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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

quarta-feira 06/08/14

Sindicância protocolar

Pouco se deve esperar da CPI da CPI, assim chamada a sindicância que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), anunciou para apurar as denúncias de ação combinada entre o Palácio do Planalto e parlamentares da base aliada para blindar os depoentes na comissão que investiga contratos da Petrobrás. Ele próprio um dos articuladores da

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segunda-feira 04/08/14

O flerte com o risco

A campanha eleitoral tem efeito desidratante sobre a rotina legislativa, o que torna pouco provável uma resposta efetiva às denúncias de fraude nos depoimentos dos convocados que falaram às CPIs da Petrobrás, muito embora esteja prometida pelo senador Vital do Rego (PMDB-PB), que preside ambas. O próprio acúmulo das presidências das duas CPIs pelo mesmo

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quinta-feira 12/06/14

Copa e campanha fazem de CPI página virada em 2014

O depoimento do ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás, Paulo Roberto Costa, à CPI do Senado que teoricamente apura operações suspeitas da empresa, pode ser considerado o coroamento de uma estratégia bem sucedida do governo para evitar a investigação. Em circunstâncias normais, Costa seria o depoimento mais concorrido da CPI, por ser o pivô do escândalo

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quinta-feira 22/05/14

CPIs não devem produzir fatos novos até a eleição

A menos de um mês do início da Copa é improvável que a CPI da Petrobrás produza fatos que possam influenciar no cenário eleitoral, sobretudo pelo êxito do governo na estratégia protelatória da investigação. A CPI já em funcionamento no Senado comprovou o tom amistoso que a caracteriza como uma “ação entre amigos”, como a

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segunda-feira 12/05/14

Estratégia e tom crítico dão dianteira a Aécio

A dianteira do senador Aécio Neves (PSDB-MG) em relação ao ex-governador Eduardo Campos (PSB-PE), registrada na pesquisa mais recente, do instituto Datafolha, não tem causa apenas na maior exposição televisiva do mineiro, mas também na linha crítica mais contundente adotada. É um dado importante, porque não reduz apenas a uma maior visibilidade o desafio de

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quarta-feira 07/05/14

Banho-maria em CPI não poupa governo

A articulação do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), com o Planalto para adiar ao máximo o funcionamento da CPI da Petrobras é apenas parte de uma estratégia que guarda para as próximas semanas seu momento mais intenso. Por enquanto, Renan consegue esticar ao máximo a discussão regimental que precede a instalação da comissão –

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quinta-feira 24/04/14

Decisão de Rosa Weber acua o governo

A decisão da ministra Rosa Weber, pela CPI exclusiva da Petrobrás, pode não representar, por si só, garantia de sua instalação automática, já que o governo é ostensivo na estratégia protelatória. Mas é um duro revés para o Palácio do Planalto com efeito político imediato. A decisão de Rosa Weber ocorre em meio a uma

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quarta-feira 09/04/14

Vargas é ameaça mais imediata que a CPI

De forma imediata, a situação do deputado Andre Vargas (PT-PR), é ameaça maior ao governo do que a CPI da Petrobrás. Até porque, a ligação com o doleiro Alberto Yousseff, que se sabe agora, íntima, liga  o vice-presidente licenciado da Câmara à empresa que a oposição pretende investigada. O governo já sabe – talvez soubesse

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quarta-feira 02/04/14

Oposição capitaliza exposição negativa do governo

A iniciativa do senador Aécio Neves (PSDB-MG) de eleger como adversário o modelo de governo do PT e não seus representantes na disputa presidencial, cria uma saída hábil para a eventual volta do ex-presidente Lula como quer o movimento queremista no partido. A possibilidade da candidatura de Lula o mantém na cena da disputa em

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