Está em curso uma articulação para blindar o vice-governador Paulo Octávio e brindá-lo com o posto de governador do Distrito Federal, com a renúncia do titular, José Roberto Arruda. Essa manobra conta com a tolerância do cidadão para com o mal menor, que seria Paulo Octávio, pelo simples fato de não ter aparecido em nenhum vídeo do Durval Barbosa.
O resultado dessa estratégia seria torturar o cidadão com dois processos de impeachment – o de Arruda e, na sequência, o de Paulo Octávio. Não é aceitável como saída política, avalizar a posse do vice a partir da tese de que o seu principal executivo, flagrado pelo vídeo de Durval Barbosa, não o representava ali, naquela circunstância. É preciso – e indispensável – que Paulo Octávio venha a público, de forma clara, afirmar que o seu executivo, Marcelo Carvalho, estava lá na sala de Durval Barbosa, por conta própria. E que o dinheiro que pegou de Durval nada tem a ver com seu patrão.
Parece mera formalidade, mas não é. Paulo Octávio tem que correr o risco de ser desmentido ou confirmado pelo seu subalterno. Afinal, Marcelo Carvalho é identificado com o vice-governador em qualquer esquina de Brasília. Se operou com Durval Barbosa, no esquema Arruda, por conta própria, isso tem que ser dito, com todas as letras, por Paulo Octávio. E confirmado por Carvalho.
É indispensável que o Ministério Público, com as provas que tem, dissocie a presença de Marcelo Carvalho na sala de Durval, da aprovação do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot), essencial para os projetos da Paulo Octávio Investimentos Imobiliários.
O DEM, mentor e avalista dessa estratégia, deve entender que corre o risco de trocar um por dois: ou seja, pode ter uma dor de cabeça maior se achar que o vice de Arruda de nada sabia. Ao invés de ter um “abacaxi” para descascar, para ficar na definição do relator da expulsão de Arruda, ex-deputado Thomas Nonô, ter dois.
Collor jamais conseguiu afirmar publicamente que, depois de empossado na Presidência, deixou de ter vínculos com PC Farias. É o mesmo caso.
Tags: Arruda, DF, Paulo Octávio
Sou totalmente a favor de eleição indireta para Brasilia. Ah! Também sou a favor da instituição da “SHARIA”, a lei islâmica, e da pena de morte -com tortura- para esse bando de animais peçonhentos e sugadores da pior espécie que habita a nossa cidade.
Queria voltar aos tempos da Roma antiga [ou da Arábia Saudita dos dias de hoje]e ver esse bando de safados sendo apedrejados até que o diabo viesse buscá-los [afinal, o diabo deve estar precisando de gente dessa estirpe para assessorá-lo].
Que inferno! A gente trabalha feito condenado, tem um transporte público e uns hospitais de m*****, escolas caindo aos pedaços e esses infames vêm da PQP para roubar o que é nosso. E o pior – eleitos por NÓS!
Fico imaginando para quê esses vermes querem tanto dinheiro. Será que ao morrer levam consigo o resultado dessa roubalheira desmedida? Será que já encontraram um meio de comprar “um lote” lá no inferno para onde eles irão? Ou pensam que são eternos?
É de causar nauseas e vômitos extremos ler cada linha a respeito dessa falta de valores eticos e morais de que somos vítimas. Será que é culpa da nossa colonização? Será que todos somos assim? Prefiro não acreditar nessa possibilidade.
Infames.. a maior punição a que vocês algum dia estejam sujeitos ainda não será suficiente para livrá-los de todos os males que cometeram e comentem. A morte ainda é pouco para tanto mal. OBama, por favor, não feche Guantánamo.. tem uma leva de bandidos a ponto de ir passar um tempinho aí!!!
O DEM deveria dar o exemplo para o país e fazer tudo aquilo que o PT não fez, cometer harakiri, perder a legenda, dane-se, outras eleições viriam, porém, como honra não existe em Brasília, e a fisiologia do crime existe em todos os partidos, então, se o povo nada fizer, por tradição nem a justiça, nem TCU, muito menos os políticos farão. Brasileiro é um povo …ndão, só pensa no mengão.
Os réus confessos são perdoados pelo STF, utilizando a nova jurisprudência: “Essa gente simples … oh oh oh oh”, gostaria de ter gravado isto em vídeo, ouvi numa sessão do STF. Nem falo quando.
João Bosco, você está aí para explicar não é?, então que história é essa de dissociar “a presença de Marcelo Carvalho na sala de Durval, da aprovação do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot), essencial para os projetos da Paulo Octávio Investimentos Imobiliários.” É um claro escandaloso interesse pessoal misturado com coisa pública.
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