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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

terça-feira 03/06/14

Economia, ainda o maior obstáculo de Dilma

Considerada a improbabilidade de as CPIs da Petrobrás produzirem  alguma informação nova relevante – uma por blindagem do governo, outra, por absoluta falta de tempo -, a economia continua se impondo como a grande adversária da presidente Dilma Rousseff. A rigor, não deixou de ser desde que a inflação  consolidou um quadro econômico que já

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terça-feira 27/05/14

A farsa de Vargas e do PT

Sabe-se agora (O Globo, 27/05/2014) que o pedido de cassação por infidelidade partidária que o PT encaminhou à Justiça Eleitoral contra o deputado André Vargas ((PR), foi  encomendado pelo próprio parlamentar ao partido. É, sem dúvida, uma demonstração de como o arsenal de truques da política brasileira parece inesgotável. Um ato do partido, de aparente

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segunda-feira 28/04/14

Semana reabre com governo acuado

A semana começa com a pauta da CPI da Petrobrás dividindo a cena com as investigações da Polícia Federal,e o desdobramento do caso do deputado André Vargas (PR), que desligou-se do PT para enfrentar o processo de cassação e o ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha, agora na berlinda. É mais uma rodada que se desenvolvida

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quinta-feira 24/04/14

Decisão de Rosa Weber acua o governo

A decisão da ministra Rosa Weber, pela CPI exclusiva da Petrobrás, pode não representar, por si só, garantia de sua instalação automática, já que o governo é ostensivo na estratégia protelatória. Mas é um duro revés para o Palácio do Planalto com efeito político imediato. A decisão de Rosa Weber ocorre em meio a uma

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quarta-feira 23/04/14

Vargas só dá ao PT a opção de expulsá-lo

A novela em que se transformou a questão envolvendo a cassação ou renúncia do deputado André Vargas (PT-PR), ex-vice-presidente da Câmara, é uma sangria que corre ao mesmo tempo de outro enredo desgastante para o governo, o da CPI da Petrobrás. Vargas desafia abertamente seu partido, que hesita em expulsá-lo, mas protela seu julgamento no

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segunda-feira 21/04/14

Conselho de Ética, muito aquém de sua missão

Criado para analisar a conduta dos parlamentares em 2001, o Conselho de Ética da Câmara não tem sido muito eficaz no trabalho proposto no início do século. Somente nesta legislatura, de 14 processos por quebra de decoro parlamentar iniciados no colegiado, somente dois chegaram a plenário com recomendação de cassação. Mas esse retrospecto pode mudar

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quarta-feira 09/04/14

Vargas é ameaça mais imediata que a CPI

De forma imediata, a situação do deputado Andre Vargas (PT-PR), é ameaça maior ao governo do que a CPI da Petrobrás. Até porque, a ligação com o doleiro Alberto Yousseff, que se sabe agora, íntima, liga  o vice-presidente licenciado da Câmara à empresa que a oposição pretende investigada. O governo já sabe – talvez soubesse

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terça-feira 08/04/14

“Unhas e dentes” em causa própria

Ao dar a palavra de ordem de defender “com unhas e dentes” a Petrobras, o ex-presidente Lula acusa o golpe que os escândalos envolvendo a empresa representam para a candidatura da presidente Dilma Rousseff, mas também defende seu legado. Foi em seu governo que se desenvolveram as operações comerciais da Petrobras que hoje minam a

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segunda-feira 07/04/14

Vargas e Petrobrás desmoralizam versão romântica do PT para desvios

Desponta como o fio de um novelo maior as relações entre o vice-presidente da Câmara, André Vargas (PT-PR), e o doleiro Alberto Yousseff , que vão além do que poderia sugerir o episódio do voo de férias do parlamentar em jato do contraventor. Vargas é daqueles perfis que sobrevivem anos no parlamento apesar do telhado

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