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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

sexta-feira 04/04/14

Contradição limita administração de crise pelo governo

Estratégia de redução de danos, como demonstra a expressão, não elimina o desgaste de um governo ou de uma instituição cujas gestões questionadas na sua  inidoneidade. Apenas diminui o efeito negativo ou evita repercussões piores ditadas por novas descobertas trazidas por investigações. É nesse contexto que vivem hoje  Petrobrás e governo em razão de operações

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domingo 29/09/13

PMDB pensa troca de Cabral por Pezão para neutralizar Lindbergh

O PMDB do Rio prepara a saída de Sérgio Cabral do cargo em janeiro, como forma de evitar a consolidação da candidatura do senador Lindbergh Farias (PT) à sua sucessão, embalada pelo desgaste do governador – o maior entre tantos produzidos pelos protestos de rua do mês de junho. Cabral, na verdade, foi o fator

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segunda-feira 17/12/12

CPIs em causa própria: Collor contra Gurgel, um caso pessoal

A desmoralização da CPI do Cachoeira, cujo desfecho confirma ter sido concebida pelo ex-presidente Lula para atingir um alvo específico – o governador de Goiás, Marconi Perilo (PSDB) -, reflete a motivação política que passou a determinar investigações no âmbito do parlamento. E que banaliza o recurso a esse instrumento de investigação. Outras CPIs, algumas

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quarta-feira 12/12/12

Em busca do julgamento político

É bastante perceptível que o conflito entre Câmara e Supremo Tribunal Federal tem no mérito constitucional apenas a formalidade jurídica que esconde o verdadeiro motivo da disputa. A desconfiança dos juízes que defendem a cassação imediata dos parlamentares condenados é de que por trás do princípio da independência dos poderes, o Legislativo planeje um julgamento

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quarta-feira 10/10/12

Delinqüência financiou projeto hegemônico do PT, a síntese de Mello

Novamente é o voto do decano Celso de Mello que oferece uma das melhores sínteses entre tantas positivas produzidas no curso do julgamento do mensalão até agora. Possivelmente o que define com mais propriedade o esquema reconhecido e condenado pela Corte. Que chamou de “macrodelinquência governamental”. Segundo Mello, trata-se do uso abusivo do Estado ,

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segunda-feira 08/10/12

CPI investiga dono de cheque de R$ 1,9 milhão de Cachoeira

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Documentos recebidos pela CPI do Cachoeira, decorrentes da quebra de sigilos bancários, revelam um novo personagem ligado à organização criminosa do empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos. Trata-se do fiscal aposentado da Receita Federal Eurípedes Nunes da Costa, responsável pela movimentação de valores milionários da quadrilha. Ele seria o portador de um cheque de quase

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domingo 02/09/12

PT racha sobre prorrogação da CPI do Cachoeira

O relator da CPI do Cachoeira, deputado Odair Cunha (MG), do PT, teve de apelar aos tucanos para tentar garantir a conclusão dos trabalhos no final de outubro. Na última semana, o petista procurou o coordenador da bancada tucana na comissão, deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), em busca de apoio para colocar um ponto final na

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quarta-feira 29/08/12

CPI prepara “chá de cadeira” para Fernando Cavendish

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Pode haver desistência de última hora, mas o comando da CPI do Cachoeira decidiu ontem usar o presidente afastado da Delta, Fernando Cavendish, para exemplar os depoentes que se dispõem a calar. A idéia é dar um “chá de cadeira” em Cavendish, convocado para depor daqui a pouco. Como o empresário resguardou o direito de permanecer

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domingo 29/07/12

CPI serve ao PT, mas não ofusca mensalão

Ainda que os representantes da oposição assegurem que há tempo suficiente para que a CPI do Cachoeira produza efeitos além da região Centro-Oeste, por ora os trabalhos seguem fielmente o roteiro original concebido pelo PT ao decidir instalá-la. Dado como temerária como estratégia para ofuscar o mensalão e produzir réus na oposição para equilibrar a

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