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João Luiz Sampaio

30.março.2011 16:00:37

O fim do caso OSB – e a permanência de um velho problema

Chegou ao fim o Caso Orquestra Sinfônica Brasileira – 44 dos 79 músicos do grupo já estão em processo de demissão após quase três meses de batalha em torno das avaliações impostas pela Fundação OSB. A orquestra, durante todo esse tempo, insistiu na legalidade das audições programadas para o início de março; e os músicos, por sua vez, defendiam a posição de que as provas são uma medida autoritária e ineficaz no processo de avaliação do trabalho da orquestra. Na justiça, a Fundação OSB conseguiu autorização para levar adiante as provas, consideradas legítimas – instituição privada, a orquestra teria direito de avaliar seus funcionários. Os músicos recorreram a instâncias como o Ministério do Trabalho, que enviou ao Rio, no começo desta semana, um representante que serviria de mediador nas negociações entre as duas partes. A Fundação, no entanto, não reconheceu a mediação do ministério e – com a decisão judicial embaixo do braço – demite agora por justa causa os artistas que se recusaram a obedecer a ordem de fazer as provas. Foi sugerido um Plano de Demissão Voluntária, mas os músicos optaram por não aceitá-lo.

***

Se o corporativismo às vezes resvala na teimosia, por outro lado as cartas de advertência e demissão enviadas antes da hora e a busca em audições por substitutos para vagas ainda não abertas também não sugerem a melhor das intenções. Depois da polêmica inicial em torno das provas, a fundação correu para dizer que o objetivo das avaliações jamais foi a demissão em massa. É, no entanto, justamente esse o desfecho da história. Há verdades e exageros para todos os lados. Em horas como essa, a lei parece ser um parâmetro isento ao qual recorrer: órgão privado, a OSB tem direito a demitir seus funcionários. Mas há muitas nuances das quais a lei, em alguns casos, não dá conta. A OSB, afinal, tem dinheiro público, que vem da prefeitura do Rio, à qual correu anos atrás, quando enfrentava o risco de ser fechada por falta de verbas. Além disso, a repercussão internacional, com músicos e especialistas de todo o mundo se pronunciando, é sinal de que não estamos falando apenas da relação empregador/empregado em uma empresa específica. A proliferação de crises, que se repetem ciclicamente em orquestras brasileiras, é suficiente para mostrar que há muito mais em jogo. A lição, se é que podemos chamá-la assim, é que perdemos a chance de mudar o paradigma – ou ao menos sugerir um novo caminho – na relação trabalhista dentro de orquestras. Ainda que uma ou outra exceção exista, o fato é que músicos e direção estão sempre em lados opostos, convivendo no limite do entendimento. Fazem música não em parceria, mas apesar do convívio. O caso OSB tem muito a nos dizer sobre a vida cultural brasileira e, mais especificamente, sobre a atividade sinfônica. É toda uma relação de trabalho – e um contexto institucional precário, prejudicial aos dois lados – que está em jogo. Saímos dessa história sem avançar um milímetro nessa questão.

Músicos estão sem emprego e, como classe, se fragilizaram mais – ainda que a coesão com que lidaram com a questão seja um exemplo raro de união em um meio marcado por individualismos de todos os tipos. Por sua vez, a OSB perdeu a chance de ter criado um sistema mais humano de substituições em seu quadro orquestral. Músicos experientes, que dedicaram uma vida toda à orquestra, poderiam ter recebido tratamento melhor no momento da aposentadoria; com menos truculência, o desejo concreto de desenvolvimento artístico talvez não tivesse parecido a tanta gente uma mera desculpa. Ainda que respaldada pela justiça, é bobagem achar que a Fundação OSB sai vitoriosa da questão. Todos – músicos, maestros, orquestras, público – saímos perdendo.

E é sob esse signo que nasce a nova OSB.

Texto atualizado às 17h50 de quarta-feira, dia 30/3/11

comentários (149) | comente

149 Comentários Comente também
  • 30/03/2011 - 16:08
    Enviado por: Rogério Wolf

    Pois é meu caro João Luiz!
    O mal maior de tudo isso ainda está por vir!
    Péssimo signo para se nascer.

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    • 31/03/2011 - 02:59
      Enviado por: Pedro Voltchok

      O que é isso? Uma ameaça? Se não tem o que postar é melhor ficar calado.

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    • 31/03/2011 - 03:35
      Enviado por: Josué

      o que é isso? Uma ameaça? Melhor ficar calado se não tem o que falar.

      Vamos ver se agora vc posta isso, pelo jeito vc só autoriza seus colegas a postarem aqui.

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  • 30/03/2011 - 17:06
    Enviado por: Nanci de Mello e Silva

    è com pesar que leio esta noticia mnha filha estudou até o ano passado Flauta Trans, durante 15 anos, hj está com 23, e totalmente desmotivada por tudo que ocorre com mais este caso, dou razão ´ela em ter optado em fazer outra faculdade.Se dedicou miito á carreira,contudo só ganhou experiencia,A minha tristeza e pesar ……Sem palavras….

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    • 30/03/2011 - 21:41
      Enviado por: marcos

      então sua filha não gostava de música e estava, sobretudo, se lixando para o teu dinheiro. estudar 15 anos de um instrumento não é o mesmo que saber o que é uma oitava, uma terça, etc. é deixá-lo fazer parte de sua vida. se ela com uma dificuldade que é, friso bem, externa a si, simplesmente desiste então, parabéns: além de ter gastado bastante grana você criou uma perdedora.

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  • 30/03/2011 - 17:09
    Enviado por: anonimo

    FArei questão de não estar presente em nenhum concerto da nova “OSB”.Por respeito aos que ficaram e aos que ingressarão, não me farei presente para conter minhas VAIAS.
    Lamento muito tudo isso!

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    • 30/03/2011 - 19:28
      Enviado por: alexandre

      que bom…nao vou te ver lá….

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    • 31/03/2011 - 01:15
      Enviado por: anonimo

      Sr Alexandre,
      não me verá lá….assim como não verá a muitos.E não se surpreenda se houverem reações aos concertos da nova orquestra do B.
      Não sei quem vc é…..se é músico ou não, nem sua ligação com a nova OSB.Pelo que vi, vc e alguns não estão inteiramente informados, mas possuem sim o direito de opinião.
      Dos músicos demitidos, muitos ingressaram recentemente na OSB com louvor,são músicos reconhecidos no BRasil e fora dele..Os mais antigos são grandiosos e renomados músicos.(são os mestres).
      Parabéns a todos os músicos que se uniram e lutam por justiça bravamente!
      Parabéns, João Luiz Sampaio, por sua excelente matéria!

      BEm-aventurados os que tem sede de justiça, porque eles serão fartos.

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    • 31/03/2011 - 02:05
      Enviado por: alexandre

      Sou apenas um assinante da OSB, feliz que terei a melhor Orquestra do Brasil a partir de agora pois os medrosos em fazer a audicao estarao longe.
      VIVA A NOVA OSB …longe dos covardes e mimados que acham que estao acima de tudo e todos

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    • 31/03/2011 - 03:02
      Enviado por: Guto Gustoy

      Temos mais de 150 milhoes de brasileiros que nunca assistiram uma orquestra, assistir um concerto é uma honra nào é direito seu.

      Por favor não vá mesmo a nenhum concerto, vá ao conserto do seu automóvel, assim você poderá escutar o som dos pistões do motor.

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    • 31/03/2011 - 03:07
      Enviado por: resposta à Alexandre

      Se vês que só tem dinheiro… ou parece ter…. porque o resto…..

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    • 31/03/2011 - 03:28
      Enviado por: anonimo

      Com todo respeito aos músicos (que tiveram motivos particulares para realizarem a prova)….mas…..covardes não foram os que não realizaram as audições, pq estes não foram individualistas e pensaram como grupo(companheirismo).A FOSB mantém os aprovados, com certeza para manter a palavra do maestro(segundo entrevistas) que estas audições não eram motivos de demissão.Não há garantia de que estes continuarão na OSB ou serão demitidos tb.
      VC , assinante, está pagando para ver jovens estudantes por um longo tempo.Uma orquestra super desfalcada e amedontrada.Além do que, qual é o indicador de que os músicos que virão serão melhores?
      Haja marketing para sustentar a futura orquestra.
      Mas nisso eles parecem ser bons….né?
      Fique feliz com sua assinatura.A OSB precisará dela.

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  • 30/03/2011 - 17:17
    Enviado por: Hélio Leite

    Lamentável saber de tantos excelentes mestres de quem tanto aprendi,afastados da instituição que muito deve a eles sua própria existência.Mais fácil fazer calar uma orquestra de músicos estrangeiros-a futura Sinfônica Brasileira

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    • 31/03/2011 - 03:06
      Enviado por: Jair Terrako

      Muito triste esse comentário pois temos muitos músicos brasileiros, esses da OSB não são os únicos.

      Dá um pulinho um dia desses na Universidade Livre de Música em São Paulo e vc vai conhecer muitos músicos que estão prontos para trabalhar em qualquer lugar. Muitos tem que sair do Brasil pois nossas orquestras estão cheias de músicos velhos e que acham que são senadores, cargos vitálicios. Essa da OSB foi uma reciclagem, e com base na lei ainda por cima

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  • 30/03/2011 - 17:26
    Enviado por: Walace

    Agora fica a minha pergunta, o que temos pela frente, Uma orquestra brasileira com um nivel internacional ou uma orquestra brasileira com gente internacional?

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    • 31/03/2011 - 02:39
      Enviado por: Carlos Ferreira

      Não precisa se preocupar Walace, esses músicos da OSB não os únicos músicos do Brasil, existe muito músico competente e profissional no Brasil que não consegue entrar em uma orquestra porque tem esses que já estão com 20, 30 e 40 anos de orquestra, já não tocam mais como tocavam antigamente mas mesmo assim tomam lugar de outros. Se abrirem vagas na OSB depois da limada geral nessa ferrugem pode ficar tranquilo, repito, temos muitos músicos BRASILEIROS que estão aptos a assumir essas vagas, gente de calibre e nova, que nada tem a ver com essa turma que fez que fez até chegar ao ponto de serem demitidos por justa causa.

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    • 31/03/2011 - 11:48
      Enviado por: anonimo

      Sr Carlos Ferreira,
      “esses músicos da OSB não os únicos músicos do Brasil, existe muito músico competente e profissional no Brasil que não consegue entrar em uma orquestra”
      Concordo plenamente, existe muita gente jovem , brasileira,fazendo música muito bem.Infelizmente, muitos precisam ir para fora do país para receber reconhecimento.O nosso problema é falata de orquestras, falta de espaço e incentivos culturais.Alguem no Brasil é bem remunerado por fazer música de câmara.E a carreira acadêmica de um músico?Um professor de música é bem remunerado?Abrem vagas suficientes nas faculdades para tais.
      O problema das orquestras não está na quantidade de “mais antigos”ali presentes.Rotatividade sempre haverá.Faltam boa administração e respeito aos direitos dos mais experientes numa orquestra.
      Eu poderia citar muitos músicos com mais de 30, 40 anos na OSB que derrubam ,”esculacham” muitos jovens músicos que por ai se encontram.
      MAs….a falta de respeito e consideração pelos mais antigos, infelizmente está cravada na sociedade brasileira.Vê-se a luta por benefícios previdenciários etc.

      “…que nada tem a ver com essa turma que fez que fez até chegar ao ponto de serem demitidos por justa causa”
      Bem, nesssa turma que fez que fez….tem muito jovem tb tocando sinistramente e que estará apto a fazer a prova da OSB.Não me surpreenderei se a FOSB os convidarem a retornarem.Assim como já foi feito em algumas avaliações, em que alguns não eram aprovados, mas chamados para contrato com a OSB.

      No mais…desejo a vc,Sr Carlos Ferreira, uma substituição digna no seu cargo, por um jovem bem mais competente que o senhor.Se ainda for jovem…vá se preparando, pq com essa mentalidade não teremos ninguém com mais de 30 anos de carreira no mercado.

