ser isentos de algumas taxas se comprarem veículos da FAW.
Há mais medidas semelhantes por toda a China que tratam também de outros tipos de produtos. Desde matéria-prima básica, como carvão, a remédios, passando por eletrodomésticos e telefones celulares.
Provas de que no amor e na guerra (no caso, contra a crise) vale tudo. Aqui, o divertido é pensar como seria isso no Brasil. A coisa poderia funcionar em Minas Gerais, onde a Fiat (e a Iveco, por tabela) dominaria a cena. Idem no Rio de Janeiro, onde as licitações de caminhões e ônibus ficariam com a Volkswagen e de automóveis de passeio, com a PSA Peugeot Citroën. Na Bahia, não seria difícil ver Ford EcoSport virar ambulância. No Ceará, ia ter taxista andando de Troller T4.
Mas no estado de São Paulo, o buraco seria bem mais embaixo. Afinal, os veículos pesados teriam de ser divididos entre Ford, Mercedes-Benz e Scania. Entre os carros, a confusão seria ainda maior, para poder ajudar Ford, GM, Honda, Toyota e Volkswagen. Aliás se o Serra, nosso Montgomery Burns, quiser arrumar (mais uma) sarna pra se coçar, taí uma bela sugestão!
As concessionárias Volkswagen começaram a receber ontem as primeiras unidades do Bora equipado com motor 2.0 flexível, de até 120 cv (o mesmo que equipa Polo e Golf). Apresentado meio que na surdina em outubro, durante o Salão do Automóvel de São Paulo, o modelo substitui o Bora movido somente a gasolina e chega com preço sugerido a partir de R$ 53.900. A versão com câmbio automático custa R$ 57.900.
Com este valor, o sedã oferece boa relação custo-benefício, uma vez que traz de série itens como duplo air bag, freios ABS, ar-condicionado digital, direção hidráulica, vidros e travas elétricos e de tocador de CD com leitor MP3. Mas nem por isso o Bora tem feito sucesso em sua categoria.
Está certo que a briga no segmento de sedãs médios é quase que desleal. Honda Civic, Toyota Corolla e Chevrolet Vectra são outras opções com preços semelhantes no cardápio para o cliente escolher. No ano passado, 4.594 unidades do Bora foram vendidas no Brasil. Quase nada ante as 67.703 vendas do Civic e as 45.640 do Corolla.
E você, leitor, acha que o motor flexível resolve a vida do Bora?
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Modelo mantém os 116 cv com gasolina, mas o torque subiu para 17,3 mkgf
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Praça Charles de Gaulle: mais de dez ruas desembocam na mesma rotatória
A maioria dos motoristas não sabe como agir em rotatórias. Ontem, por exemplo, eu estava contornando uma dessas praças e uma senhora vindo de uma rua paralela simplesmente entrou na minha frente. Sem a menor cerimônia. E ainda ficou brava comigo.
Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, artigo 29, Inciso III, “quando veículos transitando por fluxos que se cruzem se aproximarem de local não sinalizado, terá preferência de passagem:
a) no caso de apenas um fluxo ser proveniente de rodovia, aquele que estiver circulando por ela;
b) no caso de rotatória, aquele que estiver circulando por ela;
c) nos demais casos, o que vier pela direita do condutor”
Ou seja: a preferência é de quem já está na rotatória.
É bem fácil achar outras placas encobertas como estas abaixo, elas estão por toda a cidade. A gente entende que é verão, o calor traz chuvas e as plantas crescem, mas já é hora de cuidarem da sinalização.
Se você conhece um bom exemplo, conte para nós onde a placa fica ou tire uma foto e mande para mario.curcio at grupoestado.com.br.
Lembre-se de autorizar sua publicação no corpo do e-mail.
FOTOS: MÁRIO CURCIO/AE
É comum ver motoristas perdidos no acesso à Ponte Estaiada, sentido…
…Brooklin. E olha que este é o grande cartão-postal da cidade.
No lado oposto da Marginal Pinheiros, a indicação para a Av. dos…
…Bandeirantes, importante via da capital, e Itaim também está escondida.
No canteiro central da Av. Henrique Schaumann se ocultam os nomes…
…da Rua Cardeal Arcoverde e de referências para a zona oeste.
E agora, não tem placa? Para que lado eu vou para pegar a Av. Sumaré?
Tarde demais, você seguiu para a Vila Madalena. A Sumaré era à direita.
A Peugeot lança na Europa um novo carro para sua linha de compactos e urbanos, substituto do 206. Por lá a imprensa elogia a coerência da montadora: ao invés de chamá-lo de 207 alguma coisa, o carro recebeu a denominação 206+ (ou 206 Plus). Nada mais é do que nosso atual 207 tupiniquim, já discutido anteriormente, que é o 206 mexido. Ou o 206,5.
A coerência é óbvia – e necessária. Afinal, lá eles têm o autêntico 207. E como o 206 convivia numa boa e bem, decidiram dar um upgrade.
Eu sinceramente não sei se isso é um elogio ao nosso 207 brasileiro, porque só agora os europeus vão ter o carro que nós lançamos no ano passado. Ou se fico triste de, agora sim, mais do que nunca, ter oficialmente de que nosso 207 é mesmo o 206 e 1/2…

Jogo dos sete erros: adivinha qual é o brasileiro e o europeu?