DIVULGAÇÃO
Na foto acima, de 1958, o primeiro galpão da Toyota no Ipiranga, São Paulo
A Toyota está comemorando 50 anos no Brasil. E se prepara para iniciar a construção de uma nova fábrica de veículos aqui que, segundo fontes do mercado, será em Sorocaba, no interior de São Paulo.
Agências de notícia internacionais divulgaram que a empresa também tem planos para um carro no segmento de superbaratos, como o recém-revelado Nano, que será feito na Índia pela Tata.
A novidade também poderá ser produzida no Brasil. E daria condições para a marca abocanhar 10% do mercado nacional, conforme projeções confirmadas por Katsuaki Watanabe, presidente mundial do Grupo, no final do ano passado.
Carros flexíveis: em cinco anos, cerca de 4,6 milhões de unidades vendidas
O Jornal do Carro de hoje traz na capa uma matéria sobre os carros bicombustíveis e as novidades do segmento que vêm por aí. Este ano, versões 2.0 de veículos como Polo, Golf, Focus, C4 Pallas, 307, entre outros, ganharão tecnologia flexível.
Com isso, serão poucos os carros nacionais que ainda terão a opção de rodar só com gasolina. O uso exclusivo do combustível ficará restrito a modelos de nicho, como Stilo Abarth, Golf GTi e Civic Si.
Atualmente, os bicombustíveis já representam quase 20% da frota nacional, feito alcançado em apenas cinco anos de existência. E em 2007, abocanharam 86% do total das vendas de carros de passeio e utilitários.
Para consultores o bicombustível é uma realidade consolidada e duradoura, pois deu ao consumidor a possibilidade de escolher. Mas ainda existem poucos clientes, puristas, que preferem os modelos só a gasolina. O motivo? Como está preparado para os dois combustíveis, o motor flexível não aproveita o melhor nem do álcool e nem da gasolina.
E para você, caro leitor, o bicombustível é uma solução ideal?
FOTO: ANDRÉ LESSA/AE

Nem tudo andou bem com a Green Sport 150, apesar do bom desempenho
Quando fiz um blog em julho do ano passado sobre o perfil das motos chinesas, usei uma foto desta Green Sport 150 para ilustrar. Sua imagem teve bom impacto e gerou vários comentários de internautas.
Esse interesse dos leitores aumentou ainda mais a vontade de pilotar a moto. Recentemente, pudemos testá-la e publicamos a avaliação no Jornal da Tarde de 26/1 e no Estadão de 27/1/2008.
A Sport custa hoje R$ 4.950. No teste, atingiu cerca de 125 km/h e fez bons 35 km/litro em uso misto (cidade/estrada). Mas uma falha no sistema elétrico (regulador de voltagem) impediu que a bateria se recarregasse. Se o piloto estivesse à noite numa estrada, ficaria pouco a pouco sem faróis nem lanterna.
O problema foi resolvido, mas logo depois o conta-giros deixou de funcionar. Embora esse equipamento não seja imprescindível no dia-a-dia, é justamente nas motos esportivas que ele faz mais falta.
Você já pilotou motos de alguma das marcas recém-chegadas ao Brasil? Então conte para nós o que achou.
Buenos Aires, capital da Argentina, tem uma fração da população da Grande São Paulo. Não chega a 3 milhões de habitantes. Repleta de parques e com enormes avenidas não sofrem tanto da poluição e trânsito como nós aqui na Capital. Mas para quem gosta de carro, logo que se chega à cidade surge uma atração turística à parte: a quantidade de sucatas ambulantes.
Os argentinos se defendem dizendo que a economia vai bem, que estão vendendo muitos carros e que são poucos os que rodam sem condições. Mas não é bem assim. Veículos sem pára-choques, faróis e outros importantes itens de segurança são bem comuns de se ver por lá. E a maioria, mesmo entre carros novos, está ralada ou com algum tipo de batida.
Seja por pura cultura (alguns dizem que não se importam em ter um carro bem cuidado) ou falta de grana (a Argentina se recupera de uma grave crise) essa paisagem definitivamente não combina com sua arquitetura.
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Cenas não raras na capital federal: estão precisando de funileiro por aí?
Quem já precisou atualizar alguma documentação do carro, seja porque comprou um modelo novo, porque está mudando de município ou por estar tirando a segunda via, já levou o veículo para que fosse vistoriado no Detran. Procedimento este de rotina, cuja finalidade é assegurar que o carro em questão está absolutamente em ordem e de acordo com a legislação.
Apesar da vizinhança do Pátio do Detran no Ibirapuera estar repleto de ambulantes que “deixam o seu carro em ordem” (há pintura de placa, troca de lâmpadas, palhetas…), não há motivos para temer a reprovação na vistoria.
O processo que deveria vistoriar motor, chassi, é totalmente negligenciado por seus operadores, que pouco se dão ao trabalho de muitas vezes verificar o que há de baixo do capô. Quem dirá então verificar as luzes, estado dos pneus…
Não é de se admirar que a maioria que sai dali aprovada exibe uma aparência aliviada. Afinal, conquistou a chancela que ele mesmo sabia não merecer.
Se a própria autoridade de trânsito faz vista grossa para o estado dos veículos que circula pelas ruas, como exigir dos cidadãos que façam a manutenção preventiva dos seus veículos e os deixem sempre em perfeitas condições?
ANDRÉ LESSA/AE