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    • 31/03/2011 - 15:15
      Enviado por: Eduardo Nogueira

      para o Anonimo, que nem nome tem.

      Suas palavras:
      Eu poderia citar muitos músicos com mais de 30, 40 anos na OSB que derrubam ,”esculacham” muitos jovens músicos que por ai se encontram”

      Não parece por que se esquivaram de fazer a audição, ou qual foi o problema? Por que não foram lá e “derrubaram, esculacharam? Não tiveram tempo para estudar? Ué, mas não são excelentes músicos de quarenta, trinta anos? Essa é boa, tem boi na linha, isso tá cheirando mais incapacidade do que qualquer coisa. Vc Anon, deve ser um desses ai de 40 ou 30 anos de experiencia. Escreve ai o seu nome e que instrumento vc toca? Devem tocar de ouvido, por isso ficaram com medo de fazer uma audição de 30 m

      Depois mais, rejeitaram PDV, beneficios e etc aprontaram e bordaram, acreditaram no sindicato e …. se ferraram, esqueceram que além de músicos eles são funcionários regidos pela CLT, como todo “celetista” do Brasil.

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    • 31/03/2011 - 16:40
      Enviado por: anonimo

      Eduardo Nogueira,
      não tenho nome, pq meu nome não interessa.Poderia ter escolhido qualquer um aqui como João ou MAria.Mas escolhi Anônimo.
      Não faço parte do corpo orquestral, apesar de já ter tocado com a OSB sob outra regência.Sou jovem e escolhi outros caminhos pelo qual sou apaixonada além da música..A Justiça.
      http://extra.globo.com/tv-e-lazer/crise-pode-levar-osb-perder-quase-metade-de-seus-musicos-1461192.html
      Pelo que acompanhei…..não se negaram a fazer as audições por incompetência, mas por quererem antes que estas fossem feitas de forma correta e digna.E todos os que se negaram fizeram por companheirismo.
      Estou numa sede em defender amigos e pessoas que admiro , que agora serão demitidos.MAs , ao mesmo tempo, tenho a tranquilidade de que muitos já estão empregados ou estarão por terem capacidade de fazerem boas audições futuras.
      O que me indgna aqui é o desrespeito(principalmente para com os mais antigos) e o julgamento, na maior parte das vezes, desinformado.
      Abraço

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  • 30/03/2011 - 17:30
    Enviado por: James Strauss

    …O arrogante detém total ignorância a respeito da vida, acha-se acima do bem e do mal, não desconfia que o fim dele, depois de muito conviver com a solidão, alem de ser um alivio para muitos, poderá até ser desejado por outros…

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  • 30/03/2011 - 18:36
    Enviado por: Andrea Carvalho Stark

    Prezado João Luiz,

    Não acredito que seja uma nova orquestra, mas sim, o fim. Um sucateamento covarde e inacreditavelmente sob argumentos espúrios não pode mesmo vencer em nada. As perdas são de todos, e o “B” de OSB se tornará de banana mais do que de Brasil. Triste. Minha solidariedade aos músicos. Espero que no primeiro des-conceto da nova temporada o público se mantenha mudo, por protesto e resposta, muitas evidenciadas na petição pública (http://www.peticaopublica.com.br/?pi=OSB2011). E mandem rezar uma missa ao Maestro José Siqueira, fundador da OSB, que deve estar precisando… Amém.

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    • 31/03/2011 - 02:08
      Enviado por: PATRICIA

      VIVA A NOVA OSB REPLETA DE CORAJOSOS E LUTADORES MUSICOS
      FORA AOS COVARDES E PREGUICOSOS MUSICOS

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    • 31/03/2011 - 02:56
      Enviado por: Kurtz

      pode rezar quantas ave marias quiser mas isso não muda a lei, CLT é séria com todo mundo, por que não dever ser com esses caras? Pode me explicar? Metada da orquestra fez a avaliação e outra metade se negou? Quem eles são? Melhores que os outros? Essa OSB tem um histórico preto/negro, já expulsou Tibiriça, Karabtechesvky, o argentino que não me lembro o nome…poo, ninguém serve para eles? Esse sindicato de músicos é que deve ser reponsabilixado pelas demissões pois devia saber as consequencias de violação da CLT

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  • 30/03/2011 - 18:40
    Enviado por: Adriano de Castro Meyer

    Pois é, o final que ninguém desejava e esperava acabou vindo. Por mais que tenha havido exageros de ambas as partes, a demissão sumária de 44 integrantes de uma orquestra soa mais que arbitrário: é truculento, agressivo e autoritário. Infeliz resultado.
    Mas parabéns a João Luiz Sampaio, que diferindo dessa classe de críticos musicais (isso existe??) mostrou os problemas existentes, ao contrário dos outros que se esbaldam em escrever as notícias lindas e maravilhosas naquela revistinha medíocre, deslumbrada e completamente dispensável, a revistinha Prozac, a Contigo da música de concerto.
    E as outras orquestras? Vamos levantar a lebre e mostrar os problemas?? Ou vamos continuar todos delumbradinhos?

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    • 30/03/2011 - 18:51
      Enviado por: joaosampaio

      Adriano, obrigado pelo comentário. Mas, tomemos cuidado: a divergência de opiniões é sadia, sempre, e não pode servir para desmerecer o trabalho de profissionais que batalham pelo meio musical brasileiro há décadas. Abraços

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  • 30/03/2011 - 18:41
    Enviado por: Andrea Carvalho Stark

    Prezado João Luiz,

    Não acredito que seja uma nova orquestra, mas sim, o fim. Um sucateamento covarde e inacreditavelmente sob argumentos espúrios não pode mesmo vencer em nada. As perdas são de todos, e o “B” de OSB se tornará de banana mais do que de Brasil. Triste. Minha solidariedade aos músicos. Espero que no primeiro DES-CONCERTO da nova temporada o público se mantenha mudo, por protesto e resposta, muitas evidenciadas na petição pública (http://www.peticaopublica.com.br/?pi=OSB2011). E mandem rezar uma missa a alma do Maestro José Siqueira, fundador da OSB, que deve estar precisando… Amém.

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  • 30/03/2011 - 18:45
    Enviado por: leila

    É mto triste, grandes profissionais, mestre da música.
    Dedicaram uma vida toda na música e agora demitidos. É lamentável….

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    • 31/03/2011 - 02:46
      Enviado por: Noqueira

      Se dedicaram a vida inteira então está na hora de aposentar e dar lugar para gente nova e muito mais competente. Pode ter certeza que um músico que já tocou 20, 30 ou até 40 anos em uma orquestra já não é o mesmo. Afinal de contas, eles não estào sendo demitidos por incompetencia musical mas por não acatarem as regras. Se vc está aqui neste blog vc deve conhecer a situacão de São Paulo. Tivemos um vulgo maestro, Sr. Alex Klein na OSMSP que foi um tirano, foi um trator, eliminou, demitiu mais da metade do coral paulistano e ninguem se manifestou a respeito. Músicos da OSMSP não tem contrato CLT, sálarios atrazam e ninguém fala nada. Por que tanta proteção a esses foras da lei da OSB? Por que são cariocas? São melhores que outros? Isso é tudo falácia….

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    • 31/03/2011 - 18:21
      Enviado por: Lorena Carvalho

      Sabe o que é mais triste? Ir a um concerto da osb e ver violinista que não consegue nem segurar o arco direito! É ver pessoas defendendo esses músicos medíocres preguiçosos que não sabem mais se dedicar a música. Se a FOSB não tivesse planos melhores para essa orquestra e tivesse feito essas audições sem mudança alguma, teríamos motivos para acharmos ruim o que está sendo feito. Mas acaso um aumento de salário é uma questão para se queixar? Quem é que não gosta de receber um aumento? Para isso tem um custo da parte do funcionário também, oras!
      O público, minha gente, está se esquecendo de levar em consideração quais são os planos para essa orquestra.
      Sim, é lamentável ver pessoas sendo demitidas. Mas todos ali tiveram a sua chance. Poderiam ter se beneficiado mesmo com a demissão voluntária se achavam que não estavam preparados para uma audição. Vergonhoso! Vergonhoso!

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    • 31/03/2011 - 19:37
      Enviado por: anonimo

      Sr Lorena,
      me admira a prepotência com que fala e decreve os músicos da OSB.”não consegue segurar o arco’?
      Bem, não sei quem vc é, que instrumento toca ou se é amadora, espectadora…
      MAS se for musicista e se candidatar a uma vaga na OSB, farei questão de estar presente em sua audição.Se este for mesmo seu nome, gravarei.
      Já assisti uma audiçao para ingresso ã OSB e garanto que pessoas excelentes com experiência internacional não ingressaram.Mas vc poooode né?Deve ser excelente no que faz!
      PArabéns!

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    • 31/03/2011 - 20:20
      Enviado por: Lorena Carvalho

      Enfim…acompanho a OSB há muito tempo. Hoje sou amadora somente, alguém que paga para assistir concertos e preza pela melhor qualidade. Se falei de músicos que não sabem segurar o arco direito é porque já vi isso. Tenho o conhecimento básico de algumas coisas na música porque já estudei há muito tempo.
      Acho que ninguem aqui tem que dar satisfações, sr anonimo. Estou expondo a minha opinião sobre essa situação caótica que foi causada por esses músicos. Uma pessoa inteligente que fica a par da situação logo percebe a atitude medíocre dos músicos rebeldes da OSB…

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  • 30/03/2011 - 18:46
    Enviado por: Anônimo

    Isso é muito triste. Muito triste mesmo. Pra quem dedicou a vida inteira à música e pra quem ainda tem a vida toda pela frente, como eu, de 26 anos. O choque é tão grande que não dá nem pra articular uma frase com a outra. Tenho certeza O sr. Minczuk e o sr. de Carvalho vão colher frutos podres no futuro, pois só isso pode vir dessas sementes asquerosas que eles estão plantando na OSB, terreno que sempre foi muito fértil.

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    • 30/03/2011 - 19:32
      Enviado por: alexandre

      ACORDA….vc foi levado por um bando que nao quer seu bem e sim o bem proprio…se vc é jovem…nao caia mais em ciladas como estas ….estude ..vc poderia ter feito uma excelente avaliacao ja que é jovem e tem potencial….em qq lugar do mundo….as pessoas sao availiadas ….e qdo bem availiadas ganham bem e ai podem investir mais e mais nelas mesmo…estes lideres da OSB que levaram vcs a tomar esta atitude ja nao contribuem mais mas vc que é jovem ainda tem um futuro brulhante,,,,,

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    • 31/03/2011 - 04:43
      Enviado por: anonimo

      Sr ou Sra Anonimo,
      és minha chará…rsrs
      em um ponto o sr Alexandre acertou.Não desita nunca.Há muitos músicos brasileiros fazendo bela carreira musical fora do país.Vc pode se especializar no exterior, pode se especializar aqui no Brasil tb, com excelentes profissionais.Continue tocando cada vez mais.
      Não se preocupe! A OSB perdeu grandes músicos e colherá sim seus frutos.

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    • 31/03/2011 - 18:53
      Enviado por: Lorena Carvalho

      Sr. Anonimo,
      certamente os frutos que esses maestros colherão não serão podres. É preciso muita coragem pra fazer o que está sendo feito, já sabendo do histórico que essa orquestra apresenta. É muito amor à música para eles não se acomodarem e buscar um melhor desempenho para os seus ouvintes. Além de tudo, é querer fazer dos músicos da OSB dignos de receberem um salário ainda melhor que será oferecido a eles em um futuro próximo.

