O chamado governo de transição, expressão cunhada para definir a passagem entre o governo que sai e o governo que entra, passou a ocorrer no Brasil apenas de oito em oito anos, desde a vigência do instituto da reeleição, na gestão de Fernando Henrique Cardoso.
A eleição de Dilma Rousseff , por ser um governo de continuidade, prorrogaria por mais quatro anos, pelo menos, uma transição efetiva, não fosse a aliança com o PMDB, essencial à sua vitória.
Nas circunstâncias atuais, a transição já em curso deixa de ser meramente administrativa para ser essencialmente política. E se dá com o PMDB no ambiente do Poder Executivo, depois de muitos anos impondo sua força parlamentar aos governos que dele sempre dependeram.
Historicamente avesso a alianças, o que lhe custou derrotas sucessivas no passado, o PT não dissimula o desconforto com as negociações naturais impostas pela coalizão que elegeu Dilma Rousseff.
Opera com o espírito de supremacia na aliança, surpreendendo-se, aqui e ali, com a cobrança do parceiro principal para aquilo que é o mais óbvio: participação nas decisões que começam a ser tomadas.
É uma cobrança com mais sentido formal que prático, já que essa primeira etapa de negociações tem em Lula, ainda presidente, o fiador e amortecedor de conflitos.
E Lula age como o fez durante todo o governo, impondo limites ao PT e unindo interesses muitas vezes contraditórios, ora à esquerda, ora à direita, ora com capitalistas, ora com sindicalistas. O que o levou à auto-definição de “metamorfose ambulante”.
Esse estilo, que ao longo de oito anos consolidou o que se convencionou chamar de “lulismo”, prevalecerá na fase de transição.
Depois dela, só se sabe o que o ex-ministro José Dirceu deixou escapar durante a campanha: o PT tem a esperança e determinação de fazer do governo Dilma o seu governo de fato, já que não emplacou com Lula as metas históricas do partido.
Nesse aspecto, a continuidade dos limites será o PMDB e a presidente Dilma Rousseff, a se tomar como premissa – e não promessa -, suas primeiras declarações pela democracia, configuradas na preservação da liberdade de imprensa.
Ainda que não seja concessão, mas direito constitucional, é bom o registro a seu favor pelo freio que pode representar a iniciativas em curso, como as leis estaduais que pretendem o controle da mídia.
Tags: Dilma Rousseff, Liberdade de Imprensa, Michel Temer, PMDB, PT
Depois de três dias de eleita , já começou a confusão !!
O PMDB , Abutre Faminto , querendo toda a carniça Petista !
Corra , corra bastante PMDB , senão vai ficar a ver navios !!!!
Enquanto isso em São Paulo, Alckmin terá que preencher todos os cargos de confiança com funcionários públicos de carreira.
PSDBDEMPPSPTB já avisaram que dispensarão toda e qualquer nomeação fisiológica. LÓGICO!.
“Franciscanos”.
Papai Noel existe, mas em São Paulo tirou férias, não tem “Trem da Alegria”, nem na Prefeitura e muito menos no governo do Estado.
KKKKKKKKK!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Guga Romano só não viaja mais, por falta de maionese.
he he he he he!!!!!!!!!!!!!!!!
Caga – Regra idiota !!!!!!
Só não viaja mais por falta de ” TARJA PRETA ”
COMENTE DENTRO DO ASSUNTO !!!!!
responder este comentário denunciar abusoA Dilma já começou com tudo, ela tem tudo para ganhar no primeiro turno em 2014.
O importante é deixar esses tucanos vagabundos longe do poder, porque eles não gostam de trabalhar, só privatizar.
CPMF ……….. CPMF ………. CPMF ……… CPMF ……………
CPMF …… CPMF ………… CPMF ……….. CPMF ………….
COM CERTEZA VOCÊ VAI GOSTAR DE VOLTAR A PAGAR MAIS
UM IMPOSTO , QUE VAI PARAR NO RALO DO PT !!!!!
ASSUMA QUE VOCÊ É PETISTA !! !!! !!!
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