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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

quarta-feira 23/07/14

Cláudio: desgaste evitável

A campanha emite os primeiros sinais de que predominará, em boa parte, a guerra de denúncias entre os candidatos, da qual parece que o menos atingido será Eduardo Campos, do PSB,  com notórias dificuldades de firmar a terceira via que se propôs representar. A motivação para denúncias é proporcional ao êxito das candidaturas. Aquela que

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quinta-feira 08/05/14

Candidatos tentam dar mais nitidez às diferenças

Os últimos dias indicaram um novo desenho da pré-campanha presidencial com os candidatos estabelecendo as diferenças com as quais pretendem se distinguir junto ao eleitor. Ainda que não em conteúdo, na forma já é possível perceber uma linha a definir melhor as visões de cada um. Antes que a presidente Dilma Rousseff rompesse, por conveniência

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quinta-feira 27/02/14

Absolvição por quadrilha não reduz dano político

A absolvição já prevista pela acusação de formação de quadrilha não revoga as sentenças principais às quais foram condenados os réus do mensalão e que reconhecem a existência do crime pelo qual já cumprem a pena. A formação de quadrilha, à qual foram condenados anteriormente, foi revista hoje por um tribunal acrescido de dois ministros

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quinta-feira 20/02/14

Renuncia de Azeredo já é efeito do julgamento do mensalão

Qualquer que seja a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre o caso do ex-deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que renunciou ao mandato depois de formalizado o pedido da Procuradoria-Geral pela sua condenação, o episódio registra um avanço no comportamento político. À parte as interpretações sobre as motivações da renúncia – se manobra jurídica ou de foro

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segunda-feira 17/02/14

PT ainda faz de Aécio alvo principal

O acúmulo de notícias negativas se não abalou o favoritismo eleitoral da presidente Dilma Rousseff,  já faz o governo e o PT raciocinarem realisticamente com a inevitabilidade de um segundo turno em 2014. A dissimulação desse diagnóstico já foi mais intensa e, hoje, os atores da candidatura oficial consideram mais que possível, provável, uma disputa

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sexta-feira 24/01/14

A Rede fora da meta

A nota em que Marina Silva desautoriza a secção mineira da Rede pelo ataque à aliança PSB/PSDB no Estado, não esgota o conflito por não se tratar o episódio de um simples ruído de comunicação. Mais que isso, revela a dificuldade de composição interna entre os dois grupos na coligação. Não é de se imaginar

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segunda-feira 13/01/14

Conflitos regionais testam aliança anti-PT de Aécio,Campos e Marina

As dificuldades previsíveis para os ajustes entre a Rede, de Marina Silva, e o PSB, do governador Eduardo Campos,  têm duas vertentes com prazos de conciliação distintos, que além de testar a capacidade política de ambos, afetam a aliança informal com o PSDB para a eleição presidencial. A primeira conciliação, em curso, segue o ritmo

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terça-feira 07/01/14

O custo Marina

Alianças têm custo, principalmente se um dos parceiros dispõe de força eleitoral decisiva para viabilizar o projeto do outro, caso de Marina Silva com Eduardo Campos. Nada de extraordinário nisso. Há circunstâncias piores, como alianças feitas entre representantes de campos em que o antagonismo é predominante. Governos sacrificam posições e, mesmo, princípios (quando os têm),

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terça-feira 17/12/13

Serra e programa dão a Aécio dianteira na oposição

O lançamento dos princípios que nortearão a campanha do PSDB no mesmo dia em que o ex-governador José Serra abre caminho à consolidação da candidatura do senador Aécio Neves (MG), são dois fatos importantes não só pela perspectiva de unidade que projetam, mas também por queimar etapas no processo de afirmação do partido como principal

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