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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

terça-feira 22/07/14

Aliança de contrários

Os números levantados pelos repórteres Daniel Bramatti e Rodrigo Burgarelli, do jornal O Estado de S.Paulo, confirmam ,em larga escala ,os cenários da disputa regional como o fator responsável pelo conflito entre PT e PMDB e, por extensão, a dissidência ampla no principal aliado da presidente Dilma Rousseff no plano nacional. Desde sempre, o PT

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terça-feira 01/07/14

Aécio consegue unidade e se fortalece no sul e sudeste

Encerradas as convenções partidárias, que não apresentaram surpresas do lado do PT, tem-se um quadro de resgate da unidade partidária do PSDB, que esteve ameaçada na fase de negociações no principal colégio eleitoral, São Paulo. O senador Aécio Neves logrou conquistar o que talvez fosse sua principal meta, um arco de alianças que fortalece sua

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segunda-feira 02/06/14

Mão Santa embaralha disputa no Piauí

A confirmação da pré-candidatura do ex-senador Mão Santa (PSC) ao governo do Piauí  embaralhou o cenário político no Estado. Mesmo sem apoio de outros partidos, disputando contra uma coligação encabeçada por PMDB e PSB, ele aparece nas pesquisas de opinião em um situação de empate técnico com o deputado federal Marcelo Castro (PMDB). E já

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quarta-feira 28/05/14

Estado se omite e manifestações seguem sem regras

A duas semanas da Copa, a reação da presidente Dilma Rousseff  aos distúrbios de rua ainda é o de que  “na Copa não haverá baderna”. Por essa declaração deve-se compreender que ao apito inicial do juiz do primeiro jogo, as forças de segurança saberão como agir contra o vandalismo. Na vida real, o governo adia

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segunda-feira 19/05/14

PSDB faz acordo para alcançar cinco minutos na TV

O senador Aécio Neves espera concluir antes da Copa as negociações que podem lhe dar um total de cinco minutos na propaganda eleitoral de televisão na campanha deste ano. Aécio conversa com o Partido Trabalhista nacional (PTN), Partido Trabalhista cristão (PTC), PT do B e Partido Social Liberal (PSL) que, juntos somam 1 minuto de

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sexta-feira 14/02/14

Autoridade do governo do DF em xeque

O comportamento da Polícia Militar do Distrito Federal, que reproduz o da Civil em outras ocasiões, põe em xeque a autoridade do governador Agnelo Queiroz (PT), que não consegue reverter a desobediência da categoria às orientações recebidas – tanto as administrativas quanto as judiciais. A operação tartaruga que ampliou o índice de criminalidade na Capital

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sexta-feira 08/11/13

Obras irregulares: intervenção garantiria continuidade

A reclamação – mais um protesto -, da presidente Dilma Roussefff contra o Tribunal de Contas da União (TCU) reabre uma discussão iniciada a partir do governo do ex-presidente Lula, mas cuja motivação é bem mais antiga, sobre a competência daquela Corte para decidir sobre a paralisação de obras públicas. Na visão do Executivo, qualquer

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domingo 29/09/13

PMDB pensa troca de Cabral por Pezão para neutralizar Lindbergh

O PMDB do Rio prepara a saída de Sérgio Cabral do cargo em janeiro, como forma de evitar a consolidação da candidatura do senador Lindbergh Farias (PT) à sua sucessão, embalada pelo desgaste do governador – o maior entre tantos produzidos pelos protestos de rua do mês de junho. Cabral, na verdade, foi o fator

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segunda-feira 02/09/13

Censura pró-Sarney e PMDB alimentam oposição do PT

A chamada pré-campanha, etapa de consolidação das alianças com vistas às eleições estaduais, acirrou ainda mais os ânimos no PT, já exaltados em razão da eleição interna que deve reconduzir Rui Falcão à presidência do partido, com apoio de Lula. O espaço conquistado pelo PMDB na base do governo é o mote dos que se

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