1. Usuário
Assine o Estadão
assine

Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

domingo 22/04/12

Pitiman/Pietschmann: mais um nome constrangedor na CPI

Indicado para compor a CPI do Cachoeira na cota do PMDB, o deputado Luiz Pitiman (DF) é mais um personagem constrangedor dentre os 32 deputados e senadores destacados para investigar as relações do contraventor com os políticos. Há 20 anos, Pitiman usava seu verdadeiro nome civil na vida pública, Luiz Carlos Pietschmann, e comandava a

Ler post
sexta-feira 14/05/10

Envolvimento de procurador-geral do DF com esquema Arruda pode ser maior do que apareceu até agora

imagem

Vai além da mesada de R$ 150 mil o envolvimento do chefe do Ministério público do DF, Leonardo Bandarra, com a corrupção no governo Arruda. Ao investigar a participação da promotora Débora Guerner no esquema, descobriu-se que ela cobrava taxas de proteção que aumentavam a mensalidade do procurador-geral. Bandarra recebia de Arruda, segundo o próprio,

Ler post
sábado 17/04/10

Câmara de Brasília “elege” aliado de Roriz e Arruda para mandato-tampão

geraldo naves pablo valadares ae 28012010 480

Naves, da cadeia para a votação.  Foto: Pablo Valadares/AE – 28.01.2010 A Câmara Distrital de Brasília acaba de concluir a farsa montada para evitar a intervenção federal pedida pelo Ministério Público ao Supremo Tribunal Federal. Rogério Rosso, ex-presidente da Codeplan no governo Arruda, é o eleito pelos deputados para administrar seus interesses no Executivo e

Ler post
terça-feira 23/03/10

Gurgel: Nem governador, nem a Câmara, têm isenção e credibilidade para evitar a intervenção

ADGURGEL247

Foto: André Dusek/AE Vale a pena ler a 34 páginas das alegações finais em que o Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, agrava o seu pedido de intervenção federal em Brasília, em resposta à defesa da Câmara Distrital. Gurgel cita uma seqüência de fatos que respaldam o pedido e que vão desde a tentativa do governador

Ler post
segunda-feira 22/03/10

Arruda desiste de recurso contra cassação para evitar intervenção

José Roberto Arruda agora é definitivamente ex-governador de Brasília: como previu este blog (De volta à Polícia Federal), anunciou há pouco sua decisão de não recorrer contra sentença do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF) que cassou seu mandato. O fez em carta aos seus advogados, divulgada pelos mesmos,  em que justifica sua decisão como fruto de uma

Ler post
sexta-feira 19/03/10

De volta à Polícia Federal

ARRUDA

O agora ex-governador José Roberto Arruda teve seu pedido de prisão hospitalar negado pelo juiz Fernando Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça, com base no laudo de seu médico particular. Mas seus advogados continuam tentando soltá-lo já lançando mão da sentença que cassou seu mandato e da qual não devem recorrer. A decisão do Tribunal

Ler post
quinta-feira 18/03/10

Ministro da Justiça e Procurador ainda acham que intervenção não está afastada em Brasília

prudente1

O Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, e o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, não vêem na eleição indireta saída para a crise político-administrativa de Brasília. São as autoridades mais bem informadas e atualizadas sobre o andamento das investigações que continuam a pleno vapor, inclusive com mais escutas telefônicas e operações de busca e apreensão.

Ler post
terça-feira 09/03/10

Intervenção favorece governo pós-Arruda

Cristovam, pressionado a assumir candidatura. Foto: Celso Junior/AE

Associada ao fim da autonomia política da Capital, pela oportunidade que abre de revisão do sistema, a intervenção federal é, no entanto, um bom negócio para o próximo governador eleito. Talvez por isso encontre mais resistência nos círculos empresariais e sindicais do que no universo político, onde dois partidos já a defendem abertamente: o PSB

Ler post