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  • 30/03/2011 - 18:47
    Enviado por: Silvia Esteves

    Resumiu muito bem João Sampaio: todos perdem. Nenhum resultado é positivo quando existe truculência de ambas as partes. Um pouco de humildade não faria mal a ninguém, e todos, de um certo modo, ganharíamos. Mais uma rasteira na tão pouca cultura brasileira…

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    • 31/03/2011 - 02:51
      Enviado por: Frederico

      Todos perdem? Nada disso, todos ganham, sào mais vagas de trabalho que foram geradas uma vez que muitos da OSB já são idosos, aposentados e já estavam na hora de pendurarem a chuteira. Toda punição é dura mas nesse caso houve muito desrespeito por parte desses músicos, xingaram, caluniaram e ainda pensaram que iriam sair dessa numa boa? Faz isso onde vc trabalha, discorde das ordens do teu chefe, e se ele não gostar mais de vc ele pode te mandar embora, demitir a ququer momento, por que isso não pode na OSB? Afinal esses que foram demitidos são funcionários de uma instituição, não importa se privada ou pública. Brasileiros precisam mudar essa mentalidade que não existem leis e que tudo poder ser empurrado com a barriga, acorda, estamos em 2011.

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  • 30/03/2011 - 18:57
    Enviado por: Carlos Roberto Viana

    É por isso que as crianças de hoje não estão nem aí para aprenderem a estudar um instrumento musical. Este é o Brasil que essa gente quer.

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  • 30/03/2011 - 19:26
    Enviado por: alexandre

    Inacreditavel como os estes “musicos “da OSB acham que sao seres superiores. Eles nao pensam 1 segundo na evolucao para uma melhoria coletiva. Eles trabalham pouquissimos e estao mais é preocupdados em nao ter problemas. O pior é que com certeza destes todos demitidos, a maioria nao concordava mas tem que seguir os lideres.
    Agora ….teremos a melhor orquestra do mundo na cidade do Rio de Janeiro…a OSB com nivel internacional com musicos querendo melhorar sempre e nao acomodados….VIVA A OSB que sai perdendo como todos pois claramente perdeu musicos que foram obrigados a seguir os lideres …mas fortalecida….

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    • 31/03/2011 - 01:07
      Enviado por: Guilherme Reis

      Sr Alexandre
      O senhor é músico? qual é o seu nome verdadeiro? dedicou-se quantos anos a música? tocou em orquestra? o que o Sr conhece de música? O Sr ja deixou de pagar seu aluguel para se4dimentar uma orquestra? acaso seus amiguinhos estão colaborando para esse desmanche da Orquestra Sinfonica Brasileira? Se o Sr não é apenas um laranja a serviço dos desmanchadores da orquestra mais tradicional do Brasil, diga seu nome e apresente suas credenciais. O mais triste não é ver a derrocada de um dos maiores patrimonios culturais brasileiros, o mais triste é ver ratos como o senhor se alegrando num momento tão trágico como esse.

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    • 31/03/2011 - 02:39
      Enviado por: Paulo Observador

      O Sr. Alexandre é no mínimo uma topeira. Com que capacidade técnica ele acha que fazendo audições se melhora um corpo de músicos. Uma orquestra é um conjunto. Existem os virtuosos, os talentos e os excelentes. Mas nunca todos são virtuosos. Isso não existe em nenhuma orquestra no mundo todo.

      Voce acha que só porque assina a OSB pode desmerecer os profissionais que nela tocaram? Faça-me o favor hein! Vou julgar a sua vida pessoal e profissional sem conhece-lo. Seria justo.

      Já que voce assina a OSB seria bom que ajudasse a reconstrução da mesma. Acusou uma jovem musicista e seu pai de derrotados. Afirmou que músicos sairam porque foram obrigados, não sabe é de nada. Os que não quiseram sair estão lá.

      Penosa a sua avaliação. Mostra se de uma criatura sem a menor elevação para com o próximo. Deve ser um daqueles ranzinzas solitários. Se enxerga

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    • 31/03/2011 - 08:39
      Enviado por: Edegar Samuel

      Como é bom quando pessoas responsáveis tomam iniciativas deste tipo, lutando contra o corporativismo, contra o morasmos profissional, etc.. Parabens a OSB pela atitude.

      Este procedimento deve se estender a todo funcionalismo publico, provas a cada dois anos com avaliações tão criteriosas quanto aos dos concursos admissionais (observando as características da idade). Quando um policial, bombeiro e tantos outros fazem provas físicas severas em sua admissão, depois de pouco tempo muitos estão obesos ou sem o minimo de preparo físico para exercerem suas função, são meros figurantes, o mesmo acontece com a parte intelectual. Acorda Brasil, O diretor da OSB dese ser indicado para o Ministério da Educação, novamente Parabéns OSB.

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    • 31/03/2011 - 12:16
      Enviado por: anonimo

      Sr, Edgar Samuel
      “Na China e no Japão, a velhice é sinônimo de sabedoria e respeito.
      Na tradição japonesa é festejado de forma solene o aniversário do idoso.
      No Japão, o Dia do Respeito ao Idoso (Keiro no hi) é comemorado desde 1947, na terceira segunda-feira de setembro, mas foi decretado como feriado nacional apenas em 1966.

      Desmistificar as causas de criação de mitos e falsos parâmetros a cerca da velhice no Brasil; Reconhecer a potencialidade laborativa dos idosos sua saúde, energia e criatividade.Reconhecer que o envelhecimento deve ser visto como o alcance de certo patamar de desenvolvimento humano, indicado pela presença de papéis sociais e de comportamentos considerados como apropriados ao adulto mais velho, designando-lhe adjetivos como experiente, prudente, paciente, tolerante, ouvinte, e acima de tudo sábio.”

      http://longevidade-silvia.blogspot.com

      Reconheço que muitos estavam em idade de se aposentar, mas que esta fosse feita de forma digna. No Japão, e posso garantir por me relacionar com pessoas que lá moram,muitos idosos continuam a trabalhar.Eles não param aos seus 70 e poucos anos e são referenciados e respeitados por muitos jovens.
      MAs o Japão nem produz nem é evoluído como o BRasil, não é Sr Edgar?
      Com certeza um país que incentiva os jovens a derrubarem seus “oponentes”mais idosos, que incentiva o jovem a só pensar por si.Esse Brasil que vc e muitos querem…esse sim vai crescer.Vai crescer para o buraco!
      Lamento muito neste momento ser brasileira.
      Mas …não desisto nunca!

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  • 30/03/2011 - 19:30
    Enviado por: Cesar Masano

    Proponho uma avaliação dos funcionarios e direção da OSB. Com certeza, caso o fizessem,o resultado seria muito pior que qualquer escrocada ou desafinação de músicos. Faltam a eles basicas nocoes de Politica e administracao Cultural. Falta bom senso e respeito ao próximo.
    Estes funcionarios e diretores, assim como os 44 demitidos, têm nomes, são pessoas. Pessoas formam organizações, Congresso Nacional, ONGs, Partidos, empresas, OSBs… vale a pena guardar o nome de algumas delas.

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  • 30/03/2011 - 19:39
    Enviado por: marcelo almeida

    Para os músicos que não querem se submeter a avaliações de performance e ter estabilidade eu sugiro entrar no serviço público.

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    • 30/03/2011 - 22:07
      Enviado por: Ana Catarina

      Estes músicos se submetem a avaliação semanalmente em concertos da OSB, alguns com 35 anos de avaliação semanal. Em nenhuma outra orquestra do planeta isso é feito e se vc soubesse do que de fato aconteceu, saberia que maestros e diretores das melhores orquestras da Europa e EUA mandaram cartas para a direção e maestro da OSB mostrando seu repúdio à artimanha e arapuca que criaram, pedindo para revissem essa atitude. Será que todos esses estão errados e só o maestro da OSB está correto?

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    • 31/03/2011 - 01:35
      Enviado por: marcelo almeida

      Ana,

      se os músicos são avaliados semanalmente qual é o problema de participar de mais uma avaliação?

      O grande problema vc sabe qual é e até já mencionou na sua réplica. O grande problema são os músicos com 30 anos de orquestra que se acomodaram e que não têm mais a qualidade que deveriam.

      Postura típica é do músico demitido da OSB que comentou aqui no blog que a situação toda é absurda porque ele tem 30 anos de casa, está quase se aposentando e já passou por exame na década de oitenta com fulano de tal.

      Não é assim que funciona. Músico com essa postura toca mal. Qualquer profissional com essa postura exerce mal suas atividades.

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    • 31/03/2011 - 04:31
      Enviado por: anonimo

      Bem…imagine um jogador de futebol que vc considere Fenômeno(não precisa ser necessariamente o Ronaldinho, para mim, por exemplo, penso no Pelé).O jogador mostra seu desempenho em campo a cada jogo, assim como é avaliado por seus técnicos constantemente.Seria coerente chegar antes de uma temporada de jogos e propor ao jogador uma nova avaliação?Sendo que este já mostra seu desempenho em campo.Os tecnicos conhecem seus jogadores.Respeitam seu tempo e suas necessidades.Assim como os maestros conhecem seus músicos.
      O fato tb de um músico ter mais tempo de carreira e acreditar ter crédito por isso, não o faz um mau músico.Porque experiência musical se adquire com o tempo.O jovem pode ser um virtuoso, mas experiência de orquestra não brota do dia para a noite.
      Acredito ser difícil para um leigo entender o que realmente é a carreira musical.
      Espero ao menos que tenham respeito pela classe e entendam que os processos são diferentes do que o de qualquer outra carreira.

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  • 30/03/2011 - 19:43
    Enviado por: Flávia Balieiro Lodi

    É assim que continuamos perdendo, cada vez em maior dimensão e em velocidade acelerada, nossa cultura brasileira, nossa contracultura, pois esse é um movimento mundial, que começou fazendo escola (de maestros) na “América” e vai destruindo nossa maneira de ser, nosso direito de pensar e existir. É o fim!!!

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  • 30/03/2011 - 20:03
    Enviado por: Louis Atella

    GENTE ISTO E NORMAL NO MUNDO TODO. O BOM MUSICO NAO TEM MEDO DE AUDICAO. SE DEIXAR VAO COLOCAR O LULA PARA TOCAR PIANO SO PORQUE ELE MANDA NO BRASIL. CHEGA DE MUSICO QUE TOCA DE OUVIDO FILIADO AO PT. LA FORA VEMOS GENIOS TOCANDO DENTRO DO METRO NO INVERNO E NAS ESQUINAS NO VERAO. IMAGINA OS MUSICOS QUE TOCAM EM ORQUESTRA. FAZ FAVOR CHEGA DE EMPREGUISMO. TEM QUE MANDAR TODOS VAGABUNDOS PRA RUA E COLOCAR QUEM ESTUDA SERIAMENTE!
    FALO ISTO PORQUE SOU PRODUTOR FORA DO BRASIL HA 10 ANOS TRABALHANDO COMM A UNIVERSAL NOS ESTADOS UNIDOS!

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    • 30/03/2011 - 22:00
      Enviado por: Ana de Oliveira

      Sr. Louis Atella,

      Não vou entrar no mérito de sua desinformação, pois não me diz respeito.
      Por falar em respeito, me parece que desconhece esta palavra, é chocante sua maneira de adjetivar pessoas dignas, pais de família com o termo vagabundos.
      Parece que sua vivência na Universal nos EUA não lhe trouxe educação e seu comentário ofensivo deveria ser denunciado como abuso.

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    • 02/04/2011 - 15:33
      Enviado por: PauloR

      Amigo…tente fazer uma “audição” dessas numa orquestra Americana ou Européia…esperando os músicos entrarem em férias pra depois divulgarem a audição…Músico nenhum…ao menos os sérios…aceitariam um absurdo desses. Ser produtor é uma coisa…ser músico…que estuda horas a fio…que toca em vários lugares…no Brasil…onde a cultura esta além da última das opções…onde a politicagem reina absoluta… é outra coisa. Procure, antes de falar, se inteirar das circunstâcias que envolvem cada caso para não correr o risco de ser “leviano e ignorante”… !

