Muito provavelmente, a gestão do governador “eleito” do Distrito Federal, Rogerio Rosso, vai ser comparável a um avião em rota de turbulência ininterrupta.
Logo nos primeiros dias se depara com o exame da revogação do Plano Diretor de Ordenamento Territorial do DF (Pdot) pelo Tribunal de Justiça.
Como se sabe, uma das peças mais contundentes da operação Caixa de Pandora narra a compra dos votos parlamentares que aprovaram o Pdot.
Nem todos os parlamentares receberam, segundo os autos no Superior Tribunal de Justiça (STJ), mas seguramente os que elegeram Rosso estão na lista.
E os contratos milionários sem licitação, entre empresas de parlamentares com o GDF a escancarar a ilegitimidade da eleição de Rosso?
O caso de Brasília é sui generis, não reproduz nenhum outro em fartura de provas, abrangência de setores envolvidos e, como é notório, em flagrantes filmados de corrupção.
O que torna cada vez mais espantoso o ritmo deliberadamente lento do Supremo Tribunal Federal em julgar o pedido de intervenção.
Parece ter esperado a realização da eleição indireta na expectativa de criar um fato consumado que arrefeça o ânimo com relação à intervenção.
Rosso, por sua vez, está confiante no acordo suprapartidário que o sustenta, esquecendo-se de que a Caixa de Pandora não foi fechada ainda.
Tags: Caixa de Pandora, GDF, Ilegitmidade, PDOT, Rogério Rosso, STF, STJ
Se o PDOT for invalidado, será uma verdadeira revolução em Brasília… Razão pela qual é muito difícil acreditar nessa possibilidade. Para início de conversa, o Noroeste iria pelos ares – em sentido figurado – e com ele os sonhos imobiliários de muitos brasilienses, incluindo gente “inocente”, mas também especuladores, corruptos, construtores…
Uma auditoria no GDF feita por que não deseja que mais irregularidades sejam descobertas, certamente e motivo de pranto ou riso para população.
A impressão que se tem é que estamos vivendo uma época de “cultura teatral” explicita. Todos atores caras de pau estão participando da peça, ” A farça perdeu o controle” e os diretores e produtores da peça, que não é comédia mas, um drama com interatividade de 180 milhões de espectadores que só ficam com o ônus mas não opinam. O novo “mocinho” que acaba de entrar em cena, apesar do nome não fica nem um pouco VERMELHO com a trama dos farsantes. Brasília é hoje o maior PALCO a céu aberto do MUNDO! Brasil, sil,..sil..sil….
Está na gestão do governador Rogério Rosso a decisão final sobre a intervenção federal, e não no Supremo Tribunal federal. Pela gravidade dos fatos comprovados e de indícios suspeitos até agora, somada ao quadro delicado de ser o palco dos acontecimentos a Capital do Brasil – e também aos bastidores da sucessão presidencial e possíveis aliados nacionais – o STF optou por um xadrez chinês. O Supremo soltou a corda e, mesmo de posse de farta argumentação e documentação da PGR de Roberto Gurgel, “resolveu-sem-resolver-resolvendo” deixar todos à vontade, incluindo os suspeitos de primeira hora da Câmara Legislativa do DF, esgotando assim, antecipadamente, todas as chances de ter seus ministros acusados de arbitrariedade ou radicalismo SE o novo governo der o mínimo passo em falso ou destoante do rigor e severidade da HORA. SE O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL TIVER DE SE MANIFESTAR PELA INTERVENÇÃO FEDERAL, APÓS TANTA CHANCE DE RESGATE POLÍTICO NATURAL, NINGUÉM PODERÁ CONTESTAR.
FORA DO SEU PLENÁRIO, APÓS TANTAS CHANCES DADAS AOS POLÍTICOS LOCAIS, O SILÊNCIO SERÁ RETUMBANTE E O BRASIL SE ERGUERÁ, SOB CONTINÊNCIA GERAL, DO SEU BERÇO ESPLÊNDIDO. GLÓRIA A DEUS!…
Inacriditável, não é possível, é um insulto a dignidade dos brasileiros, ONDE ESTÁ O SUPREMO, PELO AMOR DE DEUS, INTERVENÇÃO JÁ JÁ JÁ
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