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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

quinta-feira 19/06/14

A renúncia como protesto

A menos de duas semanas de sua aposentadoria, a renúncia à relatoria da Ação Penal 470 – o mensalão – pelo ministro Joaquim Barbosa, guarda um aparente paradoxo, já que a saída da vida pública provocaria o mesmo efeito. Dois aspectos, no entanto, explicam a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal, pela ordem: marcar

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sexta-feira 30/05/14

Temperamento à parte, Barbosa fez história

Abstraídos os excessos de temperamento, o ministro Joaquim Barbosa deixa como principal legado, ao antecipar sua aposentadoria, o fim do ciclo de impunidade representado pelo foro especial que se transformara em privilégio para autoridades públicas. É um mérito extensivo aos demais juízes do Supremo Tribunal Federal, incluindo os dois que se aposentaram antes da conclusão

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segunda-feira 07/04/14

Vargas e Petrobrás desmoralizam versão romântica do PT para desvios

Desponta como o fio de um novelo maior as relações entre o vice-presidente da Câmara, André Vargas (PT-PR), e o doleiro Alberto Yousseff , que vão além do que poderia sugerir o episódio do voo de férias do parlamentar em jato do contraventor. Vargas é daqueles perfis que sobrevivem anos no parlamento apesar do telhado

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segunda-feira 27/01/14

As sequelas do mensalão no STF

A polêmica em torno de um procedimento burocrático derivado da sentença final, expõe as feridas abertas durante o longo processo. O caso Cunha é ilustrativo da permanência do conflito por ter sido, entre outros, condenado pelos 11 ministros do tribunal, o que supostamente deveria tornar irrelevante a quem cabe a emissão do mandado de prisão.

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sábado 22/12/12

Decisão de Barbosa esvazia crise artifical

Ao rejeitar o pedido de prisão imediata dos réus condenados do mensalão, o ministro Joaquim Barbosa, optou pelo bom senso, colocando à frente da natural ansiedade pela aplicação da justiça, o indispensável cuidado de solidificar a punição inédita de cabeças coroadas que violaram leis e regras protetoras da coisa pública. As sentenças aplicadas aos réus

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terça-feira 31/08/10

STF não deve julgar mérito do Ficha Limpa antes das eleições

roriz

Roriz durante visita ao Ceasa no Setor de Industria e Abastecimento em Brasilia. Foto: André Dusek/AE – 19/08/2010 Em relação à constitucionalidade do projeto Ficha Limpa só há um consenso no Supremo Tribunal Federal, depositário final dos recursos daqueles vetados pelo Tribunal Superior Eleitoral: o julgamento de mérito dificilmente ocorrerá antes das eleições. O que

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segunda-feira 09/08/10

Barbosa erra ao cobrar privacidade em ambiente público de lazer durante licença médica

JoaquimBarbosa_(1)

Foto: Ed Ferreira/AE Não se pode pôr em dúvida a afirmação do ministro Joaquim Barbosa quanto a problemas de saúde que limitam sua atividade no Supremo Tribunal Federal (STF). Nem é disso que tratam seus críticos dentro do próprio tribunal, mas da falta de uma iniciativa sua na direção de uma solução funcional definitiva que não

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terça-feira 05/01/10

Mimetismo político

Barbosa, um juiz em crise com o Judiciário. Foto: Sérgio Dutti/AE

O ministro Joaquim Barbosa lamenta a ausência de uma “reação furiosa” da elite pensante do País contra a escalada da corrupção, que atribui a erros e até à cumplicidade do Judiciário. É mais uma autoridade a adotar o discurso de oposição ao contexto do qual faz parte, num mimetismo de ocasião, políticamente eficaz. O governador Sérgio Cabral fez o

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