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  • 30/03/2011 - 20:04
    Enviado por: Nayran Pesanha

    Sou um desses músicos demitidos da OSB. ¨Sessenta anos de idade e trinta e tantos anos de orquestra. Lamentável chegar a esse ponto da carreira, na beira da aposentadoria e ser tratado dessa forma. Entrei para a OSB através de concurso com duas provas, uma instrumental e outra de solfejo e ritmica, avaliado pelo maestro Guerra-Peixe na época. Agora me vem com essa avaliação de desempenho como se fosse algo usado nas orquestras internacionais…..é de fazer rir. A proposta é tão absurda que não tenho mais o que dizer, apenas lamentar a destruição de uma instituição cultural brasileira que pertence a todos nós, por um individuo mitificado pela mídia e pelo dinheiro. Esse é o meu Brasil e assim são tratados os seus artistas!

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    • 30/03/2011 - 23:08
      Enviado por: luisa

      Gostaria de saber o motivo pelo qual se negou a fazer a audição… afinal, vc fez o teste para entrar na Orquestra há 30 anos.

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    • 30/03/2011 - 23:59
      Enviado por: um cara que vai para rua se não trabalhar bem

      O seu tipo de discurso, “tenho direitos especiais já que”:

      - faz décadas que trabalho aqui
      - passei em concurso muito difícil para estar aqui
      - fui avaliado por fulano de tal para estar aqui

      coincide com o dos piores profissionais com quem eu já trabalhei.

      Se vc tivesse citado:

      - as horas de dedicação diária
      - os seus trabalhos recentes incluindo o de orientados
      - planos futuros (a não ser se aposentar)

      eu poderia ter alguma simpatia por vc.

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    • 31/03/2011 - 01:39
      Enviado por: anonimo

      Muitos músicos, mesmo tendo a certeza de seu bom desempenho numa prova de avaliação, não a realizaram por reconhecerem procedimentos errôneos nesta.A questão não era a avaliação, mas a intenção por trás dela.
      Sr NAyran, tenho a certeza que sua avaliação comprovaria sua excelência.
      E caso a decisão subjetiva do maestro fosse contrária…seus direitos e dignidade deveriam ter sido honrados.
      O senhor contribuiu muito para a música brasileira através da OSB e como mestre de muitos.Tenho certeza de que continuará a contribuir.

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    • 31/03/2011 - 03:29
      Enviado por: Trofim Chudak

      Lamentável esse tipo de discurso do Sr. Pessanha, direitos especiais? Será que o Sr. acha que a OSB é o parlamento? O TJ?

      Realmente a única coisa que tenho a dizer é que como o Sr. pode acreditar nesse sindicato? Nas açoes da sua comissào de músicos? Ele o Sindicato foi que levou o Sr. a ser demitido? Com trinta anos de orquestra o Sr. já deveria saber tocar muita coisa de memória.

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  • 30/03/2011 - 20:05
    Enviado por: Deusenil

    Seria a hora de nenhum musico se candidatar a essas vagas,que triste fim…que trágico começo…meus pesames aos cartolas da musica!!!

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  • 30/03/2011 - 20:17
    Enviado por: NaoDigo

    Poxa,quem me dera trabalhar em um lugar onde eu pudesse dizer que nao quero ser avaliado pelo meu trabalho.Melhor que isso,quando for avaliado tem que ser da maneira eu eu acho certo.

    …risos…

    Bricandeira a parte, Qual seria a “falta” de legalidade nas audicoes.Se o cara pede para voce tocar e voce “sabe” tocar qual e o problema?

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    • 31/03/2011 - 00:30
      Enviado por: claudio

      Meu amigo o musico ele é avaliado diariamente e sua produção é sentado atrás de uma estante tocando quem não rende ta fora o que fizeram foi desrespeitoso com o que cada um daqueles musicos representava para nós seus alunos e detalhe a maioria dos demitidos eram os principais da OSB solistas e chefes de naipe pessoas com um histórico de vida e bagagem, muitos daqueles senhores com seus 65 anos talvez não tivessem resistencia para tocar um concerto de mozart todo pela idade avançada, mas na estante num concerto eles faziam e fazem a diferença, o maior problema da OSB esta no pódio regendo, quer melhorar o nível troque o maestro, todos os concertos com regentes internacionais a orquestra cresceu e tocou melhor com o mesmo repertorio então o problema está a onde?

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    • 31/03/2011 - 02:40
      Enviado por: anonimo

      Qual o problema?
      Assista as próximas audições da OSB…se forem abertas.E tire sua conclusão.
      NA música, na arte…toda a avaliação é subjetiva.
      Como vi alguns dizerem…o bom seria entrar para um emprego público, para adquirir estabilidade e se acomodarem…?
      Bem, na área pública também existem avaliações periódicas,porém dentro de parâmetros definidos.Os quais são seguidos(na maioria das vezes) por terem respaldo na lei.
      E a OSB…e seu estatuto?

      Se a intenção era avaliar o desempenho ou melhorar este….que fossem respeitados critérios para tal avaliação e ouvida a voz dos músicos.Respeitado o tempo de preparo e feita comunicação justa.

      Melhora-se uma orquestra com incentivos, com cursos de aperfeiçoamento.Com respeito a seus mais antigos componentes e sua grande história!

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  • 30/03/2011 - 20:20
    Enviado por: NaoDigo

    Pelo o Tema da Star Wars ficou legal :)

    http://www.youtube.com/watch?v=V8wD8ZqZ8fQ

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  • 30/03/2011 - 20:28
    Enviado por: Rodrigo

    Eu me sinto obrigado a discordar de muito que foi dito aqui.
    É fato que essa não foi a melhor solução que poderia se esperar.
    Contudo, o fato é que a orquestra é composta de profissionais, e o bom andamento da orquestra depende diretamente da qualidade desses profissionais.
    Ora, nos parece mais do que lógico que os dirigentes da orquestra necessitem realizar procedimentos para averiguar “a quantas anda” a qualidade desses profissionais.
    Além disso, eu não consigo deixar de comparar essa orquestra a um órgão público. Vejam bem, eu como funcionário público posso dizer que não consigo imaginar empregados mais acomodados do que os funcionários públicos, isso porque a maioria deles se sentem acima do bem e do mal, resguardados de qualquer possibilidade de terem seu contrato rescindido.
    Pelo visto, as mesmas pessoas que acham que no Brasil nada funciona direito (em grande parte por causa desse setor público ineficiente), acham que é mais do que normal uma orquestra em que os músicos se acham “hors concours” que não podem ser submetidos a qualquer avaliação.
    Ora, a música é um exercício constante, e um ambiente em que seus colaboradores se tornam titulares irrevogáveis da cadeira é um ambiente propício ao ócio e ao acomodamento, o que vai de encontro com a idéia de exercício constante.
    Eu realmente me questiono sobre quantos funcionários que se submeteram aos testes aplicados pela orquestra foram demitidos.
    Um outro ponto digno de nota é que a culpa do desinteresse dos jovens em estudar música está muito mais ligada à sociedade consumista e imediatista em que vivemos, do que à situação das orquestras.
    Por fim, eu me sinto obrigado a rechaçar esses clamores integralistas por uma orquestra BRASILEIRA. Essa “xenofobia” é patética e facilmente afastada se se analisarem as grandes orquestras mundo afora. Pela lógica apresentada, eu devo esperar que na BPO eu encontre só alemães e na CSO só americanos?
    Enfim, é por causa de extremismos como esses que a situação da OSB chegou onde chegou.

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    • 30/03/2011 - 22:48
      Enviado por: michel

      Pois é, assim como está acontecendo com a OSB, deveriam abrir disponibilizar todos os cargos da repartição onde vc trabalha, e abrir concursos para contratação de funcionários alemães. Aposto que vai assim o funcionalismo público brasileiro vai alcançar um patamar de “excelencia”…

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    • 31/03/2011 - 02:52
      Enviado por: anonimo

      Pois é….quem sabe não e elegerão um presidente estrangeiro nas próximas eleições?
      …o que vem do Brasil não parece ter excelência.

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  • 30/03/2011 - 20:40
    Enviado por: Maria

    Uma pena acontecer isso no Brasil.
    A musica classica ja nao e difundida neste pais como deveria (o que e uma pena) e com a perda desses musicos…muito triste.
    Meus pesames para a Fundacao OSB

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  • 30/03/2011 - 20:41
    Enviado por: Eddie Sampaio

    É uma pena que tenha sido esse o desfecho. Por outro lado, não vejo como problema a implantação das audições. Afinal, profissionais são profissionais e, portanto, não é nenhum demérito avaliações rotineiras. Além disso, avaliações sempre são boas para aprimoramento. Em música então, nem se fala. Quem é músico sabe que o estudo um dia começou mas nunca terminará. Torço por uma orquestra cada vez melhor! Como as que a gente vê no primeiro mundo, na Rússia e, agora, na China.

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  • 30/03/2011 - 20:50
    Enviado por: Sapiando

    Pelo jeito a orquestra brasileira virou um quarteto de cordas…:-(

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  • 30/03/2011 - 20:58
    Enviado por: anonimo

    O maior problema da OSB continua, bem ali a frente dos músicos, com seu autoritarismo e desumanismo já conhecido em outros tempos, desde outras orquestras.Pessoa que só é reconhecida como bom regente no Brasil por falta de concorrencia…destruidor de lares!!

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  • 30/03/2011 - 21:44
    Enviado por: marcos

    é chato que isso se passe com a osb. das orquestras brasileiras que tive a oportunidade de escutar ela somente perde para a osesp. agora, o necessário era fazer uma limpeza na orquestra do municipal do rj, começando pelo maestro. será que ninguém percebe?

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  • 30/03/2011 - 21:53
    Enviado por: Leopoldo Miguez

    E quando será a avalição do MAESTRO???? Ele não é músico também???
    Ora… ORA….

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    • 31/03/2011 - 03:31
      Enviado por: Josué

      avalição? Seria muito dificil fazer isso uma vez que essa palavra não existe no idioma português

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    • 31/03/2011 - 14:06
      Enviado por: anonimo

      É Leopoldo, o Maestro faz parte do corpo orquestral…e não é jovem…possui bom tempo de profissão.MAs não será avaliado.
      Ele se recusa a ser avaliado?Se assim for, tb não deveria receber carta de demissão por justa causa?
      E aos que reclamam que há muitos idosos na OSB….pq nao substituir o maestro por um bem jovem, melhor ainda, um maestro originalmente estrangeiro.Muitos maestros estão esperando oportunidade de trabalho tb.No Brasil e no Mundo.

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    • 31/03/2011 - 21:01
      Enviado por: Anonimo

      Até parece que alguém com o currículo do maestro Minczuk precisa de avaliação!
      Pra quem o conhece, acompanha o trabalho desse grande maestro e não tem inveja sabe do que eu estou falando.

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    • 01/04/2011 - 11:09
      Enviado por: anonimo

      HAhahaha
      o maestro tb é músico.!O currículo dele é muito bom sim.Assim como o currículo de muitos músicos que estão na OSB e fora dela.Assim como de muitos maestros que não regem hj a OSB.
      Se bem que tem muito maestro por ai com curículo melhor…garanto.

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    • 01/04/2011 - 12:55
      Enviado por: anonimo

      O público quer excelência?Os assinantes tb?
      Eu tb sou parte do público.
      Que tal então Kurt Masur para maestro da nova orquestra? Currículo booom!
      E ele também é tão fofiiinho.
      Opa…é velho demais?
      Ahhh….não deve poder.

