Fontes ligadas ao Teatro Municipal dão uma pista do que vem por aí em 2012.
Nada ainda está confirmado, mas já se fala em nove títulos.
Abaixo, uma lista prévia.
– “Rigoletto”, de Verdi
– “L’Enfant et les Sortilèges”, de Ravel
– “Otello”, de Verdi
– “La Traviata”, de Verdi
– “Boulevard Solitude”, de Henze
– “Pelléas et Melisande”, de Debussy
– “Cosi Fan Tutte”, de Mozart
– “Magdalena”, de Villa-Lobos
– “Crepúsculo dos Deuses”, de Wagner
João, você acha que quem não conseguiu ver Valquíria tem chances em 2012??
Acho bem difícil a volta da “Valquíria” em 2012…Mas, se houver um “Anel” completo, talvez em 2013 ou 2014
responder este comentário denunciar abusoJoão, querido,
Queremos o Anel!!! Queremos o Anel!!!
beijos, Denise
Oi, Denise, eu me junto ao coro! Queremos o Anel. Bjs
responder este comentário denunciar abusoMenos de uma ópera por mês em uma cidade como São Paulo é pouco. E três de Verdi? Por que não se substutuiu duas de Verdi por uma de Puccini, uma de Rossini, uma de Bellini, uma de Carlos Gomes, uma de Donizett, uma de Delibes? Um repertório mais versátil seria o ideal.
Dada a ausencia total de Verdi no Municipal de SP e no São Pedro neste ano de 2011, 2012 promete então hein… parece que irão levar o ano Brasil-Itália a sério rs
Tiraria o Rigoletto e o Ravel, que já passaram esse ano e não foram muito bem (na minha opinião)… Podiam trocar Rigolletto por La Forza del Destino, que é bárbara…
Pelléas, na versão que passou no Palacio das Artes em 2008 em BH, ia entrar na programacao em 2011 e ficou de fora… pelo visto p/ 2012 mesmo, com o Abel Rocha com ctz..
Destaque mesmo para a continuação do anel (crepusculo dos deuses) e cosi fan tutte…
Agora espero que Magdalena seja boa, pois achei A Menina das Nuvens fraca… será que vão passar a montagem do TMRJ de 2010?
Atenção para os solistas de La Traviata ou Otello, pois podem fazer bastante diferença, mas estou bastante empolgado, são óperas belíssimas!
Que venha 2012!!
la forza del destino eu acho ótima, só que dá um azar!!!!!
responder este comentário denunciar abusoOi, Alfredo, tudo bom? Se pensarmos que, antes da reforma, o Municipal vinha fazendo oito óperas por ano, talvez um dos títulos dessa lista possa cair – provavelmente, um Verdi.
Oi, Felipe, tudo bom? Imagino mesmo que o “Pelléas” seja o de BH. E, ao que tudo indica, as óperas de Verdi seriam importadas de teatros italianos, com exceção do Rigoletto. Não sou fã da montagem do Hirsch, mas talvez com um elenco melhorzinho a coisa funcione…abraços
espero que caia o Rigoletto
Há coisa boas e outras nem tanto. Verdi, Wagner, Villa -lobos ( q. não conheço), Mozart. Até ai tudo bem. Ravel, Henze(?) e Debussy poderiam ceder seus lugares pra Puccini, Mascagni e Carlos Gomes.
olá João,
Porque o Municipal não termina seus espetáculos antes da meia-noite? Na Valquiria saí antes do fim pra não perder o Metrô! Diz isso pra eles, por favor!
Oi, David, muita gente precisou mesmo sair antes do fim da Valquíria por conta do horário do transporte e, concordo com você, não vejo motivos para não adiantar em uma hora espetáculos longos como este. Abs!
responder este comentário denunciar abusoNão sabe por que acabou tão tarde?
O crítico João Sampaio também não sabe?
Gente inocente!
Durante a montagem da ópera A Válquiria no TMSP, houve um desrespeito aos freqüentadores e a um bem público: o uso daquele espaço pelo comércio de comida e bebidas.
Não é errado um teatro ter um foyer ou um restaurante, desde que isso não interfira na dinâmica dos espetáculos. Servir um jantar no intervalo é muita estupidez e ganância.
Para que uns 80 desavisados possam jantar, outras 900 pessoas (além de músicos e cantores), tem de “cumprir” um intervalo absurdo de 45 minutos! A qual interesse isso atende?
O TMSP é da Arte e da Cultura.
Concordo com o colega sobre o horário: perdi o último ato da valquíria, porque preciso do metrô. Houve atraso para começar e os intervalos foram mais longos do que o previsto. É preciso respeitar os horários.
responder este comentário denunciar abusoDurante o período em que a ópera A Válquiria esteve em cartaz no Teatro Municipal de São Paulo (novembro de 2011), testemunhamos a um desrespeito, não só aos freqüentadores, mas, principalmente, a um bem público: a apropriação daquele espaço pelo comércio de comida e bebida.
Não há nada de errado em um teatro ter um foyer ou um restaurante, desde que isso não interfira na dinâmica de qualquer atividade artística ali desenvolvida. Servir um jantar no meio do espetáculo é muita estupidez e ganância.
Para que uns 80 desavisados pudessem jantar no improvisado Salão dos Arcos, outras 900 pessoas, que não foram ao teatro para comer, tiveram de “cumprir” um intervalo absurdo de 45 minutos, entre o 1º e 2º atos. Sem falar nos músicos e artistas convidados, que também foram forçados a ajustar a apresentação ao repasto alheio. Falando nisso, a qual interesse isso atende? Alguém sabe dizer quem teve essa iniciativa?
