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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

quinta-feira 24/07/14

Decisão do TCU isenta Dilma, mas agrava Petrobrás

 A decisão do Tribunal de Contas da União de isentar o Conselho da Petrobrás pelos erros na operação de compra da refinaria de Pasadena, deve ser comemorado pelo governo como uma vitória parcial, mas com prazo de validade, já que retira à oposição munição direta contra a presidente Dilma Rousseff na campanha eleitoral. O atestado

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terça-feira 01/07/14

Aécio consegue unidade e se fortalece no sul e sudeste

Encerradas as convenções partidárias, que não apresentaram surpresas do lado do PT, tem-se um quadro de resgate da unidade partidária do PSDB, que esteve ameaçada na fase de negociações no principal colégio eleitoral, São Paulo. O senador Aécio Neves logrou conquistar o que talvez fosse sua principal meta, um arco de alianças que fortalece sua

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quinta-feira 12/06/14

Justiça devolve seriedade à investigação na Petrobrás

A prisão de Paulo Roberto Costa, um dia após depor na CPI Mista da Petrobrás, confirma que a ação investigativa conduzida pelo juiz Sérgio Moro, do Paraná, mantém-se como polo de onde podem surgir os esclarecimentos que o governo se empenha em evitar. A justificativa para a prisão, inicialmente baseada na obstrução da justiça e

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quarta-feira 11/06/14

Dissidência do PMDB reflete tamanho do risco de Dilma

Com uma variação para mais, o resultado da convenção do PMDB foi o esperado: o partido renovou o apoio à aliança com o PT para a disputa da presidência da República, reservando-se o direito de não estender o compromisso às estruturas regionais que cuidarão de seus cenários como lhes convier. Alguns aspectos desse processo são

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quarta-feira 21/05/14

Indice baixo de Dilma desmobiliza militâncias e afeta alianças regionais

Os índices descendentes de aprovação da presidente Dilma Rousseff cuidam de ampliar a distância entre os acordos regionais e a aliança nacional, no vácuo produzido pelo fim da verticalização nas eleições. A bola da vez, agora, é Santa Catarina, onde o governador Raimundo Colombo, que construiu uma parceria sólida com a presidente, foi apresentado a

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terça-feira 20/05/14

Foro especial, debate adiado do STF

A decisão do ministro Teori Zavascki de suspender as investigações da operação Lava Jato, da Polícia Federal, é correta tecnicamente, segundo a maioria dos juristas, e mesmo os leigos mais afeiçoados ao contexto processual, assim podem identificá-la. No entanto, seu efeito objetivo produz um hiato nas investigações de duração imprevisível, a indicar que a interpretação

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quinta-feira 24/04/14

Decisão de Rosa Weber acua o governo

A decisão da ministra Rosa Weber, pela CPI exclusiva da Petrobrás, pode não representar, por si só, garantia de sua instalação automática, já que o governo é ostensivo na estratégia protelatória. Mas é um duro revés para o Palácio do Planalto com efeito político imediato. A decisão de Rosa Weber ocorre em meio a uma

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quarta-feira 23/04/14

Vargas só dá ao PT a opção de expulsá-lo

A novela em que se transformou a questão envolvendo a cassação ou renúncia do deputado André Vargas (PT-PR), ex-vice-presidente da Câmara, é uma sangria que corre ao mesmo tempo de outro enredo desgastante para o governo, o da CPI da Petrobrás. Vargas desafia abertamente seu partido, que hesita em expulsá-lo, mas protela seu julgamento no

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terça-feira 22/04/14

Petrobrás, de ontem e de hoje, perdida em versões conflitantes

O longo feriado com o qual o governo esperava esfriar o debate em torno da CPI da Petrobrás, terminou sem que o tema saísse da pauta. E, mais uma vez, à revelia da oposição, que continua se beneficiando da guerra de versões dentro do próprio ambiente oficial. A entrevista do ex-presidente da empresa, Sérgio Gabrielli,

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