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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

segunda-feira 14/07/14

No plano da fantasia

Há notícias suficientes a indicar que a relação com o mundo financeiro centraliza as preocupações da coordenação de campanha do PT – e, mais que isso, as ações de perfis estratégicos empenhados na vitória eleitoral da presidente Dilma Rousseff. Faz sentido e, por mais dissimulada no discurso,  a angústia com a situação econômica e sua

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sexta-feira 20/06/14

Macartismo às avessas

O desmentido do ministro Gilberto Carvalho à tese do PT que atribuiu à “elite branca” as vaias e xingamentos à presidente Dilma Rousseff no estádio de futebol, é o retrato mais fiel da inconsistência das construções eleitorais do partido até agora. A queda da presidente nas pesquisas, que reforça o descontentamento permanente do PT com

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terça-feira 17/06/14

Polarização e Ícaro às avessas

Previsões em política são sempre de alto risco, especialmente em tempos de campanha eleitoral, quando o chamado imponderável encarna um personagem de plantão a assustar candidatos e partidos.  As pesquisas, nesse contexto, servem apenas de parâmetro a orientar as ações dos candidatos. Com essa ressalva é possível afirmar que a fotografia do momento indica que

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segunda-feira 09/06/14

Perdendo o favoritismo

Campanhas com candidatos à reeleição costumam tê-los como eixo em torno do qual giram os demais postulantes e também as negociações por alianças que ajudem a consolidá-los. É natural que assim ocorra, mesmo com gestões fracas, pela força da inércia dos governos. Governos já têm estruturas formadas por onde gravitam interesses políticos e econômicos, o

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segunda-feira 02/06/14

“Padaria Petrobrás”

É curioso notar que todos os depoimentos oficiais em defesa da Petrobrás, no âmbito Legislativo, têm em comum a confirmação de irregularidades na condução das operações comerciais investigadas. O que levou um dos acusados pelos desvios a  comparar a empresa a uma padaria. Desde a admissão de “mau negócio”,  por parte da presidente , Graça

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terça-feira 29/04/14

Movimento do PR é,antes, “Sai,Dilma”

Em política, como na economia, o êxito é vinculado à capacidade de criar expectativas positivas. Nesse momento, a presidente Dilma Rousseff caminha na contramão, sem gerar expectativa de poder no campo político, ao tempo em que consolida a relação de desconfiança construída junto ao mercado, no campo econômico. A queda gradual e segura nas pesquisas

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terça-feira 22/04/14

Petrobrás, de ontem e de hoje, perdida em versões conflitantes

O longo feriado com o qual o governo esperava esfriar o debate em torno da CPI da Petrobrás, terminou sem que o tema saísse da pauta. E, mais uma vez, à revelia da oposição, que continua se beneficiando da guerra de versões dentro do próprio ambiente oficial. A entrevista do ex-presidente da empresa, Sérgio Gabrielli,

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sexta-feira 11/04/14

Desgaste progressivo

A CPI da Petrobrás, mesmo se não instalada, ou instalada na forma ampliada com que o PT tenta inviabilizá-la, é fator de desgaste para o governo pelos efeitos colaterais que sua discussão produz. Além do ônus de rejeitá-la, numa guerra diária que expõe o temor pelo que possa revelar, o governo é depositário dos efeitos 

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quarta-feira 09/04/14

Vargas é ameaça mais imediata que a CPI

De forma imediata, a situação do deputado Andre Vargas (PT-PR), é ameaça maior ao governo do que a CPI da Petrobrás. Até porque, a ligação com o doleiro Alberto Yousseff, que se sabe agora, íntima, liga  o vice-presidente licenciado da Câmara à empresa que a oposição pretende investigada. O governo já sabe – talvez soubesse

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