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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

quinta-feira 19/06/14

A renúncia como protesto

A menos de duas semanas de sua aposentadoria, a renúncia à relatoria da Ação Penal 470 – o mensalão – pelo ministro Joaquim Barbosa, guarda um aparente paradoxo, já que a saída da vida pública provocaria o mesmo efeito. Dois aspectos, no entanto, explicam a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal, pela ordem: marcar

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quinta-feira 20/02/14

Renuncia de Azeredo já é efeito do julgamento do mensalão

Qualquer que seja a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre o caso do ex-deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que renunciou ao mandato depois de formalizado o pedido da Procuradoria-Geral pela sua condenação, o episódio registra um avanço no comportamento político. À parte as interpretações sobre as motivações da renúncia – se manobra jurídica ou de foro

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sexta-feira 10/01/14

Intervenção improvável

É provável que o pedido que o Procurador- Geral, Rodrigo Janot, pretende encaminhar ao Supremo Tribunal Federal (STF) de intervenção no Maranhão caia no vazio jurídico como tantos outros, alguns provocados por circunstâncias mais graves (sim, é possível) e sem a inconveniência de ocorrerem em ano eleitoral. A rigor, uma intervenção federal no Maranhão poderia

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domingo 05/05/13

PT vai insistir na crise com Judiciário

Se o feriado de 1º de Maio ajudou a botar panos quentes na crise entre os poderes, esvaziando a Câmara e o Senado, a retomada dos trabalhos na semana que começa amanhã promete reaquecer os debates. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara volta a se reunir, pela primeira vez, desde a aprovação

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quarta-feira 10/10/12

Delinqüência financiou projeto hegemônico do PT, a síntese de Mello

Novamente é o voto do decano Celso de Mello que oferece uma das melhores sínteses entre tantas positivas produzidas no curso do julgamento do mensalão até agora. Possivelmente o que define com mais propriedade o esquema reconhecido e condenado pela Corte. Que chamou de “macrodelinquência governamental”. Segundo Mello, trata-se do uso abusivo do Estado ,

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segunda-feira 09/08/10

Barbosa erra ao cobrar privacidade em ambiente público de lazer durante licença médica

JoaquimBarbosa_(1)

Foto: Ed Ferreira/AE Não se pode pôr em dúvida a afirmação do ministro Joaquim Barbosa quanto a problemas de saúde que limitam sua atividade no Supremo Tribunal Federal (STF). Nem é disso que tratam seus críticos dentro do próprio tribunal, mas da falta de uma iniciativa sua na direção de uma solução funcional definitiva que não

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