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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

quinta-feira 06/03/14

Lula volta, mas articulador político

O movimento “Volta Lula”, com origem no PT, ganha agora um contorno mais realista ao alterar o objetivo original de fazer do ex-presidente novamente o candidato do partido à Presidência da República, para investi-lo na função de articulador político do governo em ano de campanha eleitoral. Nessa configuração, tem o apoio ampliado pelo coro do

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quinta-feira 30/01/14

Governo constrói passivo de denúncias sem respostas

O governo convive perigosamente com denúncias que podem gerar custo político mais adiante, numa indiferença calculada, reservando-lhes o arquivo destinado a guardar tudo aquilo que se põe na conta de “coisas da oposição”. Não faz a prudente distinção entre casos que tendem a desaparecer do noticiário pela inconsistência e aqueles que permanecem porque foram mal

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quarta-feira 22/01/14

Meirelles e Josué, o certo e o duvidoso

A confirmação da escolha do empresário Josué Gomes da Silva, presidente da Coteminas, para o ministério do Desenvolvimento, além dos prováveis méritos do escolhido, tem o objetivo estratégico de ajudar no esforço de reduzir a desconfiança do mercado com a linha econômica do governo. Daí a antecedência com que seu nome frequenta o noticiário como

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segunda-feira 20/01/14

Meirelles para o Senado é questão fechada no PSD

A candidatura do ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles ao Senado é questão resolvida para o PSD. Ainda faltam acertos com o economista, cuja tentação em entrar para a política o ronda desde antes de seu ingresso no governo Lula. Para assumir o BC, Meirelles teve de abdicar de um mandato de deputado federal pelo

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segunda-feira 20/01/14

Com Lula, rodada final da reforma

A reunião com o ex-presidente Lula hoje, no Alvorada, indica que a presidente Dilma Rousseff viaja a Davos, depois de amanhã, com a reforma ministerial fechada. É reservada ao antecessor a rodada final que decide as mudanças ministeriais determinadas pelas eleições deste ano, impostas pela saída de ministros-candidatos. Desde que o declínio dos seus índices

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quinta-feira 05/12/13

Dirceu pede exceção a todas as regras para exercer atividade política

Tomada em seu conjunto a pauta de solicitações do ex-ministro José Dirceu ao Poder Judiciário ganha o formato de uma estratégia para manter em cena o líder político  disposto a exercer sua influência, dentro e fora do PT,  mesmo na condição de presidiário.  E antes mesmo que seja definida a forma de cumprimento de sua

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domingo 04/08/13

Gurgel absolve “faxinados” dos Transportes

De saída do cargo, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, concluiu não haver provas contra o senador e ex-ministro Alfredo Nascimento (PR-AM) e o deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP), condenado no mensalão, da acusação de que comandariam um esquema de corrupção no Ministério dos Transportes. As denúncias motivaram o afastamento da cúpula do PR do

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sexta-feira 05/07/13

Governo deve fazer a sua própria reforma

Há algum avanço na aparente disposição do governo em promover mudanças internas, em que pese a insistência no equívoco de confrontar o Congresso mantendo acesa a proposta de plebiscito ainda este ano para a reforma política. A sinalização de uma reforma ministerial revela, pela primeira vez, a admissão de responsabilidade na gestão ineficiente que gera

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quarta-feira 03/07/13

PR trava funcionamento da ANTT

Em queda livre nas pesquisas, a presidente Dilma Rousseff vive proporcionalmente a redução do poder impositivo que o alto índice de aprovação de seu governo lhe garantia junto à sua base de sustentação. E que respondia também por uma oposição desencorajada. Além da maior pressão pelo atendimento de demandas que a popularidade presidencial permitia ao

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