Foi investindo na divisão interna do PMDB que o governo conseguiu tirar Furnas da influência do deputado Eduardo Cunha (RJ) sem dar-lhe chance de reação.
Cunha chegou a ensaiar uma ameaça, mas a nomeação de Flávio Decat para a presidência da empresa, pela sua associação com o presidente do Senado, José Sarney (AP), manteve-a na órbita peemedebista, imobilizando o deputado carioca.
Decat, porém, é escolha pessoal da presidente Dilma Rousseff, que já o tinha em boa conta há algum tempo. O vínculo com Sarney, nesse caso, facilitou a vida da presidente que está determinada a mudar o comando do setor elétrico.
A operação, que certamente tem o dedo do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, a quem Dilma terceirizou a coordenação política, emudeceu também o inflamado deputado Henrique Eduardo Alves (RN), parceiro de Cunha no estilo de reivindicação que conjuga gritaria com ameaça.
Essa é uma estratégia que o governo do PT vai fazer sempre que puder, dividindo o aliado, mas também rival, para governar privilegiando os seus.
Aposta na falta de unidade do PMDB, determinada pela existência de diversos comandos com interesses próprios – alguns regionais, outros pessoais de lideranças aguerridas e fisiológicas.
Não que falte fisiologismo ao PT, mas sua unidade partidária para a partilha de cargos é indiscutível: faz a guerra interna, mas dela emerge com as posições negociadas.
É mais que provável que para fazer valer seus propósitos, PT e PMDB não hesitem em produzir mais dossiês como já ocorreu na disputa pelo comando de Furnas.
Por isso se diz que o maior desafio de Dilma Rousseff é a administração de aliança tão complexa como a que sustenta seu governo.
Tags: Antonio Palocci, Dilma Rousseff, Flávio Decat, Furnas, José Sarney, PMDB
O PMDB é uma colcha montada com “rodinhas de pano toda colorida” sem padrão definido que no interior é conhecido como “fuxico”. E é “fuxico” mesmo(!) é de gosto duvidoso, o seu nascedouro é um “Saco” repleto de trapos que vão costurando um a um, franzindo as “rodinhas” e remendo como se fosse no sistema Braile, sem ver se está combinando o festival de cores e no final após meses de costura sempre sobram alguns “fuxicos” que por falta do que fazer com eles acabam costurando como se fosse um barrado que deixa a colcha muito mais feia do que já estava.
VÍDEO INESQUECÍVEL, BILL CLINTON ELOGIA OS GRANDES FEITOS DO GRANDE PRESIDENTE FHC, IMPERDÍVEL ASSISNTAM:
http://www.youtube.com/watch?v=MeAOen8vyiQ&feature=player_embedded
Unidos mesmo estão o PSDBDEMPPS em torno de FHC o grande presidente segundo Bill Clinton.
Aí depois tem uns 3% de fascistóides desavisados e cínicos aí que não entendem porque os outros 97% aprovaram o GOVERNO DO PRESIDENTE LULA.
Perguntem ao Clinton e ao Obama.
Clinton enxotou FHC.
Obama chamou Lula de “O CARA, O PRESIDENTE MAIS POPULAR DA TERRA”.
FHC E SEUS SEGUIDORES SOFREM DE DOIS MALES INCURÁVEIS, A INVEJA E O ÓDIO, DE LULA..
LULA PERTO DE VOCÊ FHC E A TURMA DELE, SÃO MUITO MENOS QUE ESTRUMES.
Roberto, este seu “fanatísmo” está me cheirando, ou Corintiano, ou muçulmano, ou bolivariano(seja lá o que diabos isto quer dizer).
responder este comentário denunciar abusoO PMDB não é partido é um amontuado de gente sem carater em torno de gente sem conhecimento de admistração pública em qualquer área.
Só no Brasil, um país que tem como Vice um certo…Michel Temer e como presidente do Congresso um certo…José Ribamar Sarney, pode ter esperança de futuro.
Enquanto essa raça do Sarney estiver na política, o Brasil será, sempre, um pretenso país do futuro.
Se a presidente Dilma não conseguir se livrar, no curto prazo, desse velho insano e ranzinza que, já está babando na gravata, seu governo não terá um futuro brilhante.
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