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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

sexta-feira 20/06/14

Macartismo às avessas

O desmentido do ministro Gilberto Carvalho à tese do PT que atribuiu à “elite branca” as vaias e xingamentos à presidente Dilma Rousseff no estádio de futebol, é o retrato mais fiel da inconsistência das construções eleitorais do partido até agora. A queda da presidente nas pesquisas, que reforça o descontentamento permanente do PT com

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quarta-feira 07/08/13

No vácuo do Congresso

A aprovação de 85% da população à reforma política, conforme pesquisa do Ibope, é importante sinal de percepção coletiva do anacronismo do sistema vigente, mas deve ser vista com alguma relativização e ponderação. Em primeiro lugar, porque se a pesquisa incluísse a pergunta sobre a reforma política como solução de todos os males, provavelmente apuraria

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quarta-feira 03/07/13

Plebiscito em banho-maria

O prazo mínimo de 70 dias necessário para viabilizar um plebiscito, segundo o Tribunal Superior Eleitoral, a rejeição do PMDB e a desconfiança da maioria do Congresso Nacional quanto ao propósito real do governo que o propõe, parecem fatores suficientes para autorizar a sentença de que a ideia não se materializará. Pelo menos, a ponto

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terça-feira 25/06/13

Recuo na Constituinte exibe desarticulação do Planalto

Brasília,25 – O recuo, menos de 24 horas depois do anúncio, da proposta de uma Constituinte exclusiva, demonstra o quanto o governo está agindo movido por uma pressa de fundo eleitoral. A reação do Planalto às manifestações mostrou-se tão rápida quanto desarticulada, com a digital ainda da área de marketing, que continua conduzindo o processo

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segunda-feira 11/01/10

A Constituinte do PT

O Programa Nacional de Direitos Humanos, tal como concebido, é uma fraude legislativa,  mas tem o mérito de descortinar qual é a  pauta por trás da improvável assembléia constituinte exclusiva que o presidente Lula defende, apartada do contexto parlamentar ordinário. O conteúdo do programa do Secretário Nacional de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, não tem a menor chance de

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