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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

quarta-feira 11/06/14

Dissidência do PMDB reflete tamanho do risco de Dilma

Com uma variação para mais, o resultado da convenção do PMDB foi o esperado: o partido renovou o apoio à aliança com o PT para a disputa da presidência da República, reservando-se o direito de não estender o compromisso às estruturas regionais que cuidarão de seus cenários como lhes convier. Alguns aspectos desse processo são

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terça-feira 03/06/14

Economia, ainda o maior obstáculo de Dilma

Considerada a improbabilidade de as CPIs da Petrobrás produzirem  alguma informação nova relevante – uma por blindagem do governo, outra, por absoluta falta de tempo -, a economia continua se impondo como a grande adversária da presidente Dilma Rousseff. A rigor, não deixou de ser desde que a inflação  consolidou um quadro econômico que já

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quarta-feira 21/05/14

Indice baixo de Dilma desmobiliza militâncias e afeta alianças regionais

Os índices descendentes de aprovação da presidente Dilma Rousseff cuidam de ampliar a distância entre os acordos regionais e a aliança nacional, no vácuo produzido pelo fim da verticalização nas eleições. A bola da vez, agora, é Santa Catarina, onde o governador Raimundo Colombo, que construiu uma parceria sólida com a presidente, foi apresentado a

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segunda-feira 28/04/14

Semana reabre com governo acuado

A semana começa com a pauta da CPI da Petrobrás dividindo a cena com as investigações da Polícia Federal,e o desdobramento do caso do deputado André Vargas (PR), que desligou-se do PT para enfrentar o processo de cassação e o ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha, agora na berlinda. É mais uma rodada que se desenvolvida

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quarta-feira 23/04/14

Vargas só dá ao PT a opção de expulsá-lo

A novela em que se transformou a questão envolvendo a cassação ou renúncia do deputado André Vargas (PT-PR), ex-vice-presidente da Câmara, é uma sangria que corre ao mesmo tempo de outro enredo desgastante para o governo, o da CPI da Petrobrás. Vargas desafia abertamente seu partido, que hesita em expulsá-lo, mas protela seu julgamento no

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quarta-feira 09/04/14

Vargas é ameaça mais imediata que a CPI

De forma imediata, a situação do deputado Andre Vargas (PT-PR), é ameaça maior ao governo do que a CPI da Petrobrás. Até porque, a ligação com o doleiro Alberto Yousseff, que se sabe agora, íntima, liga  o vice-presidente licenciado da Câmara à empresa que a oposição pretende investigada. O governo já sabe – talvez soubesse

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quinta-feira 30/01/14

Governo constrói passivo de denúncias sem respostas

O governo convive perigosamente com denúncias que podem gerar custo político mais adiante, numa indiferença calculada, reservando-lhes o arquivo destinado a guardar tudo aquilo que se põe na conta de “coisas da oposição”. Não faz a prudente distinção entre casos que tendem a desaparecer do noticiário pela inconsistência e aqueles que permanecem porque foram mal

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sexta-feira 17/01/14

Crise na base desafia unidade na campanha da reeleição

Não é só a economia – que tem seus índices crescentemente piores – que preocupa o governo com vistas às eleições de outubro. O reflexo do desgaste do PMDB com o Planalto nas eleições regionais , com efeito na campanha de reeleição de Dilma, é dissimulada com a versão de voracidade do partido por mais

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terça-feira 12/11/13

Oposição não acerta discurso eficiente contra governo

Afora o Mais Médicos, que não gerou efeitos ainda, o governo dispõe apenas de promessas para montar seu discurso eleitoral – tanto em São Paulo quanto no plano nacional, as duas metas relacionadas pelo ex-presidente Lula como prioritárias para o PT. O polêmico programa de importação de profissionais da saúde, pelo menos está em curso.

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