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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

terça-feira 03/12/13

Economia ruim, campanha também

E a má notícia econômica, antecipada com índice mais ameno pela presidente Dilma Rousseff, não surpreendeu: como é inerente à matemática, a conta é exata e impermeável às manobras contábeis exercidas fartamente pelo governo. Elas, porém, podem apenas maquiar e adiar o inevitável, mas ao final exibirá sempre a nudez do discurso protelatório. O resultado

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segunda-feira 02/12/13

Clamor por mudanças supera índices e candidatos

Ressalta da pesquisa mais recente do Datafolha o aparente paradoxo  de um governo com 41% de aprovação , com viés de alta,  e um porcentual de 66% de eleitores que desejam uma mudança na forma de governar. O viés de alta aparece na corrida presidencial em que Dilma, segundo o instituto, pontua de 41 a

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domingo 03/07/11

Crises imobilizam governo e oposição

Oposição e governo convivem numa espécie de trégua informal com suas crises intestinas – um com falta de programas e preso a um varejo que o torna refém da sede de sua base aliada por cargos e verbas. Outro, precipitadamente envolvido numa disputa pela candidatura oficial à presidência em 2014. Com a pressa que faltou

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terça-feira 17/05/11

Governo administra mal episódio Palocci

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  Palocci com Dilma durante a visita do primeiro ministro da Suecia Fredrik Reinfeldt no Palacio do Planalto, nesta terça-feira, 17. Foto: Celso Junior/AE O governo mais atrapalhou do que ajudou o ministro Antonio Palocci – e, portanto, a si próprio – com as declarações produzidas no Planalto e no Conselho de Ética nas últimas

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sábado 15/01/11

Acordo para presidência da Câmara mostra uma oposição consentida

A desistência do deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP) de disputar a presidência da Câmara, determinada pela constatação de que não reuniria os votos necessários a uma dissidência na base aliada, mostra também que a oposição está envolvida com a sua própria sobrevivência e distante de seu papel no processo político. Além de não conseguir

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segunda-feira 08/11/10

Não existe oposição “generosa”, nem “má”: existe oposição

Não foi bem digerida no PSDB e no DEM a proposta do governador Aécio Neves de uma oposição “generosa” ao futuro governo Dilma. O adjetivo poderia ter ficado de fora da declaração do mineiro, sobretudo porque foi simultânea ao lançamento, pelo PSB ,de seu nome para presidir o Senado. A leitura foi a de que Aécio

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sábado 25/09/10

Uma maioria com força para reformas constitucionais

 Não é lícito tratar hoje como oposição futura os candidatos e partidos inferiorizados nas pesquisas de intenção de voto. Mas, a uma semana das eleições, já há uma contabilidade razoavelmente segura a indicar que, se eleita Dilma Rousseff, o chamado governo de continuidade terá força numérica, tanto na Câmara quanto no Senado, para promover reformas

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