Até meia hora atrás o vice-governador de BrasÃlia, Paulo Octávio, ainda consultava a cúpula do DEM para saber que decisão tomar em relação à substituição de Arruda. Era tudo que o empresário não desejava agora.

Destituição de Arruda interrompe o "mergulho" de vice. Foto: Mary Leal/GDF
Ele é investigado na mesma operação Caixa de Pandora e assume o governo na condição de suspeito. Vinha adotando uma estratégia de silêncio para preservar-se em meio ao tiroteio entre a quadrilha que se instalou no GDF.
A destituição de Arruda interrompe o “mergulho” de seu vice. Fica irreversÃvelmente exposto. Como lhe disse um dos parlamentares que consultou. “Se não assumir você se confessa culpado; se assumir, vira alvo”.
A receptividade ao vice em seu partido é nenhuma. Exceção do presidente Rodrigo Maia (RJ), o ambiente interno lhe é hostil desde que fez o diretório regional assinar nota em apoio a Arruda, em pleno escândalo.
É provável que após o feriado o DEM torne público que Paulo Octávio assume o governo sem o aval do partido. O que poderá lhe colocar no mesmo caminho do antecessor, de ser expulso ou renunciar à legenda.
Tags: DEM, expulsão, Governo, Paulo Octávio, renúncia
O que me parece é que todos já não têm mais como abafar o escandaloso episódio e o Arruda será o bode expiastório – pagará o preço de livras TODOS os outros de uma investigação, ou mesmo, de serem expostos publicamente. Porque, para mim, o sistema polÃtico brasileiro já não acolhe gente honesta. Ainda bem que temos uma polÃcia (federal) que ainda faz jus à nossa confiança e ao nosso respeito. Porque o resto……….
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