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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

quarta-feira 18/06/14

PSDB tentará Meirelles até o limite

Está claro, apesar do efeito dispersivo da Copa do Mundo, que  os lances mais estratégicos da atual fase da campanha eleitoral se desenvolvem em São Paulo – menos em torno dos partidos que polarizam a eleição – PT e PSDB – e mais entre os personagens da oposição. As negociações em torno de uma possível

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quarta-feira 21/05/14

Indice baixo de Dilma desmobiliza militâncias e afeta alianças regionais

Os índices descendentes de aprovação da presidente Dilma Rousseff cuidam de ampliar a distância entre os acordos regionais e a aliança nacional, no vácuo produzido pelo fim da verticalização nas eleições. A bola da vez, agora, é Santa Catarina, onde o governador Raimundo Colombo, que construiu uma parceria sólida com a presidente, foi apresentado a

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quinta-feira 07/11/13

Novo bloco ocupa espaço anterior de Campos

Minimizar a importância de ocupar um ministério no governo é discurso obrigatório a todo novo partido que já nasce como linha auxiliar, ou de legendas que se fundem em bloco no Congresso para ampliar o apoio ao Planalto e, ao mesmo tempo, seu poder de barganha no jogo legislativo. O novo bloco anunciado ontem pelo

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segunda-feira 23/09/13

Campos aposta na piora do governo

Ao tomar a iniciativa de entregar os cargos do PSB no governo, o que significa deixar sua base de sustentação, o governador de Pernambuco e presidente da legenda, Eduardo Campos, deu o sinal até aqui mais eloquente da irreversibilidade de sua candidatura presidencial em 2014. Sua cautela em não fazer oposição imediata ao governo que

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segunda-feira 29/07/13

Documento inicia ataques do PSB à gestão econômica

Em tom ainda propositivo, o PSB prepara a defesa de mudanças na economia, que vão tornar públicas as críticas ao governo Dilma Rousseff.  A característica de proposta é tática: o tom amistoso é indispensável para submeter as críticas à conveniência de adiar a ruptura com o governo, que implicaria a entrega dos cargos ocupados na

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domingo 03/03/13

Campos quer liderar reação à MP dos Portos

Publicada em dezembro para traçar um novo marco regulatório dos portos, com o objetivo de ampliar e modernizar um setor que responde por 95% do fluxo do comércio exterior, a Medida Provisória 595 – conhecida como MP dos Portos -, é um dos muitos  desafios à determinação do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), de

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sábado 18/12/10

Dois é bom, três é demais; (quatro, nem pensar)

Caso Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) seja titular do futuro ministério da Pequena e Microempresa, dará assento no Senado ao seu suplente, o atual presidente do PT, José Eduardo Dutra. Fotos: Pablo Valadares/AE e Hélvio Romero/AE O PSB reivindica dois ministérios, além do já garantido a Ciro Gomes: um indicado pela bancada e outro pelo governador

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sábado 18/12/10

Um ministério com prazo de validade

PSB quer três pastas, mas seus deputados não têm Ciro Gomes “na cota” do partido. Foto: Wilson Pedrosa/AE – 06.10.2010 As disputas entre e dentro dos partidos aliados que retardam a composição do ministério Dilma Rousseff refletem não só a complexidade da base política que a elegeu, como projetam um governo de dificílima administração de

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terça-feira 26/10/10

Posição sobre aborto já era cobrada ao PT, pela Igreja, há 16 anos, conta Frei Betto

Não por acaso, Frei Betto, lamenta o “descompasso” entre o programa do PT e o candidato à Presidência. Foto: Paulo Giandalia/AE – 28.05.2010 Há 16 anos, a polêmica sobre a descriminalização do aborto – que ajudou a empurrar a eleição presidencial para o segundo turno – já assombrava a campanha do então candidato à Presidência,

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