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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

sábado 12/04/14

Rede formaliza apoio a Miro para governo do Rio

A Executiva da Rede está redigindo nesse momento a nota de apoio à candidatura do deputado federal, Miro Teixeira (Pros) ao governo do Rio de Janeiro. A nota reflete a decisão da futura legenda da ex-senadora Marina Silva, tomada pela manhã. O anúncio , a ser feito nas próximas horas, consolida Miro como o candidato

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terça-feira 18/03/14

Governo reduz risco na Câmara, mas crise com PMDB continua

Ao concluir a reforma ministerial com a posse ontem dos novos ministros, a presidente Dilma Rousseff  deu o desenho final no confronto com o PMDB, isolando não o líder do partido na Câmara, mas com ele, toda a bancada. Dilma fez a opção pelo atendimento aos partidos que integraram por curto espaço de tempo o

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quinta-feira 13/03/14

Miro deve ter candidatura ao governo confirmada sábado

A candidatura do deputado Miro Teixeira (Pros) ao governo do Rio será consolidada neste sábado, em encontro previsto entre PPS,Rede e PSB, com as presenças do deputado Roberto Freire, da ex-senadora Marina Silva e do governador de Pernambuco, Eduardo Campos. O anúncio poderá não ter o tom oficial ainda por causa do pleito do deputado

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quarta-feira 29/01/14

Brasília no mapa de socorro de Lula

Apesar de uma estrutura publicitária mais profissional, o governador Agnelo Queiroz (PT-DF) não conseguiu reverter a percepção negativa de sua gestão , contrariando as expectativas iniciais que o favoreciam diante do escândalo de seu antecessor, deposto e preso, José Roberto Arruda. Agnelo não conseguiu capitalizar politicamente o episódio , passando a primeira metade de seu

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quarta-feira 11/09/13

Mensalão, o principal está feito

A etapa final do julgamento do mensalão, que começa hoje com a análise da admissibilidade dos chamados embargos infringentes, é de vital importância para a democracia brasileira, muito mais pela relação que guarda de rompimento com um ciclo histórico de impunidade, do que pela extensão das penas. Que é do que tratará, em suma, o

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terça-feira 10/09/13

Para quê serve o Ministério do Trabalho?

O novo escândalo que devolve às manchetes o ministério do Trabalho é uma oportunidade renovada de reflexão sobre a real necessidade dessa Pasta, à margem do debate sobre as questões trabalhistas e, na verdade, um obstáculo ao avanço do país nessa área. O ministério hoje é uma central de luxo a serviço de sindicatos que

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quarta-feira 02/01/13

Prefeitos assumem com discursos promissores

Eduardo Paes: Gestão Profissionalizada - Foto Wilton Junior / Estadão Conteúdo

É cedo para estabelecer uma relação de causa e efeito entre o revés imposto pelo julgamento do mensalão  ao “projeto nacional” do PT e a mudança de postura percebida nos discursos dos prefeitos eleitos nas principais capitais do país, aparentemente dispostos a adotar gestões inspiradas nos manuais da iniciativa privada. O espírito de gestão que

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terça-feira 30/10/12

Contrato do DF com Cingapura ganha ares de escândalo e bancada rompe com Agnelo

O contrato entre o Governo do Distrito Federal (GDF) e a empresa de Cingapura Jurong Consultants, para pensar Brasília nos próximos 50 anos, está tomando a forma de escândalo diante da determinação do governador Agnelo Queiroz (PT) de não explicar a iniciativa. Não explica, não mostra o contrato e chama de obscurantistas os parlamentares da

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