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  • 30/03/2011 - 22:00
    Enviado por: Cosme Silveira

    Creio que o assunto não foi devidamente analisado pelos juízes que consideraram legítimas a avaliação proposta e da forma como foi imposta. A OSB tem uma história e dentro de seus setenta anos jamais houve este tipo de avaliação coletiva. A avaliação coletiva não é comum em orquestras. Este fato deveria ter sido observado pelo juiz. A OSB é um conjunto representativo da cultura brasileira, tem história, tem memória, seus músicos ajudaram a construir seu nome e identidade. A direção da OSB está equivocada e perde o maior de seu patrimônio, a experiência de seus músicos.
    A OSB não é privada, leva o nome do Brasil, dinheiro público, renúncia fiscal, sua nova sede foi construída pela Prefeitura do RJ (se não me engano). A OSB é do Brasil, não é de um bando de inconsequentes. Os músicos merecem respeito e, se há necessidade de reciclagem, que se dê condições para tal.
    Interessante, foi divulgado pelo Minczuk que os músicos tocam em diversas orquestras (graças a Deus). Sim, nós músicos temos de tocar em vários empregos para garantir nossa sobrevivência digna. Foram esses trabalhos que permitiram aos músicos manter a OSB funcionando em suas inúmeras crises financeiras. É uma correria que só o músico sabe o peso e stress causados.
    Interessante, o Minczuk, apesar de ganhar uma pequena fortuna, ainda rege a OSTM (teatro Municipal) e uma orquestra canadense (creio), além de aceitar inúmeros outras “guigues”. Ele é um amante da música? Faz isso sem esperar remuneração? Tem necessidade de enriquecer com a música? São perguntas que lanço. Para mim, se ele quer vestir a camisa da OSB, que vista de verdade. Largue seus demais empregos, e corra o risco de um dia ser demitido e ficar desempregado, procurando emprego.
    Infelizmente, vivemos o “mito do maestro”. Batuta não faz som. Os músicos cansam de salvar concertos que poderiam ser um desastre, pois maestros erram.
    Parabéns aos músicos por sua luta. É apenas o começo e a OSB sairá ganhando. A OSB é vocês, não é de um pequeno grupo de “amantes/mecenas” da música que a administra movido a vaidades e interesses.

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  • 30/03/2011 - 22:02
    Enviado por: Cosme Silveira

    Creio que o assunto não foi devidamente analisado pelos juízes que consideraram legítimas a avaliação proposta e da forma como foi imposta. A OSB tem uma história e dentro de seus setenta anos jamais houve este tipo de avaliação coletiva. A avaliação coletiva não é comum em orquestras. Este fato deveria ter sido observado pelo juiz. A OSB é um conjunto representativo da cultura brasileira, tem história, tem memória, seus músicos ajudaram a construir seu nome e identidade. A direção da OSB está equivocada e perde o maior de seu patrimônio, a experiência de seus músicos.

    A OSB não é privada, leva o nome do Brasil, dinheiro público, renúncia fiscal, sua nova sede foi construída pela Prefeitura do RJ (se não me engano). A OSB é do Brasil, não é de um bando de inconsequentes. Os músicos merecem respeito e, se há necessidade de reciclagem, que se dê condições para tal.

    Interessante, foi divulgado pelo Minczuk que os músicos tocam em diversas orquestras (graças a Deus). Sim, nós músicos temos de tocar em vários empregos para garantir nossa sobrevivência digna. Foram esses trabalhos que permitiram aos músicos manter a OSB funcionando em suas inúmeras crises financeiras. É uma correria que só o músico sabe o peso e stress causados.

    Interessante, o Minczuk, apesar de ganhar uma pequena fortuna, ainda rege a OSTM (teatro Municipal) e uma orquestra canadense (creio), além de aceitar inúmeros outras “guigues”. Ele é um amante da música? Faz isso sem esperar remuneração? Tem necessidade de enriquecer com a música? São perguntas que lanço. Para mim, se ele quer vestir a camisa da OSB, que vista de verdade. Largue seus demais empregos, e corra o risco de um dia ser demitido e ficar desempregado, procurando emprego.

    Infelizmente, vivemos o “mito do maestro”. Batuta não faz som. Os músicos cansam de salvar concertos que poderiam ser um desastre, pois maestros erram.

    Parabéns aos músicos por sua luta. É apenas o começo e a OSB sairá ganhando. A OSB é vocês, não é de um pequeno grupo de “amantes/mecenas” da música que a administra movido a vaidades e interesses.

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    • 31/03/2011 - 02:30
      Enviado por: Damião

      A OSB não representa o Brasil e tão pouco essa banda de músicos da OSB não representam os músicos do Brasil. A verdade é que estão tentando mudar as regras da CLT? O que é isso? Temos duas classes de cidadãos nesse Brasil? Todos sabem que músicos de orquestra no Brasil são igual uma máfia, se vc quer entrar não consegue e se mexe com eles a coisa fede. Vergonha para o sindicado dos músicos e para a comissão da orquestra, que se mostrou totalmente incompetente e levou metade da orquestra para a demissão.

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    • 31/03/2011 - 03:23
      Enviado por: Trofim Chudak

      A OSB não representa o Brasil e nunca representou o Brasil, dizer que isso envolve todos os músicos do Brasil é mentira. Esses músicos são na grande maioria idosos, aposentados, está na hora de dar lugar para gente nova.

      Se não se submeteram a avaliação era então porque não tinham competencia, em qualquer lugar se vc não tem o perfil ou não é competente vc é convidado a se retirar.

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    • 31/03/2011 - 12:23
      Enviado por: anonimo

      Ué, Trofim Chudak…
      que fossem então convidados a se retirar e tivessem seus direitos garantidos.
      Teria sido muito mais simples e digno da parte do Maestro e da FOSB.

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    • 31/03/2011 - 15:33
      Enviado por: Moisés Trabuco

      Para o anonimo ai que comentou o Cosme:

      Vc realmente está por fora, olhe aqui o que foi proposto para eles aceitassem a se retirar sem fazer a avaliação:

      http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110329/not_imp698658,0.php

      “caso aceitassem o PDV, como a extensão do plano de saúde e o pagamento de salário (variável de acordo com o tempo de OSB), além da concessão de 40% do saldo do fundo de garantia”

      Eles veementemente rejeitaram isso, preferiram ir ao extremo, por que? Será que são ricos ou tem conexões em Brasilia que vão mudar a lei só para eles? Ou o sindicato deles tinha uma idéia melhor

      Eles rejeitam, você já pensou nisso? Era uma super proposta. Tem nego em orquestra do Brasil, em Sào Paulo mesmo, que não tem nada disso, aposentadoria, beneficios e etc, se forem dispensados saem com uma mão na frente e outra atrás.

      Poderia me explicar o que esse 41 tem de melhor que todo o brasileiro comum? Que é dispensado todo dia por menos que isso? Se isso fosse na Volks ou na Ford já estava todo mundo demitido há muito tempo, e não venha me dizer que ‘s só peão que trabalha nessas firmas, são engenheiros, designers, projetistas, torneiros, gente muito qualificada que senão seguir as normas da Cia são punidos.

      Chegue fora do horário todo dia no seu trabalho, tente isso? Se vc não levar uma advertencia pode ser até demitido, regras são regras.

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    • 31/03/2011 - 18:58
      Enviado por: anonimo

      Bem, Moisés Trabuco
      eu concordei com o Cosme e refutei Trofim Chudak.Escrevi…
      “que fossem então convidados a se retirar e tivessem seus direitos garantidos”, pq como muitos já sabiam, haveriam demissões.Acho que teria sido mais justo que estas tivessem sido feitas diretamente sem que fizessem o corpo orquestral passar por tudo isso.
      Mas isso é minha opinião.
      Bem…segundo a reportagem que postou…já lida por mim anteriormente.
      “A fundação que mantém a OSB não enviou representante à mesa-redonda com os músicos, que seria mediada pelo Ministério do Trabalho. Ao Estado, a fundação informou que havia comunicado aos músicos que não compareceria à mesa por entender que a proposta final já havia sido entregue e por não concordar com a realização de mais uma rodada de discussões. Restaria aos músicos, portanto, aderir ou não ao PDV.”
      Houve negociação???MEsmo com o apoio do Ministério do Trabalho a sentença já estava decidida???
      “Eles veementemente rejeitaram isso, preferiram ir ao extremo, por que? ”
      Bem , isso eu não sei….nada foi concretizado ainda.É possível, e para alguns preferível, recorrer à Demissão por justa causa. Acredito que o Sindicato (http://www.sindmusi.com.br/) e bons advogados devem orientá-los para o melhor.
      O que esses 41 tem de melhor que todo o brasileiro comum? Nada
      Simplesmente estão lutando por seus direitos.Realmente, demissões ocorrem aos montes em todo o Brasil e graças a Deus temos o respaldo da Justiça Trabalhista.
      Não existe ninguém melhor , nem mais nem menos injustiçado. Existem fatos que serão averiguados e arbitrados no seu devido tempo,e respondidos juridicialmente (espero).
      Os artigos 482 e 483 da CLT estabelecem as situações em que o empregado pode ser demitido por “justa causa” O empregador tem que provar que foi uma falta grave, atual e praticada pelo trabalhador.Citaria também os artigos 492 ao 495 da CLT.
      O empregado ao aderir ao PDV, inegavelmente toma a iniciativa da rescisão, ou seja, bem ou mal não se pode negar que tenha manifestado livremente sua vontade de deixar o emprego. A hipótese em tudo se assemelha ao pedido de demissão (só que premiado com indenização baseada no tempo de serviço).Assim,
      permanece intacta a faculdade de postular em Juízo diferenças pecuniárias de direitos não mencionados explicitamente no instrumento de quitação.
      Enfim…somos muitos de nós espectadores nisso tudo.
      Torço para a melhor solução aos integrantes da OSB.Espero respeito às decisões de cada músico.E espero também um cenário cultural digno de se trabalhar, conviver e desfrutar.
      Abraço a todos vcs!

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  • 30/03/2011 - 22:20
    Enviado por: Dênis Stocklos

    Arte nunca foi prioridade nesse pais, a não ser quando instrumento de promoção de chefetes de plantão.

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  • 30/03/2011 - 22:28
    Enviado por: Pete

    No Brasil musico nao eh valorizado. Tenho amigos que jah se mandaram ha muito tempo para os Estados Unidos e levam uma vida digna. Nossa propria imprensa nao valoriza nossa musica. Fazem um estardalhaso quando cantores e musicos extrangeiros vem ao Brasil. A cobertura na midia da OSB eh muito pobre. Talves a OSB importe musicos chineses.

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    • 31/03/2011 - 02:14
      Enviado por: Gilda Krause

      Então a OSB vai ser made in China? Ou feita no Paraguay? Foi manobra pra não pagar aposentadoria??? Não acredito que ninguém vai tomar uma providência, entrar com algum recurso… O povo fica indignado, fala, fala e não faz efetivamente nada??

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    • 31/03/2011 - 02:23
      Enviado por: Bogdan Blagodarney

      Quem precisa de uma OSB no Rio, 90% dos cariocas não assistem concerto e estão pouco ligando para o que está acontecendo.

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  • 30/03/2011 - 22:36
    Enviado por: Sabrina

    isso é so o que ta acontecendo com a OSB, se passar a peneira em todas as máfias orquestrais que existem no país, nao vai sobrar nenhuma orquestra rs.. duvidam??

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  • 30/03/2011 - 23:12
    Enviado por: raiosgamma

    Em um País onde a Casa Civil orquestra ‘roubos’ visto que ninguém defendeu a Erenice, o que vocẽs querem ?
    Somos ou não somos um pais de faz de conta ?

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  • 30/03/2011 - 23:20
    Enviado por: Jesus

    Mesmo que tenha recurso público na OSB, é desejável que ela faça exames para admitir e manter músicos. Isso funciona assim em todas as orquestras bem financiadas ou boas do planeta. Não é porque algo é público que não vai ter exame de ingresso e de qualidade. Todo mundo que quiser entrar na universidade pública no Rio tem que fazer exame para entrar e tem que fazer exames (e passar com nota acima da mínima) para ficar.

    Os músicos realmente mereceram a demissão. Se o exame era básico e não media qualidade, era só fazer e tirar nota máxima.

