Não é lícito tratar hoje como oposição futura os candidatos e partidos inferiorizados nas pesquisas de intenção de voto. Mas, a uma semana das eleições, já há uma contabilidade razoavelmente segura a indicar que, se eleita Dilma Rousseff, o chamado governo de continuidade terá força numérica, tanto na Câmara quanto no Senado, para promover reformas constitucionais.
No entanto, essa expressão numérica não se traduzirá necessariamente numa força linear e permanente, dadas as diferenças ideológicas e os interesses políticos antagônicos entre os dois principais partidos da base governista – PT e PMDB.
Por isso, é de se prever que este último exerça atração natural sobre DEM e PSDB para alianças pontuais contra o PT.
Trocando em miúdos, a oposição engordará o PMDB quando este divergir de seu parceiro em temas que dividam o governo, como inevitavelmente ocorrerá quando se discutirem reformas mais complexas e estratégicas para o País.
Esse pensamento já é explícito no DEM, por exemplo, que não será “extirpado” pelo processo eleitoral, como gostaria o presidente da República, mas chegará ao Congresso amputado e dependente de acompanhantes. Um deles, o PSDB; o outro, o PMDB, conforme a circunstância.
No Senado, a história se repete: a oposição de hoje não deverá somar mais que 23 senadores, configurando um quadro partidário de maioria desequilibrante e um governo de “rolo compressor”, imune até a CPIs cuja aprovação depende de 27 senadores.
O temor de uma vaga autoritária por parte do governo é deslocado da realidade. Não reflete o momento que o Brasil vive. Não há sinais concretos de que o presidente Lula tenha atentado contra a liberdade de imprensa. Ele vem fazendo apenas críticas pontuais, direito que não pode ser negado a qualquer cidadão, muito menos ao presidente. De resto, desde a luta contra a ditadura, Lula mostrou-se defensor intransigente das liberdades democráticas. “É incrível como as pessoas ficam empurrando o Lula para o chavismo, quando ele tem permanentemente se recusado a cruzar essa fronteira”, rebate o ex-ministro Delfim Netto, com a ironia de sempre.
Este texto acima foi tirado da REVISTA IstoÉ, eu não sei porque você João tem uma visão pessimista do Governo LULA e da futura Presidenta DILMA.
Com a vitória de Dilma Rousseff já garantida, o PSDB irá a nocaute na Camara e no Senado.
O governo Dilma. sem dúvida alguma será uma extensão e continuação do governo Lula.
Lula já sairá com a certeza de deixar o governo preparado, politicamente, para sua sucessora. E, tudo indica que le voltará com força total em 2014.
A oposição não terá tempo hábil para “criar” um nome a fim de se defrontar com Lula, mais na frente. Até porque PSDB e DEM são, hoje um cabo de guerra às avessas.
É, vc tinha tanta certeza que deu 2º turno, viu? Deus castiga a soberba…
responder este comentário denunciar abusoA única coisa que PSDBDEMPPS têm para apresentar ao País são as suas fichas limpas.
O único político no universo capaz de ter uma ficha mais limpa do que esses caras do PSDBDEMPPS é o Maluf.
José Serra/FHC/Daniel Dantas são fichas limpas, mas duvideodó que sejam mais limpas que a do Maluf.
KKKKKK!!!!!!!!!!
A REVELAÇÃO DO SÉCULO,O ESTADÃO APÓIA O SERRA.
Eu acho que fui enganado nesses anos que assino o ESTADÃO,sempre achei que o jornal seguia uma linha nacionalista,que apoiava o governo LULA e que o FHC,Pedro Malan e todos os outros TUCANOS eram colunistas da FOLHA.
TODOS OS CONSERVADORES ENTREGUISTAS DAS RIQUEZAS BRASILEIRAS AO CAPITAL ESTRANGEIRO (FHCISTAS) E SEUS APOIADORES, ESTÃO DESESPERADOS COM A VITÓRIA DA DILMA PARA PRESIDENTE DO BRASIL EM 31 DE OUTUBRO DE 2010.
TODOS OS CONSERVADORES ENTREGUISTAS DAS RIQUEZAS BRASILEIRAS AO CAPITAL ESTRANGEIRO (FHCISTAS) E SEUS APOIADORES, ESTÃO DESESPERADOS COM A VITÓRIA DA DILMA PARA PRESIDENTE DO BRASIL EM 31 DE OUTUBRO DE 2010.
2012
2011
2010
2009
Deixe um comentário: