Com uma nota breve e objetiva, a ministra da Cultura Ana de Holanda, informou há pouco que o sociólogo Emir Sader não mais será nomeado presidente da Fundação Casa de Rui Barbosa.
Trata-se de uma demissão ocorrida antes que o indicado assumisse o cargo. Por trás dela, a guerra movida pelo PT contra a ministra por causa dos direitos autorais.
Pode ser que Emir Sader, que cobiçou a cadeira hoje de Ana, tenha lhe chamado de autista já com a intenção de não assumir o cargo, que teria recebido como prêmio de consolação.
De qualquer forma, depois da manifestação ofensiva de Sader, que incluiu uma queixa por Ana não ter “sido firme” no protesto pelos cortes em sua Pasta, sua posse ficou insustentável.
Ana de Holanda é nomeação pessoal da presidente Dilma Rousseff que se decidiu por ela ainda na campanha presidencial, quando se reuniu com artistas com os quais assumiu compromissos na área cultural.
A pressão dos defensores da relativização do direito autoral pela saída da ministra foi feita antes mesmo que ela recebesse o orçamento com os cortes na sua Pasta, sem o qual não tem como começar a sua gestão.
A insatisfação, na verdade, é com o arquivamento do projeto de direito autoral do antecessor Juca Ferreira e a decisão da ministra de tirar do site do ministério a Creative Commons, ONG que faz o lobby dos provedores, aqui já abordado.
A julgar pelo seu projeto para a Fundação Casa de Rui Barbosa – de transformá-la num centro de debates – a probabilidade de Emir durar pouco no cargo, se nele fosse empossado, seria enorme.
A desnomeação do sociólogo é um ato de afirmação da ministra, que certamente teve o amparo do Planalto. Mas a torna mais alvo ainda do chamado fogo amigo.
Tags: Ana de Holanda, Casa de Rui Barbosa, Direitos Autorais, Emir Sader
Todo apoio à nossa Ministra da Cultura!!!!
Ora, ora! Naquele momento em que o Serra estava chegando e os petralhas metidos com Erenice Guerra, Chico Buarque também chegou como um grande salvador, reunindo pouquiíssimos amigos, mas aparentando ter colocado um turmão no teatro do Leblon para dar fôlego a petralha-mor. Ana não é petralha ativista, mas fala grosso, porque tem uma família inteira atrás dela, família essa amiguinha de Lula desde sempre. Ela pode até receber cartão vermelho, mas terá que ser unanimidade na nota baixa dada pelos seus supostos pares..
Essa senhora é a JOSÉ SARNEY DA CULTURA. Falar que “A democratização da cultura não pode passar por cima do direito autoral”, como ela falou, é análogo a falar que a democratização da nação não pode passar por cima do latifúndio improdutivo. Afinal, a mentalidade do copyright, ECAD, OMB, etc. resgata o paradigma cartorial, atrasado, tacanho. Avisa a Dilma que pode sim ser uma mulher, mas não uma mulher do neolítico. O Brasil merece MUITO melhor.
Eduardo Guimarães, como sempre, vai ao ponto.
A Direita nazi-fascista usou o governo Dilma para vingar Emir Sader.
O nazismo midiático está em festa
Leiam no Cidadania.com:
http://www.blogcidadania.com.br/2011/03/quem-demitiu-emir-sader/
Ponto positivo para dona Dilma.
O governo nao pode ser refugio de esquerdistas e marxistas profissionais que só aprenderam a tocar trombone.
Que seu Emir vá para a fundacao do Lula.
Os ministros deveriam ter liberdade de escolha e não ficarem reféns do planalto!
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