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  • 30/03/2011 - 23:24
    Enviado por: Jesus

    Infelizmente se vê o choque cultural quando um próprio músico da OSB acha ruim os exames porque fez “concurso público” para ingressar e foi aprovado… Ridículo. Essa noção de estabilidade do servidor público estraga o Brasil.

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  • 31/03/2011 - 01:31
    Enviado por: Fabio Figueiredo

    Há uma epidemia em curso. Narcisos. Na área jurídica os Ministros determinam os destinos de canalhas que afinal escapam da justiça e os seus próprios proventos e vantagens dentro de um padrão : nós é que sabemos o que é bom para a Nação. Na OSB há o padrão :nós é que sabemos o que é bom para a OSB, nós, os músicos antigos porque somos antigos e nós os dirigentes porque somos os dirigentes. Para que serve mesmo a OSB? A quem serve, narcisos…..?

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  • 31/03/2011 - 01:40
    Enviado por: Para MARCOS (filha da Nanci)

    Ola Marcos, nao sei se foi vc que escreveu sobre o comentario da minha mae, mas estudei durante anos e posso afirmar que sei o que eh uma oitava, uma terça, bem longe de vc que nao deve nem se quer saber um paragrafo de historia da musica.
    Sobre o ”perdedora”… Digamos assim, que fazemos escolhas na vida e acho que com 23 anos nao me classifico como uma perdedora, jah que tenho MTO tempo pela frente para lutar pelo que quero. Entao melhor medir as palavras, pois em momento algum veio lhe faltar com respeito. Acho que a situaçao jah estah bem complicada para vc querer vir dar liçao de moral em quem nao conhece. Entao, me conheça primeiro antes de dizer algo ao meu respeito.
    Por isso que as orquestras caminham para este abismo, pq ainda exitem pessoas com pensamentos PEQUENOS e que se acham no direito de MENOSPREZAR OUTRAS. Eh Brasil, com tao pouco incentivo a musica acabando com mais um canal de proliferacao de uma boa musica.
    Passar bem.

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  • 31/03/2011 - 01:42
    Enviado por: Cleber Ferreira - Itu SP

    O problema do Brasil é o próprio Brasileiro, apesar de não termos boa (ou nenhuma) educação musical, quem nunca encontrou alguém que fala: “música clássica, que lixo”. Nós não valorizamos a nossa própria cultura erudita. Entendo a indiguinação dos músicos da OSB, pois só quem conhece a rotina de uma orquestra ou já participou de uma, sabe dizer com certeza o que é ter que lidar com a Diretoria. Muitos diretores são apenas políticos ou capitalistas, não têm compromisso algum com a cultura.
    Aí é que pecamos, pois não podemos entender o artista como um mero empregado, mas sim como alguém que se preocupa e é comprometido com a cultura e com as artes. Longe de mim ser demasiadamente romântico, porém essa é a grande verdade, precisamos ir além do compromisso trabalhista do músico. Há sim que se cobrar deles, em melhoria, estudo de repertório, técnica, etc, porém não podemos marginalizá-lo como se fosse a toda hora substituível, pois assim teremos cada vez menos pessoas interessadas no estudo da música e muito mais lixo musical e músicas chiclete, circulando por aí aliando toda a massa pública.

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  • 31/03/2011 - 02:20
    Enviado por: Bogdan Blagodarney

    Pelo menos só uns quarenta vão demitidos no Rio pela OSB, mas esses sim foram baderneiros, difamaram, enfrentaram e caluniaram a direção, portanto ganharam o que buscaram. Que a lei seja aplicada pois o Brasil está olhando e quer que todos sejam iguais perante a lei.

    Aqui em São Paulo, 75%, sim, 55% do coral paulistano foi demitido pelo Sr. Alex Klein, um que se julgava maestro mas não passou de um oboista querendo ser maestro da orquestra do teatro municipal de S~P. Demitiu, o Sr. ALEX KLEIN, SETENTA e CINCO por cento do coro paulistano e ninguém falou nada, esses não fizeram baderna, não desrespeitaram ninguém mas mesmo assim foram demitidos.

    Agora vemos que no Rio de Janeiro o Sr. Alex Klein dá apóio a esse tipo de ações que denigrem toda a classe de músicos do Brasil. Se isso fosse numa gestão Neschling já haviam sido demitidos há muito tempo, até que a fundação da OSB demorou muito em colocar esses no olho da rua. Não tem nada de vergonha, afinal são muitos músicos velhos e por sinal bem incompetentes, que não quiseram se submeter a uma avaliação.

    A orquestra da cidade de São José dos Campos foi toda, sim, todinha demitada e ninguém veio socorrer ou apoiar, onde estava o ministro do trabalho? O Alex Klein? .

    Agora no Rio de Janeiro isso não pode ocorrer? Ridiculo esse músicos da OSB acharem que nunca poderão ser demitidos. Se isso ocorresse em uma construção estava todo mundo demitido no dia seguinte.

    Afinal, temos muitos, centenas de músicos brasileiros, que moram no Brasil que tem a capacidade de assumir esses cargos, portanto isso não é um problema, a OSB não vai falir vai é melhorar uma vez que os que impedem o desenvolvimento deixaram seus cargos em aberto.

    Metade da orquestra se submeteu as avaliações e provou ser competente, por que os outros não seguiram a mesma linha? Incompetencia? Insubordinação? Ou se achavam melhores que qualquer um e que seus cargos são vitálicios? Se tiver dinheiro público envolvido melhor ainda, temos que saber com quem o dinheiro vai ser gasto, pelo menos se forem dispensados por justa causa não se gastará dinheiro público.

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    • 31/03/2011 - 05:17
      Enviado por: anonimo

      Os “baderneiros “caluniaram a direção…ou foi o contrário?
      A metade da orquestra que se submeteu às avaliações provou ser competente?VC viu as avaliações?
      ……..
      “…pelo menos se forem dispensados por justa causa não se gastará dinheiro público”
      que pensamento “liiiindo”
      Se gastará dinheiro público e de patrocinio, se todos resolverem entrar com recursos trabalhistas.E isso é possível.

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  • 31/03/2011 - 02:45
    Enviado por: Louis Atella

    GENTE, TOCAR EM UMA ORQUESTRA SINFONICA E UM PREVILEGIO E NAO UM DIREITO!

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    • 09/04/2011 - 23:03
      Enviado por: CHEIODEODIO

      È direito sim! todos são concursados e aprovados e merecem respeito dos invejosos que tentam acabar com o direito adquirido !

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  • 31/03/2011 - 03:12
    Enviado por: Marquinhos

    Dá uma olhada como está OSB hoje, tem que melhorar mesmo:

    http://www.youtube.com/watch?v=UuJrg_U8SNY&feature=related

    Voces vão concordar que a coisa tá preta. Esses que se recusaram a avaliação são os solistas.

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  • 31/03/2011 - 04:25
    Enviado por: Noqueira

    Hey João Luiz,

    onde voce estava quando o Alex Klein estava detonando a Orquestra do Teatro Municipal? Alias, voce é demagogo demais em falar sobre sistema trabalhista, voce sabe a situação dos músicos na OSMSP? Contratos ilegais e que não dão garantia nenhum a certos músicos, sem férias, sem aposentadoria, sem nada.

    Em vez de ficar falando groselha sobre a OSB fale sobre as barbaridades da OSMSP, salários atrazados, beneficios ZERO.

    Defender a OSB é pura demagogia, uma vez que esses que foram ou vão ser mandados para o olho da rua desobedeceram a lei. Fale sobre a OSMSP, como foi a desgraçada gestão do Alex Klein, da proposta de fundação……

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    • 31/03/2011 - 10:26
      Enviado por: joaosampaio

      Meu caro, a crise na Sinfônica Municipal foi amplamente noticiada, e não é de hoje -inclusive a posição dos músicos que, apesar da precária situação trabalhista, correram para desmentir a presença de crise noticiada pelos jornais, afirmando “haver hoje um clima de positividade” dentro do Teatro Municipal.

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  • 31/03/2011 - 04:35
    Enviado por: Wesley

    Por que tanto barulho nisso tudo ai? Afinal de contas, veja que metade da orquestra fez a avaliação, por que o resto não obedeceu as normas internas? Tiveram chance de PDV, beneficios e mesmo assim recusaram?

    Isso não acontece em nenhum lugar do mundo, nem nos sindicato dos metalugicos.

    Esses senhores da OSB se acham melhores de que qualquer cidadão brasileiro?

    Esta na cara que isso é insubordinação.Agora dizer que não haverá continuidade, não teremos músicos no Brasil para repor e blablabla, é tudo balela, isso devem ser os proprios músicos da OSB que estão falando.

    Dei uma olhada na reportagem do oGlobo e ninguém comenta nada lá, significa que cariocas não estão nem ai com isso, ou nem sabem que existe uma OSB. Como alguém ainda pode falar que isso representa o Brasil? Essa OSB e seus músicos de 1/2 tijela não representam ninguém pois foram incapazes de estudar para uma simples avaliação.

    Vergonha, limpeza mesmo na OSB, isso que precisa, já estava na hora

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  • 31/03/2011 - 07:55
    Enviado por: guilherme

    Entendo a posição dos músicos, sou músico também. Mas essa revolta já aconteceu quando o Neschling reestruturou a OSESP, e a orquestra melhorou muito.
    Musico funcionário público, com a formação e cultura brasileira, é uma peste!! Eles mesmos não se respeitam. Reclamam de tudo só para não estudarem e não gostam de maestros que chamam a atenção. Parece que o trabalho é só o emprego fixo, com os bicos tocando em casamentos…Geralmente são esses que nem ouvem música clássica, no transito ou em casa. Obviamente existem exceções, mas esses devem ter ficado em seus postos.

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    • 31/03/2011 - 11:52
      Enviado por: anonimo

      Caro Guilherme,
      sujiro que pesquise exatamente o que aconteceu na OSESP. Foi um processo muito bem feito, em que os músicos que não quiseram participar tiveram o respaldo de continuar trabalhando, e foi em um momento que a orquestra estava jogada ás baratas”. De muito difere da incopetência do processo da OSB….e além disso, a OSB não perdeu somente os frutos ruins, na verdade perdeu muito mais bons frutos que foram a cara, a história e o suor dessa orquestra até hj!!!

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  • 31/03/2011 - 08:03
    Enviado por: Glauco

    Sugestão (desculpem-me a ingenuidade, pois não entendo destas promiscuidades político-mercadológicas a pretexto da música):

    Faça-se nova fundação e contratem-se estes mestres para um recomeço. Se existe nova proposta, com toda certeza haverá espaço para todos, uma vez que competência musical existe de sobra, ao que se dá a entender. O Brasil está carente de músicos de nível, e novas orquestras geram novos repertórios e até pode haver chance para uma proposta mais arrojada em termos de lançar novos compositores, ou tocar obras menos eurocêntricas.

    Boa sorte para a Música

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  • 31/03/2011 - 08:14
    Enviado por: betho venha

    Sera que há vaga para sax alto? Questiona-se…

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  • 31/03/2011 - 11:34
    Enviado por: Danilo Mezzadri

    Que triste desfecho para a OSB. Este processo autoritário deixou cicatrizes profundas numa instituição cultural de alta importância para o Rio de Janeiro.

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  • 31/03/2011 - 12:19
    Enviado por: A História

    O novo só sobre os escombros do antigo.

    Esse foi o maior mal que o sr. Neschiling a classe musical: estabelecer essa política de “modernização” das orquestras. No entanto ele pelo menos teve a decência de colocar os músicos da Estadual, como então conhecida era conhecida a Osesp e que não quiseram participar dos testes numa nova orquestra mas que no frigir dos ovos foi extinta e com todo mundo na rua. Hoje ele se diz como criador de uma orquestra do zero, ignorando a memória do Maestro Eleazar de Carvalho, esse sim Maestro e Músico com M, ao lado de quem o sr. Neschiling não passa de um garoto de calças-curtas.

