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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

sexta-feira 06/06/14

Os generais e a tropa

O que importa na convenção do PMDB que deverá reafirmar o compromisso com a presidente Dilma Rousseff é menos esse resultado provável e mais o que a dissidência, estimada em 30%, reflete. O caso do Rio de Janeiro mostra uma distância entre a posição formal que deverá ser extraída da convenção nacional e a ação

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sexta-feira 04/04/14

Contradição limita administração de crise pelo governo

Estratégia de redução de danos, como demonstra a expressão, não elimina o desgaste de um governo ou de uma instituição cujas gestões questionadas na sua  inidoneidade. Apenas diminui o efeito negativo ou evita repercussões piores ditadas por novas descobertas trazidas por investigações. É nesse contexto que vivem hoje  Petrobrás e governo em razão de operações

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terça-feira 04/02/14

Campanha faz Dilma mais concessiva ao PT

A campanha pela reeleição , que a encontra com índices vulneráveis de aprovação, impôs à presidente Dilma Rousseff,  um comportamento mais concessivo do que vinha tendo em relação ao PT, como indica o desenho da reforma ministerial meia-sola que começou a anunciar ontem. O cargo mais estratégico, pela proximidade com o gabinete presidencial, ocupado por

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sexta-feira 31/01/14

Rompimento no Rio desidrata Dilma e PT

Não é das mais confortáveis a situação do senador Lindbergh Farias (PT-RJ) no cenário eleitoral carioca. Causa fundamental do rompimento do seu partido com o governo do PMDB, sua candidatura à sucessão estadual sofre significativa oposição interna, sobretudo dos prefeitos do PT. Não só pelo que afeta nas relações administrativas entre essas prefeituras e o

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terça-feira 28/01/14

Rompimento PT/PMDB fragiliza votação de Dilma no Rio

O desfecho do conflito da aliança PT/PMDB no Rio, com a saída do primeiro da estrutura de governo, não se estende, em princípio, à aliança nacional pela reeleição de Dilma Rousseff. Mas estabelece, desde já, uma ruptura nas eleições do Estado, com efeitos na presidencial, de intensidade variável, proporcional ao vigor da presidente na campanha.

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quinta-feira 23/01/14

Saída de Lindbergh é remota

O governador do Rio, Sérgio Cabral, chegou em quem evitou responsabilizar pela liberação da candidatura do senador Lindbergh Farias (PT) à sua sucessão: o ex-presidente Lula, a quem apela agora para que reverta um quadro irreversível. Desde sempre, ou melhor desde que decidiu avançar com a CPI do Cachoeira, ciente de sua vinculação inevitável com

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quarta-feira 22/05/13

Cabral ameaça abrir palanque a adversários se PT lançar candidato no Rio

No jantar oferecido aos governadores do PMDB, na noite dessa terça-feira no Palácio do Jaburu – residência oficial do vice-presidente Michel Temer – os mandatários do principal aliado da presidente Dilma Rousseff reclamaram da relação com o PT nos Estados. Ficou claro que o maior problema na reedição desta aliança é o Rio de Janeiro

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quarta-feira 13/03/13

Sem Rio e Espírito Santo, reunião do pacto federativo vira palco para Campos

O encontro de governadores com os presidentes da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), hoje à tarde, para discutir o pacto federativo, não contou com os governadores do Rio e do Espírito Santo, Estados produtores de petróleo, Sérgio Cabral e Renato Casagrande, respectivamente. A ausência foi combinada entre os dois, em

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domingo 13/01/13

Onze governadores estão na mira do TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prepara-se para julgar neste ano os pedidos de cassação de mandato de governadores. Dos 27 eleitos, a Corte eleitoral recebeu ações para cassar o mandato de 12 deles – quase a metade dos diplomados em 2010. Nas ações contra os governadores do Amazonas, Omar Aziz (PSD), do Acre, Tião Viana

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