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05.fevereiro.2011 23:14:19

Governo investe na divisão do PMDB para controlar posições estratégicas

Foi investindo na divisão interna do PMDB que o governo conseguiu tirar Furnas da influência do deputado Eduardo Cunha (RJ) sem dar-lhe chance de reação.

Cunha chegou a ensaiar uma ameaça, mas a nomeação de Flávio Decat para a presidência da empresa, pela sua associação com o presidente do Senado, José Sarney (AP), manteve-a na órbita peemedebista, imobilizando o deputado carioca.

Decat, porém, é escolha pessoal da presidente Dilma Rousseff, que já o tinha em boa conta há algum tempo. O vínculo com Sarney, nesse caso, facilitou a vida da presidente que está determinada a mudar o comando do setor elétrico.

A operação, que certamente tem o dedo do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, a quem Dilma terceirizou a coordenação política, emudeceu também o inflamado deputado Henrique Eduardo Alves (RN), parceiro de Cunha no estilo de reivindicação que conjuga gritaria com ameaça.

Essa é uma estratégia que o governo do PT vai fazer sempre que puder, dividindo o aliado, mas também rival, para governar privilegiando os seus.

Aposta na falta de unidade do PMDB, determinada pela existência de diversos comandos com interesses próprios – alguns regionais, outros pessoais de lideranças aguerridas e fisiológicas.

Não que falte fisiologismo ao PT, mas sua unidade partidária para a partilha de cargos é indiscutível: faz a guerra interna, mas dela emerge com as posições negociadas.

É mais que provável que para fazer valer seus propósitos, PT e PMDB não hesitem em produzir mais dossiês como já ocorreu na disputa pelo comando de Furnas.

Por isso se diz que o maior desafio de Dilma Rousseff é a administração de aliança tão complexa como a que sustenta seu governo.

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Comentários (5) | comente

5 Comentários Comente também
  • 06/02/2011 - 03:31
    Enviado por: José Bispo dos Santos

    O PMDB é uma colcha montada com “rodinhas de pano toda colorida” sem padrão definido que no interior é conhecido como “fuxico”. E é “fuxico” mesmo(!) é de gosto duvidoso, o seu nascedouro é um “Saco” repleto de trapos que vão costurando um a um, franzindo as “rodinhas” e remendo como se fosse no sistema Braile, sem ver se está combinando o festival de cores e no final após meses de costura sempre sobram alguns “fuxicos” que por falta do que fazer com eles acabam costurando como se fosse um barrado que deixa a colcha muito mais feia do que já estava.

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  • 06/02/2011 - 14:29
    Enviado por: Roberto Ribeiro

    VÍDEO INESQUECÍVEL, BILL CLINTON ELOGIA OS GRANDES FEITOS DO GRANDE PRESIDENTE FHC, IMPERDÍVEL ASSISNTAM:
    http://www.youtube.com/watch?v=MeAOen8vyiQ&feature=player_embedded

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  • 06/02/2011 - 14:40
    Enviado por: Roberto Ribeiro

    Unidos mesmo estão o PSDBDEMPPS em torno de FHC o grande presidente segundo Bill Clinton.
    Aí depois tem uns 3% de fascistóides desavisados e cínicos aí que não entendem porque os outros 97% aprovaram o GOVERNO DO PRESIDENTE LULA.
    Perguntem ao Clinton e ao Obama.
    Clinton enxotou FHC.
    Obama chamou Lula de “O CARA, O PRESIDENTE MAIS POPULAR DA TERRA”.
    FHC E SEUS SEGUIDORES SOFREM DE DOIS MALES INCURÁVEIS, A INVEJA E O ÓDIO, DE LULA..
    LULA PERTO DE VOCÊ FHC E A TURMA DELE, SÃO MUITO MENOS QUE ESTRUMES.

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    • 07/02/2011 - 23:41
      Enviado por: José Bispo dos Santos

      Roberto, este seu “fanatísmo” está me cheirando, ou Corintiano, ou muçulmano, ou bolivariano(seja lá o que diabos isto quer dizer).

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  • 06/02/2011 - 22:41
    Enviado por: Gianone Carlos Custodio

    O PMDB não é partido é um amontuado de gente sem carater em torno de gente sem conhecimento de admistração pública em qualquer área.
    Só no Brasil, um país que tem como Vice um certo…Michel Temer e como presidente do Congresso um certo…José Ribamar Sarney, pode ter esperança de futuro.
    Enquanto essa raça do Sarney estiver na política, o Brasil será, sempre, um pretenso país do futuro.
    Se a presidente Dilma não conseguir se livrar, no curto prazo, desse velho insano e ranzinza que, já está babando na gravata, seu governo não terá um futuro brilhante.

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