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Jornal do Carro

20.março.2007 12:00:00

Fórmula 1 voltou embalada

A primeira prova de Fórmula 1 da temporada 2007 agradou, seja pela boa estréia de Kimi Raikkonen na Ferrari (chegou em primeiro), seja pela dobradinha de Fernando Alonso e Lewis Hamilton em segundo e terceiro, respectivamente.

Lewis, aliás, fez sua primeira corrida na F-1. Passou Alonso na largada e se manteve à frente do companheiro por mais da metade da prova.

O sexto lugar de Felipe Massa foi uma conquista e tanto para quem largou no fim do grid, 22º lugar, por conta de problema nos treinos de sábado. É cedo, no entanto, para saber como serão o convívio e as disputas com Raikkonen, aparentemente o principal adversário.

Também é cedo para julgar o desempenho da Toyota, que papou o oitavo e nono lugares com Ralf Schumacher e Jarno Trulli, respectivamente… mas está entrando na sétima temporada e ainda deve uma vitória.Rubens Barrichello também não deverá levantar a galera na arquibancada. Certamente fará um bom trabalho, mas mais produtivo para a equipe que para o torcedor brasileiro.

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A cada 3 minutos um veículo é roubado ou furtado só no Estado de São Paulo, segundo a Secretaria de Segurança Pública. Em 2006, foram 176.532 casos, o que contribui cada vez mais para o encarecimento dos seguros.

Semana passada a Volks anunciou que todos seus veículos nacionais passam a vir de série com rastreador, sem custo por um ano. Caso o motorista seja roubado ou furtado, ele liga para uma central, que localiza o carro e aciona a polícia.

A montadora, que é uma das mais prejudicadas pelos altos valores de seguro, exemplifica com números a eficiência do sistema: equipa desde 2005 o Golf. O carro passou de 1º mais roubado (ranking dos 12 mais da Susep) para 8º naquele ano e hoje não está mais na lista dos 12. E, segundo a Volks, os valores de seguro caíram cerca de 40% no período.

O que parecia caro e inacessível agora está disponível até para a veterana Kombi. Mas pergunto: será que se isso virar tendência e outras montadoras decidirem fazer o mesmo, os preços de seguro caem? E será que a bandidagem não vai arranjar um jeito de dar um nó nisso?

Cláudio Teixeira/AE

Kombi
Quem diria? Até a veterana Kombi agora tem rastreador de série

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18.março.2007 12:05:34

O poder do desenho

Pesquisas com consumidores apontam que o design é um dos principais fatores de decisão na hora da compra de um automóvel. E a cada dia aumenta sua importância. No Brasil, a sua influência é maior que em outros países. Itens de segurança como freios ABS e air bag ocupam os últimos lugares neste ranking. Um dos motivos que esse fenômeno ocorra com mais intensidade em nosso país é que, por aqui, o veículo é um objeto de status, afirmam os especialistas.

Não são raros os modelos que são “micos”, mas que mecanicamente são bons e que contam com boa relação custo-benefício. Um exemplo novo é a versão sedã do Peugeot 307. Sem harmonia entre a dianteira e a traseira, o veículo é vendido com preço inferior ao da opção hatch. Fato raro! Outros modelos belos aos olhos do consumidor, mas feios em atributos como mecânica, preço e capacidade de carga vendem que nem bananas. Vai ver que é por isso que as fabricantes investem cada vez mais nos centros de design.

Peugeot 307 Sedan/Claudio Teixeira/AE

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17.março.2007 12:00:00

Águas de março

Vai terminando o verão com muita chuva e ruas alagadas, situação enfrentada todos os anos por motoristas de várias regiões do País. Se você teve o carro afetado pelas águas, saiba que existem empresas que recuperam o interior encharcado. Os preços não são nada animadores e variam conforme o estrago. Caso a água tenha chegado até a altura do carpete, há quem cobre em torno de R$ 380 pala resolver o problema. Mas se atingiu os bancos, o conserto sai por volta de R$ 1.200. Reze para não ter entrado água no motor. Isso porque a maioria das retíficas cobram cerca de R$ 2.700 para deixar o motor perfeito novamente. E se o carro for importado, o preço pode chegar a R$ 7 mil, dependendo do caso.

Confira abaixo algumas dicas para evitar problemas quando estiver dirigindo sob chuva forte. Quem tiver outras, por favor, fique à vontade para mostrá-las neste espaço.

° Evite atravessar vias inundadas, pois podem conter buracos ou outros obstáculos encobertos pela água. Além disso, há a possibilidade do veículo flutuar e ser arrastado pela enxurrada, o que coloca em risco a segurança do motorista e de seus passageiros.
° Nunca tente dar a partida no veículo se ele “morrer” dentro d’água. Neste caso, o motor pode aspirar água e ser danificado.
° Procure não estacionar o veículo em locais com probabilidade de inundação. Se isso não for possível e o carro se encontrar alagado, não tente ligá-lo em hipótese alguma.
° No mais, é ter paciência e esperar em lugar seguro até as águas baixarem, evitando riscos.

Vivi Zanatta/AE

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16.março.2007 12:00:00

Status ou imponência?

ALEXANDER DEMIANCHUK/REUTERS
Distração, demonstração ou desrespeito?

No dia 13 de março, em um estacionamento do centro de São Petersburgo, na Rússia, um motorista, sem muita noção, parou seu Hummer sobre um Ford Escort. Será que isso foi para mostrar as habilidades do seu 4×4, por distração ou desrespeito ao bem alheio?

Mas isso não acontece apenas fora do País. Em uma concessionária de jipes, na Capital, os potenciais clientes da marca podem fazer test drive em uma pista off-road fechada, na qual, entre os obstáculos, estão dois Fuscas.

Isso é para você aprender a dirigir nas trilhas fora de estrada ou na Marginal do Tietê mesmo?

Concordo que esses carrões, por serem altos e robustos, dão mais confiabilidade aos ocupantes, porém, também acho que isso não pode afetar a segurança do próximo.

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