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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

sexta-feira 11/07/14

A reação populista à derrota

Não demorou muito, talvez menos do que se podia supor, o recurso do governo ao populismo configurado na proposta de intervenção do Estado no futebol. Depois de flertar com o risco de apostar na seleção, contra todas as evidências a desautorizá-lo, a presidente Dilma Rousseff tenta o discurso mais fácil para se desvincular da derrota

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terça-feira 10/12/13

Governo do Paraná estacionou na contramão

A participação de um superintendente do governo paranaense no conflito entre as torcidas de Vasco e Atlético, em Joinville, é a certidão pública da culpa maior do Estado sobre os demais atores responsáveis pela briga coletiva, quase tragédia. Não faltam leis, já se sabia, da omissão das autoridades, também, mas o envolvimento direto de quem

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domingo 04/12/11

Passionalismo conspira contra o Código Florestal

O ambiente que cerca a votação, no Senado, do novo Código Florestal não é o mais propício para aprimorá-lo. O tema adquiriu tal grau de passionalidade, que bem poucos discutem o texto preferindo abominar previamente seus autores. Já havia sido assim na Câmara; está sendo assim no Senado. Estudantes invadiram mais de uma vez o recinto

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segunda-feira 31/10/11

ONGs – é preciso mais que o efeito midiático

Há ONGs e ONGs – e algumas deveriam perder o “N” da sigla de tão dependentes do governo. No entanto, é preciso separar o joio do trigo e, nesse sentido, a decisão governamental de suspender contratos para uma triagem chega tardia. Mas, antes tarde do que nunca. Há ONGs sérias, sem dúvida, que precisam ser

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sábado 11/06/11

A íntegra do pronunciamento da senadora Gleisi Hoffmann em defesa do Código Florestal de Aldo Rebelo

Sr. Presidente, Srªs e Srs. Senadores, venho a esta tribuna fazer um elogio e um apelo. Elogio ao esforço de construir consenso em torno da votação do Código Florestal, coordenado pelo Deputado Aldo Rebelo, que fez um excelente trabalho em seu relatório, e pela Ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira, que tem tido postura firme

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domingo 22/05/11

Código Florestal volta a votação com governo enfraquecido

Obstruído pelas suspeitas de tráfico de influência de seu principal articulador político,  ministro Antônio Palocci, o governo volta enfraquecido à batalha em torno do novo Código Florestal, cuja votação está prevista para depois de amanhã. Sem muitas esperanças de reverter a maioria favorável ao relatório do deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP), já se fala

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quinta-feira 12/05/11

Rompimento do acordo do Código Florestal expõe vulnerabilidade do governo no Congresso

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A campanha do chamado “fogo amigo” contra a ministra da Cultura, Ana de Holanda e o adiamento da votação do Código Florestal, repõem na cena política a relação do PT com o governo ao qual dá sustentação há oito anos. Nos anos Lula, a relação do PT com o governo foi de submissão a uma

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quarta-feira 11/05/11

Gleisi Hoffmann vê interesses externos na oposição à reforma do código florestal

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Eleita pelo PT do Paraná, a senadora Gleisi Hoffmann fez ontem um pronunciamento pela votação imediata do projeto de reforma do Código Florestal, na contramão do que chegou a tentar o governo. Gleisi fez o pronunciamento quando o governo ainda considerava a possibilidade de insistir no adiamento da votação, do que foi demovido pelas lideranças

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sábado 15/01/11

Acordo para presidência da Câmara mostra uma oposição consentida

A desistência do deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP) de disputar a presidência da Câmara, determinada pela constatação de que não reuniria os votos necessários a uma dissidência na base aliada, mostra também que a oposição está envolvida com a sua própria sobrevivência e distante de seu papel no processo político. Além de não conseguir

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