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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

terça-feira 04/02/14

Campanha faz Dilma mais concessiva ao PT

A campanha pela reeleição , que a encontra com índices vulneráveis de aprovação, impôs à presidente Dilma Rousseff,  um comportamento mais concessivo do que vinha tendo em relação ao PT, como indica o desenho da reforma ministerial meia-sola que começou a anunciar ontem. O cargo mais estratégico, pela proximidade com o gabinete presidencial, ocupado por

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segunda-feira 03/02/14

Mudança ministerial marca início do jogo pesado

Em clima de campanha antecipada, o Congresso Nacional recebe hoje o novo ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante (PT), para a leitura da mensagem presidencial que marca a solenidade de abertura da nova legislatura.  Mercadante é o perfil mais expressivo de uma reforma destinada a fortalecer a jornada pela reeleição de Dilma Rousseff. Na dança

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quarta-feira 22/01/14

Meirelles e Josué, o certo e o duvidoso

A confirmação da escolha do empresário Josué Gomes da Silva, presidente da Coteminas, para o ministério do Desenvolvimento, além dos prováveis méritos do escolhido, tem o objetivo estratégico de ajudar no esforço de reduzir a desconfiança do mercado com a linha econômica do governo. Daí a antecedência com que seu nome frequenta o noticiário como

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terça-feira 21/01/14

Reforma ajusta ações de governo às de campanha

A rigor, reforma ministerial é aquela empreendida para redirecionar rumos, por imposições políticas ou de aprimoramento da gestão de programas e de eficiência da estrutura – ou ambas. No caso presente, em que a presidente Dilma promove a substituição de nove ministros que disputarão as eleições, prevalece o objetivo político de ajustar a máquina à

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quarta-feira 13/11/13

Reforma ministerial – é torcer para não piorar

Vem aí a reforma ministerial, mais uma daquelas que se encaixam na definição clássica da mudança que mantém tudo como está. A operação tem motivação meramente eleitoral não indo à causa que realmente deveria produzi-la – a de tentar imprimir alguma eficiência à máquina administrativa, cujo desempenho cuidou de desmoralizar a estratégia de cunhar uma

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quinta-feira 18/07/13

Uma reforma moldada pelo PT

A se dar crédito às primeiras especulações sobre as possíveis mudanças ministeriais em estudo pela presidente Dilma Rousseff, não há razão para otimismos: por ora, segundo a bolsa de apostas, trata-se de um rodízio entre perfis já presentes na Esplanada, exceção para o ex-presidente do PT, Ricardo Berzoini, que ocuparia a pasta da Articulação Política.

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quarta-feira 27/03/13

Nascimento afirma que Borges está confirmado no Ministério dos Transportes

O presidente do PR, senador Alfredo Nascimento (AM), afirmou ontem a dois colegas do Senado que “fez o novo ministro do partido”. Relatou que sera o ex-senador e atual vice-presidente do Banco Brasil, César Borges, o novo ministro dos Transportes. Não há confirmação oficial, ainda, por parte do PR nem do Planalto, mas informalmente até

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