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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

terça-feira 18/03/14

Governo reduz risco na Câmara, mas crise com PMDB continua

Ao concluir a reforma ministerial com a posse ontem dos novos ministros, a presidente Dilma Rousseff  deu o desenho final no confronto com o PMDB, isolando não o líder do partido na Câmara, mas com ele, toda a bancada. Dilma fez a opção pelo atendimento aos partidos que integraram por curto espaço de tempo o

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sexta-feira 06/09/13

PMDB despacha plebiscito de Dilma

O líder do PMDB, deputado Eduardo Cunha (RJ), vai relatar o projeto de plebiscito sobre a reforma política, apresentado na Câmara pelo PT, com respaldo burocrático do PSB, PDT e PCdoB. Cunha liderou a oposição à consulta popular, e a indiferença do governo à sua relatoria dá a medida do desinteresse pela matéria. Fosse para

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sexta-feira 22/03/13

Reeleito, Carlos Lupi definirá rumos do PDT em 2014

O ex-ministro do Trabalho Carlos Lupi foi reconduzido na manhã de hoje para o seu quinto biênio na presidência do PDT. Lupi completou oito anos no comando do partido, tendo sido eleito pela primeira vez em 2005. Embora tenha sido reeleito por aclamação da maioria absoluta dos convencionais – era representante da chapa única -,

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quarta-feira 24/10/12

Contrato com Cingapura abre crise entre PT e PSB no DF

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Um contrato entre o Governo do Distrito Federal e uma empresa de Cingapura, tratado aqui neste blog há dias como um “negócio da China”, está em vias de se tornar o estopim do rompimento entre PSB e PT na Capital. O senador Rodrigo Rollemberg (PSB) não consegue acesso ao contrato, apesar de ter encaminhado requisição

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sexta-feira 19/10/12

Lula faz campanha para quem chamou de bandido

Em troca do apoio do PDT nacional a Fernando Haddad em São Paulo, o ex-presidente Lula gravou uma declaração de apoio ao prefeito de Macapá, Roberto Góes (PDT), candidato à reeleição. Preso na Operação Mãos Limpas da Polícia Federal, em 2010, Góes passou dois meses na Penitenciária da Papuda em Brasília. No primeiro turno, Lula

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domingo 23/09/12

Prefeitura de Macapá retém dinheiro do empréstimo consignado

O Ministério Público do Amapá abriu inquérito para investigar novo escândalo da prefeitura da Capital: a retenção, pela administração municipal, de R$ 4,7 milhões descontados em folha dos servidores públicos que fizeram empréstimos consignados e que deveriam ter sido repassados ao Banco Itaú Unibanco, autor da reclamação que deu origem à nova investigação. O valor

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quinta-feira 27/10/11

Acaba a agonia de Silva, começa a de Agnelo

Passada a agonia do ex-ministro Orlando Silva, as preocupações do governo se voltam agora para a situação do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT). Não apenas por conta da mágoa que Silva levou junto com a demissão, potencial fator de vingança contra aquele que considera a origem de seu infortúnio, mas especialmente porque Agnelo

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domingo 11/09/11

Governo Agnelo revive clima que levou à queda de Arruda

O que mais consolida versões e boatos sobre governos e políticos é a falta de reação de seus personagens ao que deles se diz e divulga. Mais ainda, quando tais versões circulam com autores identificados que as assumem. O silêncio diante de denúncias graves comprometeu a credibilidade do ex-governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, 

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quinta-feira 12/05/11

Rompimento do acordo do Código Florestal expõe vulnerabilidade do governo no Congresso

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A campanha do chamado “fogo amigo” contra a ministra da Cultura, Ana de Holanda e o adiamento da votação do Código Florestal, repõem na cena política a relação do PT com o governo ao qual dá sustentação há oito anos. Nos anos Lula, a relação do PT com o governo foi de submissão a uma

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