    Mutatis mutandi temos agora as duas criaturas, o filho do Maestro Eleazar, o outro cria do sr. Neschiling, o sr. Minczuk. E qual é a política, mandar embora depois de décadas de trabalho baseados numa avaliação de 15 minutos, tudo feito às escondidas e de porta fechada.

    Se serve de conforto, em um psicar de olhos, daqui há pouco anos, esses senhores não mais habitarão a face da terra. E a sua obra será tratada como eles trataram a alheia, dos seus escombros alguém erguirá algo supostamente novo.

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  • 31/03/2011 - 12:53
    Enviado por: anonimo

    Guto Gustoy,
    assistir concerto é mesmo uma honra.
    Existerm no RJ outras orquestras, com ótimas temporadas.Programações não faltarão.
    Me afastarei dos marketeiros da FOSB , que com certeza procuram agora todas as formas possíveis de atrair todo tipo de público.
    Com a OSB Jovem tocando no teatro com dançarinos etc etc…..Parabéns, muita gente dançando!
    Por qnauqnto terão que colocar muito palhaço para atrair o público.Gente vestida de Darth Vader é um sucesso.
    Com certeza atrairão o público que merecem.

    p.s:existe liberdade de expressão…e não ameaças.Considerarei ameaças sim…as que vierem “compradas” da FOSB para tolir a opinião alheia.

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  • 31/03/2011 - 15:07
    Enviado por: Guto Gustoy

    Para o Anonimo,

    nem sou “carioca”, não vou ao Rio de Janeiro porque preservo a minha vida. E mais, não sou pau mandado de ninguém como você insinua.

    Se vc quer ou não ir aos concertos da OSB é problema teu, acho que a população do Rio de Janeiro inteiro não está nem ai para esse 41, 44 o número que for serem mandados embora. Tá cheio de desempregado em todo lugar que foi dispensado por menos e ninguém deu ou dá atenção.

    O que esses seus amigos da OSB tem de especial? São melhores que os outros cidadãos brasileiros?

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  • 31/03/2011 - 16:09
    Enviado por: Teresa Cristina

    Lamentável esse pesadelo pelo qual os meus colegas estão passando na OSB. Mais lamenável ainda é ver a ignorância e desrespeito por parte de alguns “colegas” e público, se é assim que se pode dizer. Não foram apenas musicos experientes que foram mandados embora; excelentes musicos jovens também estão sendo demitidos. Como alguém pode ainda concordar com uma truculência como esta? Todos nós saimos perdendo.

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    • 31/03/2011 - 17:37
      Enviado por: Tiburcio Magdenburgo

      Lamentável é o que seus colegas aprontaram, isso sim é lamentável e vergonhoso para toda a classe músical brasileira. Esses músicos da OSB são uma vergonha, os jovens e velhos.

      Todos nós saimos perdendo? Quem nós? Que hipocrisia elevada a 10, quem perdeu foram esses rebeldes, eles tiveram inúmeras chances, mas discordaram. Eles são donos da orquestra? Acho que se achavam donos mas agora caiu a ficha, eles foram demitidos por desrespeito e insubordinação, belos músicos esses ai que vc defende e ainda quer falar na primeira do plural. Não existe uso capião aqui, mas pelo jeito tem gente achando isso.

      Como puderam eles acreditar no sindicato e na comissão? Caia na realidade, quem tramitou tudo e criou essa baderna foi o querido Sindicado representado pela Sra. Deborah, ela não pensou nas consequencias? E o desrespeito com os outros colegas que não concordaram e e submeteram as audições? Isso vc não acha truculento? Ou na tua cabecinha eles foram covardes? Na verdade se mostraram competentes e também merecem respeito.

      Já falaram ai inúmeras vezes e eu vou reforçar, o carioca pensa que as leis trabalhistas não se aplicam no RJ? E agora? Que se entendam com a lei. É… se aplicam as leis trabalhistas no RJ também, e eles agora cairam na arapuca que eles mesmos prepararam. Isso não tem nada a ver com o maestro, eles não cumpriram as exigencias do empregador deles, com certeza o sindicato sabia das consequencias.

      O público tá pouco se lixando sé um velhinho de 40 anos ou jovem de 28 que toca, eles querem ouvir a música e bem executada, esse discurso de que saimos perdendo é papo para boi dormir. Eu não perdi nada, e os que se submeteram ao teste também.

      Os que ouviram e seguiram o sindicatozinho de fundo de quintal do RJ entraram pelo cano. Agora o sindicato que se encarregue de encontrar um novo emprego para eles, mas quem será o louco que vai contratar esse tipo de músico?

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    • 31/03/2011 - 18:11
      Enviado por: marcelo

      Essa truculência toda de ser demitido por justa causa por insubordinação é por causa de uma coisa chamada clt. Para mais detalhes:

      http://pt.wikipedia.org/wiki/Consolida%C3%A7%C3%A3o_das_Leis_do_Trabalho

      Trata-se um conjunto de leis “consolidadas” por um ditador (Getúlio Vargas). Só podia dar nisso.

      Essa outra truculência de ser deimitido e substituído por alguém melhor se chama capitalismo. Para mais detalhes:

      http://pt.wikipedia.org/wiki/Capitalismo

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    • 31/03/2011 - 19:06
      Enviado por: Lorena Carvalho

      Bravo, Tiburcio!!!

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    • 31/03/2011 - 23:53
      Enviado por: luisa

      Marcelo,

      bem-vindo ao mundo real, capitalista, muitas vezes injusto e com prós e contras da CLT. Músico é uma categoria tão superior às outras que não dá nem pra acompanhar o que acontece à sua volta… pessoas são avaliadas o tempo todo, ou para serem demitidas ou para se aperfeiçoarem.
      Esse imbróglio todo aconteceu no Rio pq os dirigentes não tiveram a mão firme do Neschling. Não teve esse papo todo com ele, não, na transformação da Osesp, que passou de medíocre a melhor orquestra da América Latina.

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    • 01/04/2011 - 11:22
      Enviado por: anonimo

      É verdade, vivemos num mundo capitalista.Já que foi feita a limpa no corpo orquestral ….que tal uma AUDITORIA na OSB?
      Opa …eles recebem auditoria.Tá tudo certinho?
      Beleza!
      Tá aí…a Cidade da Música!
      Tudo é festa!

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    • 01/04/2011 - 11:30
      Enviado por: anonimo

      A OSB será o FLAmengo do futebol!
      A administração é muito parecida…e terão jogadores…ops, músicos excelentes.
      Eu , particularmente, prefiro torcer por outro time.
      Cada um com sua escolha!

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  • 31/03/2011 - 16:34
    Enviado por: Fomm

    Fui assinante da OSESP durante vários anos, e creio que maestros e orquestras devem ser mais fieis à música que aos músicos. Pois há também o fator público; não se lotaria a Sala São Paulo sem um time da envergadura daquelas. Dane-se se o Neschling era um bufão autoritário; a OSESP que ele regia era infinitamente superior à antiga Estadual e grande parte desse aumento na qualidade se deve às audições realizadas, às cabeças cortadas e às [então] novas contratações. Creio ainda que a música erudita de qualidade deve desrespeitar fronteiras, eis que lamento mais este percalço no caminho da OSB, que tenta sobreviver na terra natal de sambistas, funkeiros e invertebrados do gênero.

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    • 02/04/2011 - 15:25
      Enviado por: PauloR

      Ser sambista…funkeiro…isso não é “demérito” pra ninguém…porém…ser um “invertebrado mental”, como vc se mostra ser, é realmente um problema. Tenha respeito pelas pessoas…ninguém é obrigado a gostar do que gostamos…mas somos obrigados a respeita-las. E não é ofendendo as diferenças e destilando opiniões discriminatórias que conseguiremos resolver nossos problemas…apenas dará munição para aqueles não estão nem aí pra cultura…seja ela qual for… .

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    • 04/04/2011 - 18:31
      Enviado por: Fomm

      PauloE, se vc acha que ser ‘funkeiro’ não é demérito, que se torne um deles e abandone este fórum, onde as discussões estão [muito] acima do seu nível, helmíntico e rastejante. Achar que ser ‘funkeiro’ não é crime moral inafiançável, isso sim é não estar ‘nem aí pra cultura’ [sic].

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  • 31/03/2011 - 19:44
    Enviado por: Mark del Frango

    Ouçam essa reportagem da CBN “Avaliação da OSB que gerou crise é processo para transformar a orquestra na melhor do país’

    http://cbn.globoradio.globo.com/cbn-rj/2011/03/31/AVALIACAO-DA-OSB-QUE-GEROU-CRISE-E-PROCESSO-PARA-TRANSFORMAR-A-ORQUESTRA-NA-MELHOR-DO.htm

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  • 01/04/2011 - 09:04
    Enviado por: Almeida Jenkins

    Ouça a entrevista de David Zylbersztajn, conselheiro da Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira, para a jornalista. Link destacado: http://cbn.globoradio.globo.com/cbn-rj/2011/03/31/AVALIACAO-DA-OSB-QUE-GEROU-CRISE-E-PROCESSO-PARA-TRANSFORMAR-A-ORQUESTRA-NA-MELHOR-DO.htm

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  • 01/04/2011 - 13:32
    Enviado por: Claudia

    Um maestreco muquirana que não tem a grandeza de um mestre compositor, se apodera de uma instituição brasileira para fazer barganha financeira. Um pulha!
    Um balangador de batutas, um boquirroto senil, um tico e teco da cultura servil, um estéril em criatividade.

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  • 01/04/2011 - 20:58
    Enviado por: Claudia

    Que delicioso desabafo, fiquei de alma lavada com esse email que recebi.

    Paulo Sérgio Santos e a crise da OSB
    por luis nassif,

    Paulo Sérgio Santos é, na minha opinião, o maior clarinetista da história da música brasileira. Dediquei a ele minha crônica “O sopro de Deus”. Abaixo, o comentário colocado no post “A posição de Minczuk na OSB”.

    Por Paulo Sérgio Santos

    Eu sou clarinetista ha mais de 40 anos. Nunca estudei no exterior. So dei aulas e toquei e toco no exterior. Algumas pessoas veem estudar comigo vindo do Japao, Europa e Estados Unidos. So toquei musica brasileira fora do Brasil, erudita ou nao, porque toco as duas coisas e dizem que bem.
    Fui primeiro clarinetista durante 18 anos na Orquestra Sinfonica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro e ha uns 18 sai dela. Toco no Quinteto Villa-Lobos desde 1977. Nos ultimos anos, fui convidado a participar em concertos na Osesp e OSB. Nunca aceitei porque a remuneracao proposta sempre foi ridicula em relacao ao que ganham os maestros destas instituicoes completamente e, na minha opiniao, burramente endeusados.
    Nao tenho NENHUM interesse em relacao ao que se faz na Europa, Japao ou Estados Unidos porque eu tenho compromisso com a musica que eu tenho na minha cabeca e alma. Isso me basta!
    Concordo totalmente com a exposicao do Carlos Henrique Machado e repudio totalmente quem utiliza a admiracao pela musica e cultura europeias para DIMINUIR o que ee feito ou foi feito no Brasil.
    Eu nao troco a musica do Brasil POR NENHUMA OUTRA DO MUNDO! E conheco musicos brasileiros que nao estudaram no exterior e sao IMBATIVEIS! Pensar em construir orquestras e centros culturais baseados na cultura europeia ou em outra qualquer, para mim (e Mario de Andrade!), eh um grande erro. Um erro crasso que soh eh frequentemente cometido por pessoas que tiveram a infelicidade de nascer no Brasil pois queriam ser europeias ou americanas ou japonesas. Desconheco algum concurso realizado pela Filarmonica de Berlim ou Chicago ou Viena ou Venezuela (que tem uma qualidade excepcional e poucos sabem!) que tivesse audicoes no Rio de Janeiro ou qualquer outra capital brasileira.
    Dizer que o Brasil nao tem escola de musica ee o maximo da PRETENSAO e TUPINIQUISMO! Brasileiro que age ou pensa desta forma deveria ser convidado a se retirar do Pais ou ser preso! Chega de “complexo de vira-lata”!
    Para mim, Villa-Lobos nao esta entre os 10 melhores compositores do mundo e sim ocupa os 10 primeiros lugares. Depois a gente fala em Bartok, Ligeti, Xennakis, Pierre Boulez dentre tantos outros excelentes compositores.
    O mundo estaa muito cheio de cronometros, estatisticas e planilhas e gente boba e equivocada que se impressiona muito com os aparentes resultados maqueados e tecnologia sensacionalista.
    Pior do que estas pessoas acometidas por este mau sao as outras IGNORANTES que, poderosas, conferem tanto poder e importancia a individuos e pensamentos completamente malignos e consequentemente mediocres! Alguns sao tao talentosos mas se encontram apodrecidos na sua essencia, doentes e paranoicos, nutridos por essa seiva cujos nutrientes sao o poder financeiro, o poder da midia, a falta de consciencia e a falta do verdadeiro conhecimento do assunto.
    Esse comportamento lamentavel ee que nos assegura a qualidade de TERCEIRO MUNDO e nao o inverso!
    Gloria aos tupiniquins!
    Quando isso vai mudar? EU NAO SEI! Talvez nao mude.

