No meu blog da semana passada, alguns leitores me pediram para mostrar a foto do novo Siena. Então, pedido atendido: aí está o sedã renovado, e sem disfarces.
Como vocês podem notar, pela primeira vez em suas quatro gerações o sedã tem visual diferente do Palio. Os faróis ganharam, além de duplos refletores, formato exclusivo. Além disso a grade tem contorno cromado.
A traseira traz como destaque as lanternas, inspiradas nas dos modelos da Alfa Romeo, marca controlada pela Fiat. Mas quem espera um interior diferente do Palio vai se decepcionar. O acabamento, o desenho do painel e outros detalhes da cabine são iguais aos do hatch.
Na linha de motores, permanecem as versões 1.0, 1.4, 1.8 e Tetrafuel, as duas primeiras com aumento de potência. E os preços? O da versão 1.0 ELX está igual, R$ 33.660. O do ELX 1.4 subiu R$ 360. E as versões Fire e HLX? A primeira mantém a carroceria “antiga”, e a segunda continua sendo produzida, também com o novo visual.
Quer mais detalhes? Então leia o Jornal do Carro de hoje.
É interessante perceber o quanto o jipe russo Lada Niva ainda atrai simpatizantes, mesmo depois de 16 anos de seu desembarque no País. Chegou no final de 1990, como resultado da reabertura às importações promovida pelo ex-presidente Fernando Collor de Melo.
Alguns proprietários se reúnem pela internet, marcam passeios em feriados. Tem quem use o carro no dia-a-dia. Um dos entrevistados, Arlindo de Oliveira Júnior, diz ter melhorado seu comportamento no trânsito: “Num carro desses você se mantém numa faixa e vai embora.” O Niva chamou a atenção de Júnior já em 1987, quando ele morou em Angola e viu o jipinho russo “vencendo desafios que nossos Toyota Bandeirante não conseguiriam”.
Há quem afirme ter melhorado o relacionamento familiar após comprar o Niva (se bem que nesse caso o mérito seja mais do fora-de-estrada que do próprio jipe). Peças para o Niva? Descobrimos que a troca de itens de transmissão é mais cara e difícil. Reparar um diferencial sai de R$ 400 a R$ 800 (com peças usadas), conforme a gravidade.
Mas a manutenção básica é mais fácil do que parece: na Status (4451-7920) é possível trocar a bomba de gasolina por R$ 75 e substituir um cilindro-mestre de freio por R$ 140. Na Status também é possível retificar o motor, aumentando a cilindrada de 1.6 para 1.7. O serviço sai por R$ 1.800, divididos em quatro vezes.
Quem quer um desses pode procurar a Bomer (4125-0044). A empresa é uma ex-concessionária Lada. Lá, um Niva 1991 em bom estado custa a partir de R$ 11 mil. A Bomer também tem oficina e estoque de peças. Uma limpeza de carburador sai a R$ 150. A troca de discos e pastilhas custa cerca de R$ 300.
Se você tem ou já teve um desses, divida com a gente alguma história. Um dos entrevistados garantiu que só odeia Niva quem nunca teve um. Você concorda?
ANDRÉ LESSA/AE

Ex-concessionária Lada, a Bomer tem peças, carros usados e oficina
O Salão de Tóquio é pródigo em carros-conceito dos mais estranhos possíveis e imagináveis. Nesta edição, que vai até 11 de novembro, elejo um deles: chama-se Puyo, da Honda.
Além do formato bem, digamos, diferente, ele tem carroceria feita com gel, que a deixa suave e macia e pode até ser beliscada. Diz a Honda que é para proteger os pedestres, assim como a pintura do carro, que brilha no escuro. Outra peculariedade são suas rodas, todas esterçam e permitem ao carro girar entre si. Achei um vídeo no You Tube, que ajuda a entender a façanha:
http://www.youtube.com/watch?v=caz517pX_Fk
Gostei. O que parece absurdo hoje pode ser o carro daqui… uns 25 anos. O que você acha?


Carroceria macia, rodas que giram 360° e teto de vidro: quem sabe no futuro?
Dizer que neste ano se vendeu muito carro novo já é lugar comum. Mas para quem pensa em trocar, ou então, comprar um veículo, a decisão por um usado provavelmente vai render um bom negócio.
A maior oferta de crédito facilitou a aquisição dos 0 km e com isto as lojas estão abarrotadas de modelos cujo hodômetro já rodou. Para queimar o estoque (com certeza você já percebeu a enorme quantidade de propagandas que anunciam feirões de carros na cidade), as ofertas são tentadoras. Além de descontos, cujos preços não raro, ficam menores que os da tabela de usados do Jornal do Carro, por exemplo, há até condições de financiamento com as mesmas taxas de juros praticadas para os novos.
Mas para que o dinheiro economizado na compra não se transforme em dor de cabeça na primeira acelerada, é imprescindível que se atente para algumas condições que vão garantir um investimento seguro.
Após escolher o modelo, é bom seguir algumas dicas:
1- Certifique-se da legitimidade da documentação junto aos órgãos responsáveis
2- Peça que um mecânico a sua confiança avalie as condições mecânicas do automóvel
3- Tenha referências do estabelecimento ou da pessoa de quem irá adquirir o carro
4- Investigue o histórico do veículo (saber que o dono anterior era cauteloso no modo de dirigir, é garantia que componentes de longa durabilidade não vão causar surpresas desagradáveis antes do tempo previsto, por exemplo. Isto vale no caso das embreagens, sistema de câmbio, motor…)
E vocês, acham que é uma boa oportunidade de negócio a compra de um usado com desconto ao invés de investir num 0 km?
Divulgação

Ford Edge
A Ford anunciou na semana passada que lançará quatro novos modelos no Brasil no ano que vem, como divulgado no Jornal do Carro desta quarta-feira, e no blog da Rafaela Borges, no mesmo dia.
Um deles será o utilitário esportivo Edge, que foi lançado este ano nos EUA. O modelo é produzido no Canadá e chega para ocupar o espaço deixado pelo Explorer. Chegará em meados de 2008 e não tem preço definido ainda.
É equipado com motor 3.5 V6 de 265 cv com câmbio automático de seis velocidades. Para se ter uma idéia do tamanho dele, vem pra competir com o VW Touareg, equipado com motor V6 de 280 (R$ 200 mil) cv e V8 de 350 cv (R$ 250 mil), e o Nissan Murano, com motor V6 de 231 cv (R$ 225 mil).
Qual desses três vocês preferem?
Claudio Teixeira/AE

VW Touareg
Marcio Fernades/AE

Nissan Murano