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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

quinta-feira 19/06/14

A renúncia como protesto

A menos de duas semanas de sua aposentadoria, a renúncia à relatoria da Ação Penal 470 – o mensalão – pelo ministro Joaquim Barbosa, guarda um aparente paradoxo, já que a saída da vida pública provocaria o mesmo efeito. Dois aspectos, no entanto, explicam a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal, pela ordem: marcar

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domingo 25/05/14

Maia poderá ser relator da CPI mista da Petrobrás

A CPI mista da Petrobrás, como sua análoga no Senado, parece destinada a cair no vazio, embora por razões diversas. Como se sabe, a do Senado,  desqualificada por uma maioria governista que a transformou em um “clube de amigos”, está desmoralizada pela caracterização de chapa-branca. Já a mista, que envolve a Câmara e que reduz

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segunda-feira 28/04/14

Lula: mensaleiros não eram de sua confiança, já Roberto Jefferson…

O que surpreende na entrevista do ex-presidente Lula a uma emissora de TV portuguesa não é a avaliação de que o julgamento do mensalão foi político. Mas a de que os políticos condenados e presos não eram de sua confiança. Como não fez distinção entre os presos do PT e os demais, a declaração abrange

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quinta-feira 05/12/13

Dirceu pede exceção a todas as regras para exercer atividade política

Tomada em seu conjunto a pauta de solicitações do ex-ministro José Dirceu ao Poder Judiciário ganha o formato de uma estratégia para manter em cena o líder político  disposto a exercer sua influência, dentro e fora do PT,  mesmo na condição de presidiário.  E antes mesmo que seja definida a forma de cumprimento de sua

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quinta-feira 21/11/13

Protelar cassação de parlamentar preso é demolidor para a Câmara

A decisão do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), de cumprir um ritual para a cassação dos deputados condenados pelo Supremo Tribunal Federal, e já cumprindo pena, tem a motivação defensiva comum a um dirigente de instituição política. Conduzir o processo sem enfrentar o corporativismo, mas com objetividade, às vezes impõe um certo malabarismo.

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quinta-feira 24/10/13

Fim do voto secreto para tudo prolongará mais o debate

Algumas decisões políticas que parecem representar um avanço podem embutir armadilhas, propositais ou não, que na prática as tornam ineficazes. Parece esse o caso da aprovação, ontem, pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ), da proposta de emenda constitucional que extingue o voto secreto no Parlamento para todas as matérias. A primeira consequência

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segunda-feira 02/09/13

Censura pró-Sarney e PMDB alimentam oposição do PT

A chamada pré-campanha, etapa de consolidação das alianças com vistas às eleições estaduais, acirrou ainda mais os ânimos no PT, já exaltados em razão da eleição interna que deve reconduzir Rui Falcão à presidência do partido, com apoio de Lula. O espaço conquistado pelo PMDB na base do governo é o mote dos que se

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quarta-feira 14/11/12

Cardozo e as dores da prisão

DESMATAMENTO / MMA

Não resta qualquer dúvida sobre o acerto do diagnóstico do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, em relação ao sistema prisional brasileiro. Da mesma forma, não há dúvida de se tratar de uma daquelas coisas que só contaram a ele e…à torcida do Flamengo. A novidade, portanto, não está na informação sobre nossos presídios, mas

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quarta-feira 10/10/12

Delinqüência financiou projeto hegemônico do PT, a síntese de Mello

Novamente é o voto do decano Celso de Mello que oferece uma das melhores sínteses entre tantas positivas produzidas no curso do julgamento do mensalão até agora. Possivelmente o que define com mais propriedade o esquema reconhecido e condenado pela Corte. Que chamou de “macrodelinquência governamental”. Segundo Mello, trata-se do uso abusivo do Estado ,

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