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  • 02/04/2011 - 04:19
    Enviado por: anonimo

    http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110402/not_imp700718,0.php
    Simplesmente o grande Antônio Menezes!

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  • 02/04/2011 - 22:01
    Enviado por: Wesley

    Essa é quente, Informate ya, tem que ser postada aqui o quanto antes. Ontem 41 músicos foram demitidos no Teatro de Colon na Argentina.

    Fui informado por uma fonte super segura que o ex-maestro Alex Klein (que atualmente está conhecido como o blogueiro defensor dos fracos e oprimidos da OSB), acabou de embarcar para a Argentina secretamente, diretamente para Buenos Aires para ajudar o pessoal lá. Não posso confirmar se foi de Pluma ou de bicicleta mas com certeza está indo de algum meio de transporte rápido.

    Com salários atrasados ele tem experiencia, ele, durante a gestão relâmpago no TMSP conseguiu mover a orquestra mesmo sem salários em dia ou contratos CLT, o dele, lógico, de R$ 35000/ mês não atrasou nem uma vez.

    Ele disse, de primeira mão, que poderar trazer musicistas do Leste Europeu na faixa de 300 dolares americanos por mes + a comissão dele, e ainda sugeriu que demitissem pelo menos 75% do coral, se não tiver coral, demite o resto da orquestra mesmo, 25% é o número ideal no ponto de vista dele. A alternativa mais dura seria demitir 75% da audiencia mas isso na Argentina não deve dar certo, pode acabar em panelaço e ai é dificil manter afinação, nunca chega nos 440 Hz.

    Ele como é sulista não pode deixar os amigos do sul na mão, muito experiente na area e viciado em chimarrao com folhas de coca precisa correr no auxilio dos hermanos del Mercosur.

    Vocês não imaginam quanta experiencia no curriculum, mais ou menos 4 meses de gestão em São Paulo provaram como um maestro pode ser autoritário e tirano (tirano 75% do coral sempre). Infelizmente ele não conseguiu terminar o projeto dele, que era de dispensar pelo menos 75% da orquestra, um bom número na opinão dele, dos músicos só do teatro municipal.

    Foi realmente uma decepção mas na Argentina a coisa vai dar certo, já que 41 foram dispensados, ele garante que vai convencer os 41 a voltarem a tocar sem salários e contratos por baixo do pano.

    Impressionante a capacidade, deve ser que está no sangue herdado dos antepassados da Bavária, muito alcool de cevada no sangue faz a diferença, você começa a fazer coisas impossíves de serem digeridas pela mente humana, mas é possível, denovo, na opinião dele.

    Agora vamos ficar de olho no clarin (Noticias de la Argentina y el mundo. Información actualizada las 24 horas y en español http://www.clarin.com) para ver o que vai dar, ele deve chegar em Buenos Aires ainda hoje e já pretende voltar amanha. Precisa dar uma passadinha no Paraguai para comprar um computador mais rápido para usar nos blogs e algumas palhetas da china (importadas, lógico) para o obóe dele.

    A visita na Argentina é curta mas deve dar resultado. Se sobrar tempo ele vai visitar o Clarin pois tem uma proposta para mudarem o nome do jornal para Oboé, que é muito mais clássico do que Clarin.

    Fantastico esse ex maestro, vamos torcer por ele, na Alemanha ele é conhecido como “Ich bin klein aber ich tue Dir Weh” e Viva los argentinos, gente muy buena.

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  • 02/04/2011 - 23:09
    Enviado por: Almeida Jenkins

    Esses testes e avaliações precisam chegar na OSM de SP, tem muito músico lá que está precisando ser reavaliado e dar espaço para a nova safra de músicos brasileiros.

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  • 03/04/2011 - 19:06
    Enviado por: Bruno Andreroni

    Qualquer funcionário público *odeia* avaliação, *odeia* remuneração condicionada a desempenho. Durante todos os anos em que a remuneração dos professores de universidades federais foi condicionada à presença na sala de aula, eles fizeram greves selvagens, prejudicaram milhares de alunos e não se importaram com nada que não fosse o direito à boa vida. Agora são os funcionários do judiciário, invocando a lei áurea (veja você!) para não terem que trabalhar mais de seis horas por dia. Que gente!!!!

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  • 03/04/2011 - 21:37
    Enviado por: Mel Barreiro

    Que triste tudo isso… !!! Quem sai perdendo nesta ineficiente decisão são os musicos, a musica e o publico. Quanto aos musicos, estes eu penso que de alguma forma se recolocarao. Quem vive ha tanto tempo na musica deve ser porque a tem na alma. De modo que ela seguira alimentando-os literalmente.
    E a OSB eu diria que entendo que uma orquestra precise conhecer cada musico individualmente e que dentro do conjunto, isto nao poder ser feito com precisao…. MASSSS… existem formas e formas… A DEMISSAO em massa foi algo arbitrario e, desculpem-me, com caracteristicas de ato mal intencionado..
    Musicos… naoi deixem que este episodio aumente a desuniao evidente entre a classe… Somente voces saem perdendo… os que foram, mas tambem, os que ficaram!

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    • 04/04/2011 - 11:39
      Enviado por: anonimo

      pois é…
      PArei para olhar de forma mais solidária para com todos os músicos.Os que foram demitidos e os que decidiram fazer as provas.CAda um toma sua decisão.E neste momento todos perdem.
      Espero que não haja respeito aos que tomaram decisões contrárias.
      Espero que seja feita justiça aos que foram demitidos.
      E a música continua!

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    • 04/04/2011 - 11:40
      Enviado por: anonimo

      Corrigindo…Espero que HAJA RESPEITO aos que tomaram decisões contrárias….
      saiu um não erroneamente.

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  • 04/04/2011 - 01:00
    Enviado por: Zé do Morro

    Absurdo e vergonha no Rio!!! Vc não vai acreditar….

    Passageiro irlandês desce no Aeroporto Tom Jobim do Rio de Janeiro. Pega um táxi, que se desvia do caminho solicitado e o leva até uma favela no Rio, onde é entregue a um grupo de bandidos. Lá ele é ameaçado e assaltado (documentos e dinheiro). É liberado e em seguida avista um PM na rua. Conta o caso e pede ajuda ao policial para voltar ao único ponto de referência que tinha (o aeroporto). O policial diz que ele teria que pagar US$ 200 como “taxa de serviço para estrangeiros”.

    O turista repete que acabou de ser assaltado e não tinha nada. O PM, na dúvida, o revista para saber se era verdade. Não encontrando nada o leva assim mesmo ao aeroporto. O turista liga para um amigo de SP que decide vim resgatá-lo no Rio. Ao chegar, dão queixa na Delegacia e vão comprar passagem para voltar à capital paulista. A Gol e a TAM dizem que não podem vender passagem ao turista por falta de documentos. Eles explicam que isso era impossível por causa do assalto, etc. Não adianta. Por fim, são obrigados a voltar para SP de ônibus.

    Ficção? Mentira? Exagero?

    Essa história foi contada hoje pelo jornalista Ricardo Boechat em seu programa na Band News FM Rio. Não há adjetivos para caracterizar…

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  • 06/04/2011 - 16:58
    Enviado por: Olinda

    ESTOU DE ACORDO COM A AVALIAÇÃO E PARABENIZO AOS NOVOS MÚSICOS CORAJOSOS E INOVADORES QUE TIVERAM , SEM MEDO, BOTAR A CARA PRA BATER. TALVEZ NEM TODAS AS DEMISSÕES SEJAM JUSTAS, MAS PARA OS ACOMODADOS E OS QUE SE AACHAM OS BONS, FORA MESMO.

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    • 10/04/2011 - 07:21
      Enviado por: CHEIODEODIO

      Queria ver se teu marido chegasse em casa e te comunicasse que haveria um teste para verificar sua capacidade como dona de casa ou então seu filho lhe aplicasse uma avaliação testar seu desempenho como mãe.
      Não fala besteira!

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  • 09/04/2011 - 22:50
    Enviado por: CHEIODEODIO

    Antiguidade é posto!
    Quem esse infeliz desse maestro pensa que é?
    Existe músicos com mais de 30 anos de casa e são demitidos por um maestro arrogante e prepotente, vaiei mesmo e teve sorte de não jogar um tomate no meio da fuça dele, e quem concorda com testes que vá procurar seu lugar ao sol em outro lugar, teste sem objetivo com intuito de demitir e renovar com um bando de novatos doidos para morder um salário fixo. Que continuem a tocar nos botecos da vida até os antigos que já tem suas vidas estabilizadas se aposentarem.

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  • 14/04/2011 - 08:34
    Enviado por: gobira

    o que era para ser uma iniciativa no sentido de transformar a OSB em uma orquestra melhor, mais reconhecida, acabou sendo um tremendo tiro pela culatra!

    Ou estes que tiveram esta magnífica ideia de basear a renovação da OSB na avaliação de músicos com décadas de dedicação acham que vai ser fácil colocar outras 40 pessoas no lugar e sair tocando mundo afora…

    Este cidadão pode ser um bom maestro, mas definitivamente é um péssimo gestor!

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  • 13/05/2011 - 10:03
    Enviado por: Rodrigo

    Gostei muito de ver esses os músicos desta antiga OSB demitidos, estou rindo à toa, se defendiam perante uma panelinha de anos (todos sabem disso) e jamais se espuseram para tocar em nenhum momento e se o faziam tocavam asa branca..rsrs, e além disso, exploraram por anos a OSB jovem como fonte de arrecadação pagando uma miséria e expondo a imagem dos novos aprendizes ao ridículo. Gostaria de saber: onde estão aqueles que se achavam tão bons que fizeram muitas injustiças com músicos aprendizes que não tinham apadrinhamento e que agora se negaram a realizar uma pequena prova para demonstrar suas habilidades??Mto bons,hein??.. Risos..Claro que existem exceções neste grupo, mas infelizmente pagaram pelos maus..Aos novos músicos, alegrem-se, haverá maiores oportunidades em condições igualitárias de concorrência de participar de orquestras, ou seja, Sem apadrinhamentos…E não confundir música com esta sujeira, não há nada em comum..

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  • 13/05/2011 - 17:02
    Enviado por: sergio

    è lamentável a falta de informação a respeito do assunto OSB . Tenho certeza de que em pouco tempo todos os que criticam a decisão destes destemidos musicos terão que pedir desculpas pelas tamanhas inverdades.
    Aprofundem-se no assunto e terão a verdadeira versão do que é a Fundação OSB , e o que estão fazendo com verbas públicas. Procurem informações nos òrgão internacionais de como está sendo tratado este caso . Saibam o que é ser um musico deste naipe.e porque não irão se dobrar ao autoritarismo desmedido e irresponsável.

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