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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

segunda-feira 11/08/14

Longe dos olhos

O prazo de 60 dias estabelecido pela presidente Dilma Rousseff para a conclusão das investigações sobre o uso de computador do Palácio do Planalto para alterar perfis de jornalistas na Internet, cai em 10 de outubro, uma semana após a votação do primeiro turno eleitoral.  Parece estratégico o prazo – e é, se considerado o

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quinta-feira 24/07/14

Decisão do TCU isenta Dilma, mas agrava Petrobrás

 A decisão do Tribunal de Contas da União de isentar o Conselho da Petrobrás pelos erros na operação de compra da refinaria de Pasadena, deve ser comemorado pelo governo como uma vitória parcial, mas com prazo de validade, já que retira à oposição munição direta contra a presidente Dilma Rousseff na campanha eleitoral. O atestado

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quarta-feira 23/07/14

Cláudio: desgaste evitável

A campanha emite os primeiros sinais de que predominará, em boa parte, a guerra de denúncias entre os candidatos, da qual parece que o menos atingido será Eduardo Campos, do PSB,  com notórias dificuldades de firmar a terceira via que se propôs representar. A motivação para denúncias é proporcional ao êxito das candidaturas. Aquela que

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terça-feira 22/07/14

Aliança de contrários

Os números levantados pelos repórteres Daniel Bramatti e Rodrigo Burgarelli, do jornal O Estado de S.Paulo, confirmam ,em larga escala ,os cenários da disputa regional como o fator responsável pelo conflito entre PT e PMDB e, por extensão, a dissidência ampla no principal aliado da presidente Dilma Rousseff no plano nacional. Desde sempre, o PT

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segunda-feira 21/07/14

Saulo Queiroz: reeleição do PT vai de mal a pior

Análise do Secretário – Geral do PSD, Saulo Queiroz (MS), para este Blog,  com base na mais recente pesquisa Datafolha, sugere que o índice de rejeição à presidente Dilma é o maior entrave à sua reeleição, identifica-o no PT, por causa do mensalão, e avalia que sua derrota eleitoral parece iminente. Saulo considera que a

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segunda-feira 14/07/14

No plano da fantasia

Há notícias suficientes a indicar que a relação com o mundo financeiro centraliza as preocupações da coordenação de campanha do PT – e, mais que isso, as ações de perfis estratégicos empenhados na vitória eleitoral da presidente Dilma Rousseff. Faz sentido e, por mais dissimulada no discurso,  a angústia com a situação econômica e sua

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quarta-feira 25/06/14

Eleitor de resultados

Em qualquer sistema político, eleição é uma etapa essencial do processo e movida a competitividade. Debate sobre reformas à parte, portanto, o que explica o desordenado cenário de alianças este ano, que conseguiu agravar a geléia geral partidária brasileira, é essencialmente o declínio da candidata oficial nas pesquisas. Dele decorre, em parte, a prevalência das

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sexta-feira 20/06/14

Macartismo às avessas

O desmentido do ministro Gilberto Carvalho à tese do PT que atribuiu à “elite branca” as vaias e xingamentos à presidente Dilma Rousseff no estádio de futebol, é o retrato mais fiel da inconsistência das construções eleitorais do partido até agora. A queda da presidente nas pesquisas, que reforça o descontentamento permanente do PT com

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quarta-feira 18/06/14

PSDB tentará Meirelles até o limite

Está claro, apesar do efeito dispersivo da Copa do Mundo, que  os lances mais estratégicos da atual fase da campanha eleitoral se desenvolvem em São Paulo – menos em torno dos partidos que polarizam a eleição – PT e PSDB – e mais entre os personagens da oposição. As negociações em torno de uma possível

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