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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

quinta-feira 10/07/14

Construindo um governo sub judice

Bem avaliado nas pesquisas, José Roberto Arruda corre o risco de não terminar, pela segunda vez, o mandato de governador do Distrito Federal, caso as urnas confirmem os bons índices registrados pelas consultas dos institutos de opinião. Não será a primeira vez que o descompasso entre a legislação e o curso judicial que lhe dá

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segunda-feira 05/09/11

Congresso do PT, um evento autista

O congresso nacional do PT, pós-Lula, foi um repeteco pálido dos anteriores, com uma pauta anacrônica cujo ponto central foi a enfadonha cantilena de controle da mídia, sem a repercussão política pretendida. Mais do que antes, os temas em debate referendaram o conceito que o próprio Lula já fizera, em seu governo, de que tais

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quarta-feira 31/08/11

Jacqueline Roriz foi a “dança da pizza” de Vacarezza

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De mais um episódio de espírito corporativo protagonizado pela Câmara, com a absolvição da deputada Jacqueline Roriz (PMN-DF), velhos truques espúrios ganham conotação cínica e institucionalizam o crime político. “Em 2006 eu era uma cidadã comum, não era deputada, não era funcionária pública”. A frase é uma confissão de culpa, mas foi peça de defesa

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terça-feira 30/08/11

Miro questiona princípio de que crime prescreve com a eleição do parlamentar

O deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) acaba de questionar, em plenário, a base da defesa da deputada Jacqueline Roriz (PMN-DF), que inviabiliza punições a parlamentares por delitos cometidos antes do exercício do mandato. Miro sustenta que, à parte o mérito do processo, não há na ordem legal brasileira nada que sustente a tese produzida no conselho

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quarta-feira 09/03/11

Com governo imobilizado, violência em Brasília já chama a atenção externa

Eis que o setor hoteleiro de Brasília ganha dimensão internacional. Não por uma eventual descoberta virtuosa até aqui despercebida pelos moradores da Capital. Ou por algum elemento arquitetônico à altura do gênio de Niemeyer, porventura escondido. A visibilidade súbita vem de um informe do Departamento de Estado norte-americano sobre a violência, que mapeia as áreas

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