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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

segunda-feira 04/08/14

O flerte com o risco

A campanha eleitoral tem efeito desidratante sobre a rotina legislativa, o que torna pouco provável uma resposta efetiva às denúncias de fraude nos depoimentos dos convocados que falaram às CPIs da Petrobrás, muito embora esteja prometida pelo senador Vital do Rego (PMDB-PB), que preside ambas. O próprio acúmulo das presidências das duas CPIs pelo mesmo

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quinta-feira 10/07/14

Construindo um governo sub judice

Bem avaliado nas pesquisas, José Roberto Arruda corre o risco de não terminar, pela segunda vez, o mandato de governador do Distrito Federal, caso as urnas confirmem os bons índices registrados pelas consultas dos institutos de opinião. Não será a primeira vez que o descompasso entre a legislação e o curso judicial que lhe dá

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quinta-feira 19/06/14

A renúncia como protesto

A menos de duas semanas de sua aposentadoria, a renúncia à relatoria da Ação Penal 470 – o mensalão – pelo ministro Joaquim Barbosa, guarda um aparente paradoxo, já que a saída da vida pública provocaria o mesmo efeito. Dois aspectos, no entanto, explicam a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal, pela ordem: marcar

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sexta-feira 30/05/14

Temperamento à parte, Barbosa fez história

Abstraídos os excessos de temperamento, o ministro Joaquim Barbosa deixa como principal legado, ao antecipar sua aposentadoria, o fim do ciclo de impunidade representado pelo foro especial que se transformara em privilégio para autoridades públicas. É um mérito extensivo aos demais juízes do Supremo Tribunal Federal, incluindo os dois que se aposentaram antes da conclusão

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terça-feira 27/05/14

A farsa de Vargas e do PT

Sabe-se agora (O Globo, 27/05/2014) que o pedido de cassação por infidelidade partidária que o PT encaminhou à Justiça Eleitoral contra o deputado André Vargas ((PR), foi  encomendado pelo próprio parlamentar ao partido. É, sem dúvida, uma demonstração de como o arsenal de truques da política brasileira parece inesgotável. Um ato do partido, de aparente

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quinta-feira 22/05/14

Mesmo chapa-branca, CPI exibe contradições da Petrobrás

O desmentido da Petrobrás ao seu ex-presidente, Sérgio Gabrielli, mostra que mesmo uma CPI chapa branca acaba produzindo conteúdos ruins para governos e projetando o que poderia levantar se isenta e efetivamente funcionando com o propósito de investigar. Gabrielli afirmou que os contratos da Petrobrás com a refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, eram geridos

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segunda-feira 28/04/14

Lula: mensaleiros não eram de sua confiança, já Roberto Jefferson…

O que surpreende na entrevista do ex-presidente Lula a uma emissora de TV portuguesa não é a avaliação de que o julgamento do mensalão foi político. Mas a de que os políticos condenados e presos não eram de sua confiança. Como não fez distinção entre os presos do PT e os demais, a declaração abrange

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quarta-feira 23/04/14

Vargas só dá ao PT a opção de expulsá-lo

A novela em que se transformou a questão envolvendo a cassação ou renúncia do deputado André Vargas (PT-PR), ex-vice-presidente da Câmara, é uma sangria que corre ao mesmo tempo de outro enredo desgastante para o governo, o da CPI da Petrobrás. Vargas desafia abertamente seu partido, que hesita em expulsá-lo, mas protela seu julgamento no

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segunda-feira 21/04/14

Conselho de Ética, muito aquém de sua missão

Criado para analisar a conduta dos parlamentares em 2001, o Conselho de Ética da Câmara não tem sido muito eficaz no trabalho proposto no início do século. Somente nesta legislatura, de 14 processos por quebra de decoro parlamentar iniciados no colegiado, somente dois chegaram a plenário com recomendação de cassação. Mas esse retrospecto pode mudar

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