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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

quarta-feira 23/07/14

Cláudio: desgaste evitável

A campanha emite os primeiros sinais de que predominará, em boa parte, a guerra de denúncias entre os candidatos, da qual parece que o menos atingido será Eduardo Campos, do PSB,  com notórias dificuldades de firmar a terceira via que se propôs representar. A motivação para denúncias é proporcional ao êxito das candidaturas. Aquela que

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terça-feira 22/07/14

Aliança de contrários

Os números levantados pelos repórteres Daniel Bramatti e Rodrigo Burgarelli, do jornal O Estado de S.Paulo, confirmam ,em larga escala ,os cenários da disputa regional como o fator responsável pelo conflito entre PT e PMDB e, por extensão, a dissidência ampla no principal aliado da presidente Dilma Rousseff no plano nacional. Desde sempre, o PT

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segunda-feira 21/07/14

Saulo Queiroz: reeleição do PT vai de mal a pior

Análise do Secretário – Geral do PSD, Saulo Queiroz (MS), para este Blog,  com base na mais recente pesquisa Datafolha, sugere que o índice de rejeição à presidente Dilma é o maior entrave à sua reeleição, identifica-o no PT, por causa do mensalão, e avalia que sua derrota eleitoral parece iminente. Saulo considera que a

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terça-feira 15/07/14

A nova pesquisa

A nova pesquisa Datafolha, com divulgação programada para amanhã, é cercada de curiosidade pelo universo político, por revisitar o eleitor após a Copa do Mundo e conferir se ela influiu – e em que proporção – na intenção de voto para a eleição presidencial. Mas não gera maior expectativa de mudanças consistentes. Há dois aspectos

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quinta-feira 03/07/14

Pesquisa pouco acrescenta ao cenário eleitoral

A mais nova pesquisa Datafolha que registra uma leve melhora nos índices da presidente Dilma Rousseff pouco acrescenta ao cenário eleitoral, a não ser pela suposta indicação de que o êxito da Copa do Mundo, como evento, melhorou o humor do eleitorado. É um dado duvidoso, mas ainda que se admita a hipótese, certamente efêmero,

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terça-feira 01/07/14

Aécio consegue unidade e se fortalece no sul e sudeste

Encerradas as convenções partidárias, que não apresentaram surpresas do lado do PT, tem-se um quadro de resgate da unidade partidária do PSDB, que esteve ameaçada na fase de negociações no principal colégio eleitoral, São Paulo. O senador Aécio Neves logrou conquistar o que talvez fosse sua principal meta, um arco de alianças que fortalece sua

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terça-feira 17/06/14

Polarização e Ícaro às avessas

Previsões em política são sempre de alto risco, especialmente em tempos de campanha eleitoral, quando o chamado imponderável encarna um personagem de plantão a assustar candidatos e partidos.  As pesquisas, nesse contexto, servem apenas de parâmetro a orientar as ações dos candidatos. Com essa ressalva é possível afirmar que a fotografia do momento indica que

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quarta-feira 11/06/14

Dissidência do PMDB reflete tamanho do risco de Dilma

Com uma variação para mais, o resultado da convenção do PMDB foi o esperado: o partido renovou o apoio à aliança com o PT para a disputa da presidência da República, reservando-se o direito de não estender o compromisso às estruturas regionais que cuidarão de seus cenários como lhes convier. Alguns aspectos desse processo são

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segunda-feira 09/06/14

Perdendo o favoritismo

Campanhas com candidatos à reeleição costumam tê-los como eixo em torno do qual giram os demais postulantes e também as negociações por alianças que ajudem a consolidá-los. É natural que assim ocorra, mesmo com gestões fracas, pela força da inércia dos governos. Governos já têm estruturas formadas por onde gravitam interesses políticos e econômicos, o

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