Fomos informados pelo maitre que o mesmo deverá ocorrer na próxima temporada, especialmente nos espetáculos mais longos (para ficarem ainda mais longos?).
O TMSP deve ser um ambiente consagrado a Arte e Cultura, para isso foi construído – e é mantido com dinheiro de todos.
Por favor, ajude a acabar com essa vergonha, reclamando nos lugares certos: Secretaria Municipal de Cultura e imprensa em geral.
P.s. não adianta pedir ajuda a quem vive de cortesia.
Pois é. Um total absurdo. Será que reclamar resolve?
responder este comentário denunciar abusoTotalmente correto o comentário. Tb fui ver Valquiria e fiquei indignada com os 45 minutos entre o primeiro e segundo ato. Servir um jantar no meio de um espetáculo é algo que só se pode esperar dos iluminados da pref.de SPaulo. E a pergunta que não quer calar: quem ganhou o quê com ?
responder este comentário denunciar abusoBom, o Ravel foi pífio, constrangedor. Imagina, a ópera foi traduzida!
Cleyton,
muito pertinente seu comentário, em especial o P.S.
O que a gente vê de show cheio de problemas mas que a crítica não percebeu nenhum porque estava na área VIP, no “bem bom”. É, realmente funciona dar algumas mordomias aos jornalistas, eles ficam totalmente comprometidos.
Ravel achei fraquíssimo também, assim como deprimente e hilário ao mesmo tempo a questao do jantar no TMSP, mas ter uma ópera de Wagner em cartaz superou, na minha opiniao, esses percalços…
É verdade, Felipe. Quando soube que teria Wagner, fiquei perplexo. Pena que são poucos os lugares no Municipal em que se é possível ficar 5 horas sem sair com torcicolo.
Mas o repertório está começando a ficar bacana. De todo modo, pifiamente, montaram Ravel. Olha aí 2012, com Wagner, Magdalena do Villa, Debussy, Henze… Henze?!
Quem é Henze?!
hehe
essa ópera do henze é tipo um manon lescaut…
João,
O Theatro Municipal tem mesmo que repensar os horários. O Morcego (Batman?!) também terminou, durante a semana, 15 para a 1 da manhã. Isso porque começou às 21hs e capricharam no besteirol e na baixaria, tornando a ópera longa e cansativa. A Valquíria começou às 19hs e eu reparei que muita gente não conseguiu chegar, havia muitos lugares vazios. Acho que se tivesse começado às 18hs teria sido ainda pior. Concordo com os demais em relação à duração dos intervalos, isso foi um absurdo.
Também concordo com os que falaram que o Rigoletto devia cair. Adoro o Rigoletto, mas não esse que o pessoal do Municipal apresentou. Discordo em relação ao Ravel: a ópera não é das mais simpáticas, mas a montagem está muito bonita e o elenco se saiu muito bem. Quanto à tradução, já que foi encenada na ocasião do dia das crianças e também se dirigia ao público infantil, acho até que se justifica. O mesmo NÃO vale para O Morcego… Bjs.
As do primeiro semestre serão:
-Magdalena – Villa- Lobos
-Pedro Malazarte- Guarnieri
-La Traviata- Verdi
-Cosi fan tutte- Mozart
-Carmen- Bizet
Até maio parece que é isso…
Fazer Guarnieri é sempre bom, mas eu me pergunto: quando alguém vai encarar o desafio de levar ao palco “Um Homem Só”, parceria dele com o Gianfrancesco Guarnieri?
“Carmen” é um nome que me dá medo…
José Alves, qual sua fonte de informação para essas óperas até maio no TMSP?
Contar o milagre é mais fácil que contar o santo,rs
enfim, parece que o setor ADM do teatro volta dia 09 e há um concerto já dia 24, mas nada divulgado ainda
aguardemos entao para ver se seu santo/milagre, procedem
Para aqueles que adoram criticar :
Façam melhor, vão lá administrar a preferência de centenas de pessoas, se pudesse indicaria
para se apresentar no Municipal SP Chico Buarque rs rs rsr rsr rsr rs rs
Até
Isso é verdade, criticar é mais facil que tentar fazer algo melhor, mas eu acho que precisamos tem mais acesso à ópera do nosso tempo, muitas produções antigas, óperas antigas, não estou dizendo que são ruins, mas queria ver alguma do phillip glass, john adams, berg, schoenberg, mesmo que parcial, ópera italiana é legal e mais conhecida mas acho que como disseram aqui nos comentarios, debussy e Henze ceder lugar para carlos gomes ou compositores italianos já chega né…
José Alves, adorei a sua sugestão. Realmente precisamos dessas operas maravilhosas.
responder este comentário denunciar abusoJosé, seu santo parece que acertou no milagre até agora.
Magdalena e Pedro Malazarte foram confirmadas para fevereiro
http://www.concerto.com.br/contraponto.asp?id=1503
Falta Carmen, La traviata e Cosi fan tutte
Abs
Felipe
Nossa, gostei muito da seleção mas acho que deveriamos dar espaços para algumas óperas barrocas pois quase nada de barroco é feito no Brasil se compararmos com as principais casas de óperas na Europa. Assisti uma montagem do Platée de Rameau em 2009 no Garnier e fiquei maravilhado…me pergunto pq não fazem o mesmo aqui? Músicos bons e qualidade temos. Acho interessante coisas novas principalmente pra sair desse círculo de Verdi-Puccini-Carlos Gomes que é o que acontece nas principais casas de óperas brasileiras.
Valeu João! estou sempre antenado nos seus comentários.
E (dizem que) o crepúsculo dos deuses dará o ar da graça!
ué cade o joao? abandonou o blog?
alguém sabe dele?
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