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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

quinta-feira 10/07/14

Construindo um governo sub judice

Bem avaliado nas pesquisas, José Roberto Arruda corre o risco de não terminar, pela segunda vez, o mandato de governador do Distrito Federal, caso as urnas confirmem os bons índices registrados pelas consultas dos institutos de opinião. Não será a primeira vez que o descompasso entre a legislação e o curso judicial que lhe dá

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segunda-feira 21/04/14

Conselho de Ética, muito aquém de sua missão

Criado para analisar a conduta dos parlamentares em 2001, o Conselho de Ética da Câmara não tem sido muito eficaz no trabalho proposto no início do século. Somente nesta legislatura, de 14 processos por quebra de decoro parlamentar iniciados no colegiado, somente dois chegaram a plenário com recomendação de cassação. Mas esse retrospecto pode mudar

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quarta-feira 29/01/14

Brasília no mapa de socorro de Lula

Apesar de uma estrutura publicitária mais profissional, o governador Agnelo Queiroz (PT-DF) não conseguiu reverter a percepção negativa de sua gestão , contrariando as expectativas iniciais que o favoreciam diante do escândalo de seu antecessor, deposto e preso, José Roberto Arruda. Agnelo não conseguiu capitalizar politicamente o episódio , passando a primeira metade de seu

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domingo 05/02/12

Governo do DF continua refém de Durval Barbosa

Algo vai muito mal quando uma instituição militar sustenta publicamente que promoveu um soldado delinqüente obrigada pela Lei. Foi o que fez a Polícia Militar do Distrito Federal com o soldado João Dias, promovido a cabo, depois de protagonizar escândalos que, por si só, já justificariam sua expulsão da tropa. Mas ele foi além: réu

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quinta-feira 27/10/11

Acaba a agonia de Silva, começa a de Agnelo

Passada a agonia do ex-ministro Orlando Silva, as preocupações do governo se voltam agora para a situação do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT). Não apenas por conta da mágoa que Silva levou junto com a demissão, potencial fator de vingança contra aquele que considera a origem de seu infortúnio, mas especialmente porque Agnelo

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quarta-feira 31/08/11

Jacqueline Roriz foi a “dança da pizza” de Vacarezza

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De mais um episódio de espírito corporativo protagonizado pela Câmara, com a absolvição da deputada Jacqueline Roriz (PMN-DF), velhos truques espúrios ganham conotação cínica e institucionalizam o crime político. “Em 2006 eu era uma cidadã comum, não era deputada, não era funcionária pública”. A frase é uma confissão de culpa, mas foi peça de defesa

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sábado 19/02/11

O estranho silêncio de Agnelo sobre a herança maldita de Roriz e Arruda

Ainda no cargo, o ex-governador José Roberto Arruda, explicava suas ligações com o submundo dos governos de Joaquim Roriz, dos quais participou, como decorrência natural das alianças necessárias à estabilidade política dos governos. Ia mais longe quando cobrado pelo silêncio em relação à notória chantagem que o prendia ao  cúmplice e algoz, Durval Barbosa. “Vocês

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sábado 13/11/10

Réu sob delação premiada, Durval Barbosa mantém influência no governo do DF

Joaquim Roriz deposita as expectativas de influência política  na sua prole. Foto: Dida Sampaio/AE – 29.10.2010 O longo ciclo de poder de Joaquim Roriz no Distrito Federal, interrompido pela gestão de seu ex-aliado, José Roberto Arruda, chega ao fim com a eleição do petista Agnelo Queiroz que tomará posse em 1º de janeiro. Roriz não

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sexta-feira 10/09/10

Ficha Limpa: Judiciário se ressente da omissão do Congresso

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STF sente-se vítima de um comportamento eleitoral do Congresso. Foto: André Dusek/AE – 29.04.2010 Tente-se imaginar, apenas por hipótese, Joaquim Roriz eleito e barrado na porta do Palácio de governo, onde está sentado na cadeira o segundo colocado no pleito, porém livre para a posse. O cenário é possível – e multiplicável – caso o

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