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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

terça-feira 03/06/14

Economia, ainda o maior obstáculo de Dilma

Considerada a improbabilidade de as CPIs da Petrobrás produzirem  alguma informação nova relevante – uma por blindagem do governo, outra, por absoluta falta de tempo -, a economia continua se impondo como a grande adversária da presidente Dilma Rousseff. A rigor, não deixou de ser desde que a inflação  consolidou um quadro econômico que já

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quarta-feira 28/05/14

Estado se omite e manifestações seguem sem regras

A duas semanas da Copa, a reação da presidente Dilma Rousseff  aos distúrbios de rua ainda é o de que  “na Copa não haverá baderna”. Por essa declaração deve-se compreender que ao apito inicial do juiz do primeiro jogo, as forças de segurança saberão como agir contra o vandalismo. Na vida real, o governo adia

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segunda-feira 17/02/14

Projeto de Cardozo agrava risco de violência na Copa

A julgar pelo texto que se dá como certo para ser enviado pelo governo ao Congresso, o ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, insistirá na liberdade para uso de máscaras pelos manifestantes em protestos de rua. Mesmo sabendo que são esses que irradiam a violência. O governo desconhece a recente pesquisa que registra o repúdio de

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sexta-feira 29/11/13

O cartel e o prazo eleitoral

As denúncias sobre o cartel de trens formado em São Paulo em governos tucanos ganhou motivação eleitoral e produziu versões que pretendem dar nomes aos bois antes que a investigação possa alcançar o estágio para respaldá-las, sobretudo porque permanecem sem autoria – são apenas atribuídas a um ex-funcionário da Siemens no Brasil, que passou a

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segunda-feira 02/09/13

Censura pró-Sarney e PMDB alimentam oposição do PT

A chamada pré-campanha, etapa de consolidação das alianças com vistas às eleições estaduais, acirrou ainda mais os ânimos no PT, já exaltados em razão da eleição interna que deve reconduzir Rui Falcão à presidência do partido, com apoio de Lula. O espaço conquistado pelo PMDB na base do governo é o mote dos que se

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quinta-feira 13/12/12

Valério: o melhor para todos é a investigação

Podem ser absolutamente inverídicas as acusações do publicitário Marcos Valério ao ex-presidente Lula, assim como as demais constantes do depoimento prestado ao Ministério Público e reveladas pelo Estadão nos seus detalhes. Pode o depoimento ser parcialmente verdadeiro, excluindo-se o que diz respeito ao líder maior do PT. Pode ter uma verdade, duas mentiras, pode ser

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quarta-feira 14/11/12

Cardozo e as dores da prisão

DESMATAMENTO / MMA

Não resta qualquer dúvida sobre o acerto do diagnóstico do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, em relação ao sistema prisional brasileiro. Da mesma forma, não há dúvida de se tratar de uma daquelas coisas que só contaram a ele e…à torcida do Flamengo. A novidade, portanto, não está na informação sobre nossos presídios, mas

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quarta-feira 20/07/11

Crise expõe governo gerenciador, de operação no varejo

O foco compreensível na crise do ministério dos Transportes encobre, por ora, os problemas em outras áreas do governo de igual importância estratégica para a Copa do Mundo. Nos ministérios do Turismo e da Justiça não se percebe qualquer sinal de ação mais efetiva, ou mesmo programas objetivos, que autorizem otimismo maior com relação a

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terça-feira 25/01/11

Demissão de Abramovay revela rigor seletivo do governo

O rigor aplicado ao ex-Secretário Nacional Antidrogas, Pedro Abramovay, a pretexto de quebra hierárquica, contrasta com a tolerância do governo para com outras personagens ministeriais de comportamento bem mais comprometedor. Abramovay manifestou uma opinião que, embora polêmica, é absolutamente pertinente ao cargo que ocupava. E que merece debate: afinal, não defendeu a absolvição do pequeno

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