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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

terça-feira 13/05/14

Ampliação do RDC gera reação de arquitetos, engenheiros e urbanistas

O Senado deverá votar na próxima semana a MP 630/13, que amplia o Regime Diferenciado de Contratação (RDC), estendendo-o a qualquer obra pública. Na prática, a medida revoga a Lei de Licitações, a partir de uma exceção feita para acelerar as obras da Copa do Mundo e das olimpíadas, depois estendida ao PAC e, agora,

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segunda-feira 20/01/14

Meirelles para o Senado é questão fechada no PSD

A candidatura do ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles ao Senado é questão resolvida para o PSD. Ainda faltam acertos com o economista, cuja tentação em entrar para a política o ronda desde antes de seu ingresso no governo Lula. Para assumir o BC, Meirelles teve de abdicar de um mandato de deputado federal pelo

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quinta-feira 05/12/13

Perrela e o velho recurso de culpar a imprensa

Ao senador Zezé Perrela (PDT-MG), deve ser concedida a presunção de inocência, devida a qualquer cidadão sob investigação, circunstância em que foi colocado após a apreensão de meia tonelada de cocaína em helicóptero de propriedade de sua empresa – e de seu filho, o também parlamentar Gustavo Perrela, deputado estadual pelo Partido Solidariedade mineiro. Teria

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quarta-feira 27/11/13

Voto aberto, um passo à frente

Ficou de bom tamanho para o Executivo e para o Congresso a decisão de ontem, do Senado, pela abertura parcial do voto parlamentar, regra vigente desde já para cassações de mandatos e avaliação de vetos presidenciais. Este último responde pela posição do governo de abertura integral do voto parlamentar, um pedido maior do que o

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quinta-feira 21/11/13

Protelar cassação de parlamentar preso é demolidor para a Câmara

A decisão do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), de cumprir um ritual para a cassação dos deputados condenados pelo Supremo Tribunal Federal, e já cumprindo pena, tem a motivação defensiva comum a um dirigente de instituição política. Conduzir o processo sem enfrentar o corporativismo, mas com objetividade, às vezes impõe um certo malabarismo.

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segunda-feira 18/11/13

Câmara flerta com risco ao retardar voto aberto para cassações

A lentidão com que o Congresso, mais especialmente a Câmara, lida com a questão do fim do voto secreto para cassações de parlamentares reforça a percepção do distanciamento da instituição da pauta desejada pela população. Mais uma vez a agenda positiva ficou no ensaio, apesar do grau de intolerância já manifestado pela sociedade com a

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quinta-feira 24/10/13

Fim do voto secreto para tudo prolongará mais o debate

Algumas decisões políticas que parecem representar um avanço podem embutir armadilhas, propositais ou não, que na prática as tornam ineficazes. Parece esse o caso da aprovação, ontem, pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ), da proposta de emenda constitucional que extingue o voto secreto no Parlamento para todas as matérias. A primeira consequência

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domingo 15/09/13

Senadores veem digital do Planalto no voto aberto

O senador Sérgio Souza (PMDB-PR) comprou uma briga com o próprio partido ao defender o voto aberto em todos os casos no Congresso. Colegas veem o dedo do governo na sua tentativa de abrir todas as votações na Casa, o que ajudaria o Executivo a ter maior controle sobre os parlamentares. Souza é suplente da

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sexta-feira 28/06/13

Câmara fez o dever de casa, já o Senado…

Até aqui, a Câmara foi quem se saiu melhor na reação às manifestações de rua que cobram por melhores serviços – o tal padrão Fifa por parte do Estado – até a mudança de comportamento dos políticos, uma pauta vinculada diretamente ao combate à corrupção. Por ora, o Executivo e o Senado não saíram do

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