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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

quinta-feira 12/06/14

Justiça devolve seriedade à investigação na Petrobrás

A prisão de Paulo Roberto Costa, um dia após depor na CPI Mista da Petrobrás, confirma que a ação investigativa conduzida pelo juiz Sérgio Moro, do Paraná, mantém-se como polo de onde podem surgir os esclarecimentos que o governo se empenha em evitar. A justificativa para a prisão, inicialmente baseada na obstrução da justiça e

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quinta-feira 12/06/14

Copa e campanha fazem de CPI página virada em 2014

O depoimento do ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás, Paulo Roberto Costa, à CPI do Senado que teoricamente apura operações suspeitas da empresa, pode ser considerado o coroamento de uma estratégia bem sucedida do governo para evitar a investigação. Em circunstâncias normais, Costa seria o depoimento mais concorrido da CPI, por ser o pivô do escândalo

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segunda-feira 02/06/14

“Padaria Petrobrás”

É curioso notar que todos os depoimentos oficiais em defesa da Petrobrás, no âmbito Legislativo, têm em comum a confirmação de irregularidades na condução das operações comerciais investigadas. O que levou um dos acusados pelos desvios a  comparar a empresa a uma padaria. Desde a admissão de “mau negócio”,  por parte da presidente , Graça

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quinta-feira 22/05/14

Mesmo chapa-branca, CPI exibe contradições da Petrobrás

O desmentido da Petrobrás ao seu ex-presidente, Sérgio Gabrielli, mostra que mesmo uma CPI chapa branca acaba produzindo conteúdos ruins para governos e projetando o que poderia levantar se isenta e efetivamente funcionando com o propósito de investigar. Gabrielli afirmou que os contratos da Petrobrás com a refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, eram geridos

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terça-feira 22/04/14

Petrobrás, de ontem e de hoje, perdida em versões conflitantes

O longo feriado com o qual o governo esperava esfriar o debate em torno da CPI da Petrobrás, terminou sem que o tema saísse da pauta. E, mais uma vez, à revelia da oposição, que continua se beneficiando da guerra de versões dentro do próprio ambiente oficial. A entrevista do ex-presidente da empresa, Sérgio Gabrielli,

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quinta-feira 17/04/14

Foster e Cerveró mantêm suspeitas sobre a Petrobrás

Somados, os depoimentos do ex-diretor da Petrobrás, Nestor Cerveró, e o da presidente da empresa, Graça Foster, mantêm a contradição essencial que permeia a crise gerada pela compra da refinaria de Pasadena. Graça confirmou a versão presidencial de que a sonegação  de cláusulas estratégicas levaram à aprovação pelo Conselho do que ela considerou “um inquestionável

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sexta-feira 21/03/14

Pasadena é escândalo grave

Não será por falta de munição, ofertada pelo próprio governo, que a oposição permanecerá em desvantagem nas pesquisas que sondam a intenção de voto dos eleitores. Além das dificuldades na economia, a presidente Dilma Rousseff enfrenta uma agenda negativa dentro e fora do Congresso. Se a oposição conseguirá capitalizar essa trajetória errática do governo só

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sábado 13/08/11

Governadores pressionam por votação da mudança nos royalties do petróleo

Governadores dos 24 Estados não produtores de petróleo intensificaram a pressão para que novo modelo de divisão dos royalties seja votado ainda nesse semestre, pelo Senado. O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), que dera prazo para um acordo até 15 de agosto prorrogou por mais um mês a promessa de pôr em votação o

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